Um cão feliz

Roosevelt, um cão da raça Border Collie, nunca teve uma vida fácil. Nasceu com problemas congênitos nas patas dianteiras e teve que aprender a andar com as patinhas de trás. Algumas pessoas achavam inclusive que o melhor era sacrificá-lo para ele não sofrer. Mas ele nunca foi um cão triste. Muito pelo contrário.

Uma ONG em Portland, nos Estados Unidos, decidiu cuidar do cãozinho e passou a dar toda a assistência necessária. Depois de poucos anos, uma moradora da cidade, Stephanie Fox, se encantou por ele e decidiu adotá-lo.

Assim, além de sobreviver, ele ganhou uma família. E aos poucos, mesmo com toda a dificuldade, tudo começou a melhorar. Stephanie decidiu economizar uma grande quantia para comprar uma cadeira de rodas para Roosevelt poder correr por aí.

“Ele já era tão feliz andando só com as patas de trás que eu pensava que com a cadeira de rodas ele teria uma vida maravilhosa, um dia-a-dia normal como qualquer cachorro”, conta.

E foi exatamente isso que aconteceu. Com a cadeira de rodas, ele realmente esquece que tem qualquer deficiência e sai por aí correndo. Hoje, ele tem uma vida tranquila e muito feliz.

“Roosevelt é realmente um cão muito feliz”, afirma Stephanie.

Fonte: UOL Notícias / Revista Época / Daily Mail / Extra



Escrito por Julia Lordello às 23h39
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Retrospectiva

Grupo do milênio

Uma reunião de amigos está transformando a vida de idosos no Parque da Água Branca, em Perdizes, zona oeste de São Paulo.

Os encontros, que acontecem diariamente no parque, funcionam como sessões de terapia ao ar livre: todos ali contam suas histórias, comentam as notícias do dia ou, se preferirem, apenas escutam os demais tomando um cafezinho ou beliscando rosquinhas – tudo levado por eles.

A maioria mora no entorno do parque e alguns chegam acompanhados de cuidadoras ou enfermeiras, dando pistas de que levam uma vida bem remediada.

A data de surgimento do grupo não é muito precisa. Os fundadores não estão mais vivos e a memória da turma, ainda que afiada, não consegue ir tão longe. A líder da turma é a elegante Dona Flora, de 83 anos, que passou a freqüentar os encontros há dez anos e estima que as primeiras reuniões se deram por volta de 1995.

No início, o grupo era formado por cinco homens. Eles se encontravam num dos bancos de concreto do parque para papear e passar o tempo. A reunião informal começou a chamar a atenção de outros idosos que freqüentavam o parque para caminhar. Curiosos, passaram a encerrar os exercícios ali. O banco ficou pequeno para tanta gente e deu lugar a uma mesa.

Foi nesse momento que Dona Flora e o marido, Vicente de Carvalho, de 91 anos, entraram para a turma. Empolgada com o novo círculo de amizades, ela passou a convidar outros conhecidos para se juntarem à turma e hoje já são cerca de 20 idosos. Eles foram apelidados de Grupo do Milênio – suas idades somadas chegariam a mil anos.

A idade não impede que as reuniões sejam animadas. Duas vezes por semana, o caçula do grupo, Luiz, de 67 anos, leva um violão e um caderninho com letras e acordes de clássicos da música brasileira. A qualidade do repertório já atrai até turistas.

“Uma vez, um casal disse ter vindo de Santana só para nos ver cantar”, diz Luiz Renato, todo orgulhoso.

Fonte: Época SP / O Estado de S. Paulo / Desenvolvimento Local / IG



Escrito por Julia Lordello às 23h54
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A cidade campeã da limpeza

A cidade de Boras, na Suécia, tem 105.000 habitantes, 1.500 indústrias e nem 1 grama de lixo.

O município reaproveita 99% de tudo o que joga fora. Seus resíduos têm três destinos: 42% são incinerados e convertidos em energia elétrica, 30% são tratados biologicamente e transformados em biocombustível e 27% são reciclados.

E tem mais: a reciclagem é feita inteiramente pela população, que se encarrega de separar e levar o material até os postos de coleta espalhados por toda a cidade.

Caminhões recolhem o lixo orgânico (em sacos pretos, destinados à obtenção de biogás em usina inteiramente automatizada) e o resto (em sacos brancos, incinerados em fornos não poluentes). Menos de 1% do lixo é enterrado.

O modelo começou de forma bem simples, em 1988, com apenas 300 famílias. Hoje, a ideia deu tão certo que a universidade local presta assessoria de reaproveitamento de lixo a cidades no mundo inteiro. A proposta é espalhar o modelo sustentável pelo mundo.

“Tudo começou de forma bem simples, o que mostra que qualquer cidade pode fazer o mesmo. Aqui a experiência deu tão certo que estamos importando lixo da Noruega para poder gerar mais energia limpa”, afirma um dos criadores da iniciativa.

Fonte: Revista Veja / Planeta Sustentável / Natureza Viva / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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Menos é mais

Está certo que sua vida não cabe em uma mochila, mas será que você precisa encher um contêiner caso decida mudar de cidade?

Pensando nisso o americano Graham Hill, fundador do site de sustentabilidade TreeHugger, decidiu ser menos espaçoso e mais sustentável.

Começou por se mudar para um apartamento de 39 m2 e depois a cortar tudo o que parecia excesso, deixando só o necessário para caber ali. Digitalizou fotos e arquivos (reduzindo gavetas a um pequeno HD), desfez-se de pilhas de coisas.

Ele conseguiu projetar um lounge para oito pessoas, uma área de jantar de 12 lugares, quarto de hóspedes e até local para guardar seus equipamentos de kitesurf. Tudo com a ajuda de designers e arquitetos que colaboraram com o projeto.

Graham acredita que menos coisas nos trazem mais tempo, mais tranquilidade e mais dinheiro.

Depois de mudar a sua vida, decidiu incentivar outras pessoas a fazer o mesmo e criou o projeto Life Edited. A ideia é conscientizar as pessoas da importância de nos desfazermos das coisas que não usamos.

"Não sugiro que todo mundo mude para um espaço com menos de 40 m2, mas quero que as pessoas pensem sobre a necessidade de ocupar tanto espaço em volta de si mesmo. Editar sua vida pode ser libertador à medida que você foca no que é estritamente necessário para sua felicidade. Para que ter um fogão de seis bocas quando nós raramente usamos três? Precisamos pensar antes de consumir e tornar a vida mais simples e sustentável”, afirma.

Fonte: Revista Vida Simples / Planeta Sustentável / EcoDesenvolvimento / TreeHugger



Escrito por Julia Lordello às 23h48
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