Retrospectiva

Artista cria retratos de cachorros usando revistas antigas picotadas

A carreira do artista Samuel Price, de São Francisco, nos Estados Unidos, começou quando ele era jovem demais para conseguir pagar as tintas e telas necessárias para pintura. Em busca de matéria-prima, começou a picotar revistas e jornais descartados.

Os pequenos pedaços de papel, sem valor para muitas pessoas, transformaram-se em um valioso instrumento de expressão para o artista.

Ele usa pedaços de revistas e jornais antigos para fazer colagens que reproduzem as faces de cachorros.

Com muita dedicação e criatividade, o que era lixo se transforma em obras de arte que traduzem sua paixão pelo meio ambiente e pelos animais.

“Sempre me preocupei com o meio ambiente e sempre acreditei no uso de materiais acessíveis como parte do processo instintivo de criar arte”, afirma Samuel.

Fonte: Revista Casa e Jardim / Galileu / Criativa / Inhabitat / Photo Journal



Escrito por Julia Lordello às 10h09
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Floresta comestível no meio da cidade oferece alimentos gratuitos para população

Já pensou em morar na cidade e ter o privilégio de colher, a três quarteirões de casa, alimentos saudáveis, livres de agrotóxicos, de graça?

Os moradores do bairro de Beacon Hill, em Seattle, nos EUA, estão realizando esse sonho. Juntos, eles estão criando uma floresta urbana comestível. É a Beacon Food Forest.

A paisagista e arquiteta Margarett Harrison apresentou o projeto para o governo local, conseguiu uma autorização e os moradores construíram a floresta para o bairro.

Lá, todos os alimentos podem ser colhidos gratuitamente por qualquer pessoa. Os moradores encontram goiabas, maças, tomates, ervas e outros alimentos. Uma das únicas regras é o respeito e o cuidado que todos precisam ter com o local.

O projeto ainda está no começo e os voluntários esperam criar outras hortas pela cidade.

“Existem muitos lugares desperdiçados na cidade que poderiam se transformar em hortas e florestas para deixar a cidade mais bonita e ainda ajudar a população”, afirma um dos criadores do projeto.

Fonte: Planeta Sustentável / Superinteressante / TreeHugger / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h25
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Sem sapatos!

Já imaginou ter que ir ao trabalho ou simplesmente andar nas ruas sem sapatos? É quase impossível. Mesmo assim milhões de pessoas e principalmente crianças ao redor do mundo vivem sem um par de sapatos.

Sem proteção para os pés, as pessoas estão expostas a riscos de corte, de contaminação e até mesmo privadas de andar longas distâncias – o jeito mais barato de se deslocar - para conseguir ir ao trabalho, à escola ou ao médico.

Para despertar a atenção da sociedade para essa situação, a empresa Toms Shoes criou a campanha One Day Without Shoes.

O movimento acontece hoje em diferentes países e convida todos a experimentar tirar, durante todo o dia ou o tempo que puder, o calçado dos pés.

No ano passado, empresas e escolas aderiram ao projeto e centenas de pessoas andaram descalças para homenagear o dia.

“Se cada um sair de casa descalço, nem que seja para ir a padaria por alguns minutos, todos poderão experimentar o que milhões de crianças suportam todos os dias. Vão ver o quanto é difícil e perigoso andar por aí sem sapatos. Muitas vezes nós só enxergamos os problemas do mundo quando passamos por eles. Com esse projeto queremos que as pessoas se preocupem com o outro e sejam mais conscientes”, afirma Blake Mycoskie.

Para quem não conhece, a Toms Shoes é uma empresa maravilhosa criada por Mycoskie que a cada par de sapatos vendidos, outro par é doado para uma criança que precise ao redor do mundo. Até hoje foram doados mais de 400 mil pares a crianças nos Estados Unidos, Argentina, Etiópia e África do Sul.

Fonte: Planeta Sustentável / The Huffington Post / Vogue / SIC Notícias



Escrito por Julia Lordello às 19h45
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Motoboy cria campanha para doação de livros

Há um ano, o motoboy de uma pizzaria em Madrid se deu conta que sua viagem de volta à empresa, após a entrega das pizzas, era inutilizada. Ele voltava das casas dos clientes de mochila vazia.

Foi aí que ele teve uma ideia simples: aproveitar o deslocamento para uma boa causa.

A pizzaria apoiou a ideia e assim nasceu o projeto Livros para a Colômbia, que incentiva os clientes da pizzaria a doarem livros.

O projeto funciona da seguinte forma: cada cliente que pede uma pizza é convidado a doar um livro usado e em bom estado. Os entregadores trazem os livros na viagem de volta à empresa. Depois, os livros arrecadados são entregues a escolas e bibliotecas da Colômbia. Eles vão parar do outro lado do Atlântico também de carona, dessa vez com os aviões da Iberia, que decidiu fazer uma parceria com o projeto.

A iniciativa deu certo e os livros já foram lidos por 100 mil crianças e jovens na Colômbia.

“É uma dessas ideias simples que estão por aí ajudando a mudar o mundo”, afirmam os voluntários que trabalham no projeto.

Fonte: Planeta Sustentável / Superinteressante / Informa BTL / Pequenas Empresas e Grandes Negócios



Escrito por Julia Lordello às 18h00
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Artista colore hospital com 28 mil flores

Uma artista norte-americana encontrou uma forma delicada e surpreendente de registrar a importância de um hospital de Boston para a população da cidade.

Tudo começou quando foi decidido que o Massachusetts Mental Health Center (um centro de tratamento para doentes mentais) teria de ser demolido para ganhar instalações mais modernas.

Temeu-se que a memória dos quase 100 anos de serviços prestados à comunidade pudesse ser apagada do dia para a noite, junto com a demolição. A história do local não poderia passar em branco.

Foi aí que a artista Anna Schuleit teve a ideia de fazer uma homenagem para ninguém esquecer o quanto esse hospital transformou a vida de centenas de pessoas e foi um lugar especial para toda a comunidade.

Anna ocupou todos os espaços do centro de tratamento com 28 mil vasos de flores. Corredores, quartos, escadarias e escritórios foram preenchidos com um mar de rosas, gerânios, margaridas e tantas outras flores.

A instalação artística pôde ser visitada pela população em uma exposição que durou quatro dias e ficou na memória da cidade. Os visitantes que viveram alguma história com a instituição ainda puderam escrever o que viveram no livro de visitas.

“São histórias lindas. As pessoas ficaram emocionadas em dividir suas histórias e lembrar de momentos muito profundos que passaram aqui”, afirma.

Fonte: Casa Vogue / Revista TPM / Colossal / Entre 4 Paredes



Escrito por Julia Lordello às 18h25
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Peixes para todos

Toda sexta-feira santa Afonso Brade Teixeira faz a mesma coisa: distribui gratuitamente toneladas de peixes para a população carente de Belo Horizonte.

O trabalho voluntário é feito há 21 anos e o comerciante afirma que sua intenção é continuar a tradição por muitos anos.

“Desde criança ajudava meu avô, que tinha uma pequena fazenda, a distribuir de graça o leite que era produzido na sexta-feira santa. Vim para Belo Horizonte em 1968 e durante mais de 30 anos trabalhei com o comércio de peixes. Como muita gente me pedia peixe de graça na Semana Santa, um dia decidi fazer a distribuição gratuita, como gesto de caridade. Depois deixei de trabalhar com peixe, mas a doação continuou. Vou repetir a caridade enquanto tiver saúde e força”, conta Afonso, de 59 anos.

Todo ano centenas de pessoas fazem uma fila para receber os peixes. Afonso acompanha cada passo da distribuição de peixes. Quando os portões são abertos, pontualmente às 8 da manhã, cada pessoa recebe uma sacola com 18 sardinhas.

“Na semana santa as pessoas comem peixe, mas nós não temos condições de comprar para fazer um almoço para a família. Só conseguimos todo ano por causa dessa doação tão bonita”, afirma uma das senhoras na fila.

Fonte: Folha Online / Jornal de Hoje / O Povo / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 20h39
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Retrospectiva

Dê uma pausa

Na lista abarrotada de tarefas do seu dia, quanto tempo você dedica a não fazer nada?

Em um mundo cada vez mais acelerado, parar nem que seja por dois minutos é algo praticamente impensável.

Pensando nisso, o britânico Alex Tew criou o site Do Nothing for 2 Minutes (www.donothingfor2minutes.com).

A idéia é simples: o site desafia o internauta a passar dois minutos na frente da tela do computador sem clicar em nada, apenas admirando a foto de um pôr do sol enquanto ouve o barulho de ondas.

Basta mexer o mouse antes de o cronômetro zerar para surgir um recado que o lembra de ter falhado na missão.

Uma forma divertida de questionarmos nossa incapacidade de fazermos uma pausa em nossa própria rotina.

“Precisamos de um tempo para simplesmente não fazer nada. Esse projeto é para fazer as pessoas pensarem nisso”, afirma Alex.

Fonte: Revista Vida Simples / Gazeta do Povo / CNN / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 18h45
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Consumo sustentável de peixes

Na sexta-feira santa já é tradição: muitas pessoas trocam a carne vermelha por peixes e frutos do mar. Mas é preciso ter cuidado na hora de escolher qual espécie consumir, já que muitas delas estão correndo risco de extinção.

Pensando nisso, pesquisadores da Unimonte, em Santos, criaram o Guia de Consumo Sustentável de Pescados (http://www.unimonte.br/sustentabilidade/guia-de-consumo-responsavel-de-pescados-16).

A ideia é indicar de forma simples para o consumidor quais são os peixes que podem estar na nossa mesa.

De acordo com o Guia, por exemplo, atum, abadejo, cação e lagosta são algumas das espécies que devem ser evitadas. Devido ao excesso de pesca, elas já estão bem próximas de desaparecer dos nossos mares.

“Muitas pessoas consomem peixes ameaçados de extinção por não terem conhecimento. Ter um consumo sustentável de peixes não muda muito o nosso dia-a-dia. Sempre existe uma opção similar. Para os fãs do atum, por exemplo, há espécies de gosto semelhante que podem ser consumidas à vontade como a sororoca e a abrotia”, afirmam os criadores do projeto.

Os pesquisadores afirmam também que uma das atitudes mais importantes é diversificar ao invés de comprar sempre a mesma espécie no mercado, ainda que ela não esteja na lista das que correm risco de extinção.

“Foi exatamente o consumo excessivo no passado que colocou algumas espécies em estado de alerta. As sardinhas, por exemplo, ainda não estão em extinção. Mas, se consumirmos esse peixe de forma exagerada, em um ou dois anos a situação já mudará. O bom é diversificar e ter consciência na hora da compra", afirmam.

Fonte: Planeta Sustentável / Instituto de Pesca / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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Gestante presa em congestionamento consegue chegar a hospital com ajuda de uma rádio

Uma manifestação reuniu milhares de pessoas em São Paulo e provocou reflexos no trânsito em vários pontos da cidade. No meio do congestionamento, uma grávida em trabalho de parto tentava chegar ao hospital.

Erika só não deu à luz no carro porque pediu ajuda à Rádio SulAmérica Trânsito, que indicou um caminho alternativo até a maternidade.

“Ela entrou em trabalho de parto em casa e em minutos já estávamos no carro para ir para a maternidade. O trajeto seria de vinte minutos tranquilamente, mas estava tudo parado. Ficamos com medo de ter o bebê no carro”, conta Leonardo Aluizio, marido de Erika.

Foi aí que ela teve a ideia de ligar para a rádio, especializada no trânsito da cidade, e pedir informações sobre o trânsito. Ela queria descobrir um caminho alternativo para chegar ao hospital. Imediatamente os funcionários da rádio tentaram acalmá-la e se dedicaram a encontrar uma solução.

“Eles foram verdadeiros heróis. Tiveram muita sensibilidade e preocupação. Indicaram um novo caminho rapidamente, conseguimos chegar e tudo deu certo”, afirma Leonardo.

Fonte: Jornal da Band / Rádio SulAmérica / Maxpress



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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Colombiano cria biblioteca itinerante montada em cima de seus burros

Em um ritual repetido quase todos os finais de semana em La Gloria, região da Colômbia fatigada pela guerra, Luis Soriano reuni seus dois burros, Alfa e Beto, na frente de sua casa. Depois, amarra nas costas dos animais bolsas cheias de livros com a palavra Biblioburro pintada em letras azuis.

É assim que a incrível biblioteca itinerante do Luis percorre pequenas vilas e leva educação a regiões empobrecidas do país.

O Biblioburro é uma pequena instituição: um homem e dois burros. Ele criou a biblioteca a partir da simples crença de que o ato de levar livros a pessoas que não os têm pode de alguma forma melhorar as regiões mais pobres e o país.

“Comecei com 70 livros há alguns anos. Hoje, tenho uma coleção com mais de 4.800. Muitas pessoas descobrem a leitura e se encantam com a possibilidade de conhecer o mundo sem sair de casa”, conta.

O projeto faz sucesso por onde passa. Em paradas ao longo do caminho, as crianças esperam Luís para ouvi-lo ler trechos de livros. Os adultos também ficam encantados com tantos livros para escolher.

“Aprendi que se eu despertar o interesse de apenas uma pessoa em ler um romance ou simplesmente uma reportagem sobre o preço do arroz, isso já será um grande passo. Quem lê se transforma e acaba transformando o mundo”, afirma Luis.

Fonte: Globo.com / PublishNews / Blog do Galeno  / CNN



Escrito por Julia Lordello às 23h30
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Máquina incentiva troca de objetos

Esqueça as máquinas de venda em que você tem que colocar dinheiro para poder pegar um produto.

Na Swap-O-Matic, desenvolvida pela designer americana Lina Fenequito, o que conta é a troca. Em vez de vender, a máquina permite que você encontre coisas que deseja e as troque por objetos seus, que você não usa ou não quer mais, sem nenhum custo.

É uma forma de escambo moderno: basta se cadastrar no visor touchscreen para poder fazer suas trocas. O cadastro lhe dá três créditos iniciais. Quantos mais objetos você doa, mais créditos acumula para trocar depois.

A ideia de Lina é fomentar a troca e o consumo consciente: fazer com que as pessoas repensem seus hábitos de compra através do reuso e da troca.

“Temos muitas coisas em casa que são úteis e simplesmente não usamos. O que não é útil para você pode ser fundamental para o outro. Quero dar nova vida aos objetos e mostrar que muitas vezes não precisamos comprar um produto, é só trocar, pegar emprestado com um amigo, reaproveitar”, afirma Lina.

A máquina piloto está localizada em Nova York, mas a pretensão da designer é que a Swap-O-Matic ganhe muitas cidades.

Fonte: Revista Vida Simples / Planeta Sustentável / Insteading / HouseLogic



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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Uma nova escola

Quando Fátima Aparecida Teixeira assumiu a direção de uma escola na zona leste de São Paulo, o rio Aricanduva, que dá nome ao bairro, era o depósito de lixo oficial da vizinhança. De restos de comida até móveis usados, tudo era jogado lá.

A Escola Municipal de Educação Infantil Professora Olandya Peres Ribeiro também era constantemente depredada, com pichações e arrombamentos.

O cenário hoje é outro. Fátima transformou a escola com a ajuda de professores e voluntários. Além de ensinar logo cedo para as crianças a importância da sustentabilidade, a escola se tornou uma referência para os moradores que querem cuidar do bairro – e do planeta.

Hoje, a água da chuva é utilizada para lavar áreas comuns e regar a horta, plantada e mantida pelos próprios alunos.  As crianças levam de casa todo o material reciclável – papel, plástico, óleo de cozinha usado, que é mandado para organizações parceiras.

E tem mais: as crianças têm aula de educação ambiental, de trânsito e cidadania.

“Um morador uma vez chegou aqui com uma geladeira nas costas porque o filho dele disse que não podia jogar no rio. Com isso, conseguimos fazer o descarte correto. Todos passaram a ter cuidado e respeito com o meio ambiente”, conta a diretora.

Fonte: Isto É / TV Gazeta / Folha Online / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h22
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