Botando banca

 

Foi com a vontade de educar e profissionalizar jovens carentes através do hip hop que Marcelo Silva, o DJ Bola, criou há 10 anos um projeto muito bacana.

É A Banca, uma produtora sociocultural de hip hop no Jardim Ângela, na zona sul da cidade de São Paulo.

O bairro, em que ele nasceu e cresceu, já foi considerado um dos mais violentos do mundo. Marcelo sempre teve uma idéia oposta de como deveria ser o lugar que vivia. Passou, então, com um grupo de amigos, a promover shows e ensaios abertos com os DJs e grupos musicais do bairro para integrar a comunidade e afastar as pessoas da violência.

A idéia era mostrar para os próprios moradores que também existiam coisas maravilhosas na comunidade e que era possível mudar a realidade. E foi exatamente isso que o grupo conseguiu.

“Levamos cultura para onde não existia”, diz Márcio Teixeira, um dos integrantes do grupo.

Hoje, A Banca oferece oficinas de DJ, MC e violão na sede da organização. Mais de 600 jovens já se formaram nos cursos e a idéia é que esse número cresça cada vez mais.

A iniciativa ainda promove campanhas de educação e saúde. Munidos de equipamentos de som, volta e meia a turma ocupa praças e quadras esportivas da vizinhança e usa o microfone para transmitir informações úteis sobre saúde, cidadania e serviço público a quem passa por perto.

“Além de fazer o bem para as pessoas, fazemos o bem a nós mesmos. Moramos aqui, nossos filhos e netos continuarão aqui e por isso lutamos para que eles tenham respeito e mais consciência em busca da qualidade de vida”, afirma Marcelo.

Fonte: Revista Galileu / Pequenas Empresas e Grandes Negócios / Catraca Livre



Escrito por Julia Lordello às 21h59
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A mãe das mães

 

A psicóloga Raquel Barros sempre sonhou ser mãe. Durante anos, fez vários tratamentos para engravidar, sem sucesso.

E foi com esse sonho que ela acabou criando há 10 anos uma ONG para ajudar mães em situações extremas a construírem uma nova história de vida.

É a Associação Lua Nova, em Sorocaba, no interior de São Paulo.

A ONG já atendeu mais de 3.500 mães com seus filhos, a maioria com histórias de vida muito difíceis, com envolvimento com drogas e exploração sexual.

As mães atendidas, solteiras com idade entre 13 e 18 anos, ficam, em média, nove meses na associação e se dividem para cuidar da casa, das crianças, trabalhar e estudar.

Participam de quatro projetos: a oficina Criando Arte, que fabrica bonecas; o Buffet Escola, com a produção de salgadinhos e docinhos para festas; o Empreiteira Escola, em que aprendem a construir suas próprias casas; e a Panificadora Lua Crescente, que atende ao público e oferece uma grande variedade de pães, salgados, doces e bolos.

Para Raquel, o mais importante é mostrar como o afeto pode transformar a vida das pessoas. E é com esse afeto que ela transforma a realidade de centenas de mães.

As meninas que passam por lá mudam completamente de vida. E a da Raquel também está muito diferente desde o início da ONG. Ela conseguiu realizar seu maior sonho e hoje é mãe das gêmeas Giulia e Sofia, com 8 anos.

“Lua Nova é uma experiência de vida, de confiança e de parceria. Cada jovem, cada criança, cada projeto, nos faz nascer dia-a-dia, assim como faz nascer em nós a vontade de continuar, de acreditar que é possível sonhar e que todos nós somos cheios de talentos”, afirma Raquel.

Fonte: Revista Crescer / Brasileiros / Hebron / UOL Notícias



Escrito por Julia Lordello às 23h35
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Empreendedorismo verde

 

Você já reparou como o mundo empresarial está cada vez mais verde?

A preocupação com o clima deixou de ser exclusiva de ambientalistas e passou a ocupar o noticiário e a vida de todos. À medida que aumenta a consciência sobre a preservação ambiental, cresce também a demanda por produtos que sejam mais sustentáveis. E surgem novos negócios.

A Mãe Terra, que surgiu há 30 anos como uma lojinha de produtos naturais, fundada por um empresário que achava importante que as pessoas se alimentassem de forma mais natural, é uma das marcas verdes pioneiras.

Hoje, a empresa já vende produtos como cookies orgânicos e massas integrais para todo o país. E eles não pensam em parar por aí. A idéia é investir em mais projetos sustentáveis na companhia.

“A sustentabilidade não está presente apenas nos alimentos orgânicos e integrais. Estamos lançando o Pensando Bem, programa de rastreamento da cadeia produtiva em que é possível descobrir pelo site o impacto ambiental dos produtos do plantio até a prateleira do supermercado: consumo de água, emissão de poluentes, biodiversidade, geração de resíduo, etc”, conta um dos sócios da marca.

Outro exemplo de empresa verde é a Ecotelhado, que surgiu há seis anos em Porto Alegre. Dois engenheiros, um agrônomo e um civil, que já eram sócios em uma construtora, resolveram mudar o foco da empresa e passar a investir apenas em infraestrutura verde para as cidades.

O primeiro produto que desenvolveram foi o telhado verde, uma camada de plantas que vai sobre o teto das casas e prédios e assim ajuda a reter a água da chuva e a manter a temperatura amena. Com base feita de materiais reciclados, a tecnologia do telhado verde nacional pode sair pela metade do preço dos equivalentes gringos. A iniciativa deu certo e hoje a Ecotelhado está presente em várias cidades do país.

E esses são apenas alguns exemplos. Produtos e serviços que colaborem para que cada pessoa diminua seu impacto na natureza são cada vez mais necessários e estão se tornando, por sorte, cada vez mais comuns. Afinal, com eles, todos ganham: os consumidores, os empreendedores e, principalmente, o planeta.

Fonte: Revista Vida Simples / Exame / Época / IG / O Guia Verde



Escrito por Julia Lordello às 23h41
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Projeto tenta aproximar crianças dos insetos nos Estados Unidos

 

Todo mundo sabe que é preciso despertar a consciência ambiental nas crianças desde cedo. Mas como fazer isso em grandes centros urbanos com poucos espaços verdes?

Foi pensando nisso que um grupo de professores voluntários criou um projeto de educação ambiental muito bacana nos Estados Unidos.

É o Butterfly Project, que quer aproximar as crianças da natureza e dos insetos.

A idéia do projeto é simples: espalhar a mensagem verde em escolas infantis de Nova York. Tudo de forma leve e divertida.

Os voluntários levam as crianças para jardins e hortas, ensinam o papel que os insetos desempenham na manutenção do ecossistema, a importância de cada bichinho para a preservação do planeta e incentivam os pequenos protetores da natureza a plantar mudas e cuidar de todos os seres vivos.

Depois do projeto, muitas crianças que tinham medo dos insetos ou arrancavam folhas das árvores passaram a chamar a atenção dos pais mostrando que é preciso cuidar da natureza e ter mais cuidado com os espaços verdes.

“Não é difícil incentivar a criança a desenvolver uma relação de carinho com a natureza e com os insetos. Se mostrarmos o bichinho, falarmos da importância dele, ela vai entender”, afirma um dos voluntários do projeto.

Fonte: EcoDesenvolvimento / Planet Green / Revista Crescer / Butterfly Project



Escrito por Julia Lordello às 23h48
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RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Primeiros passos

 

Você já observou uma criança aprendendo a andar?

Ela começa toda desajeitada, com as pernas afastadas, bracinhos abertos como um equilibrista numa corda bamba. Tropeça, cai, levanta.

Dar os primeiros passos é um grande desafio. A criança demora a aprender, mas um dia, depois de tanto tentar, simplesmente aprende.

É assim também quando aprendemos a ter atitudes mais sustentáveis. Os primeiros passos não são fáceis. Nem sempre vamos acertar. Muitas vezes vamos tropeçar, cair, levantar. Mas aos poucos vamos aprender.

Pensar nisso é fundamental para lembrar a importância de ter hábitos sustentáveis no dia-a-dia. Sejam eles grandes ou pequenos.

Não precisa esperar ser um grande conhecedor do assunto para fazer uma festa verde, economizar água e energia ou cuidar da natureza.

Comece já a ser mais consciente. Só pode deixar o carro em casa no final de semana? Então deixe. Só pode plantar uma árvore através de um programa de reflorestamento via internet? Plante. Só pode ajudar o planeta consumindo menos? Consuma menos.

Algumas notícias dessa semana foram exemplos de projetos sustentáveis que qualquer pessoa pode participar.

Duas iniciativas de reflorestamento: a campanha Bilhões de Árvores, promovida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), e o programa de reflorestamento via internet Clickarvore, criado pela SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Ambiental Vidágua.

 

O projeto Dia Mundial sem Carro que aconteceu em mais de 2 mil cidades do mundo. A iniciativa fez muita gente experimentar outras opções de deslocamento, como o transporte público, bicicletas e até a boa e velha caminhada. E deu a oportunidade de vivermos, por um dia, em uma cidade com menos carro.

 

E o projeto Give Your Stuff Away Day, criado voluntariamente pelo americano Mike Morone. A idéia da iniciativa, que aconteceu nos Estados Unidos, é simples: unir pessoas que querem doar àquelas que querem receber. Tudo em um dia marcado. Todo mundo foi convidado a levar suas coisas que não tem mais utilidade para a calçada. Com isso, calçadas de várias casas ficaram durante todo o dia cheias de objetos disponíveis.

 

Há um tempo, li uma frase muito bacana do filósofo irlandês Edmund Burke na revista Vida Simples: “Ninguém comete erro maior que não fazer nada porque só pode fazer um pouco”. Pense nisso!

 

Um abraço e uma semana fantástica para todos nós!



Escrito por Julia Lordello às 23h24
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Amigos dos animais

 

Uma vida dedicada a cuidar de onças, macacos, jabutis, pingüins e muitos outros animais. É essa a história de vida de muitos voluntários que dedicam todo o tempo para cuidar de bichos que precisam de ajuda.

O médico oncologista Luciano Saboia é um deles. Há sete anos, mantém voluntariamente uma área de 55 alqueires em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba (PR), para a manutenção de animais da fauna brasileira.

A idéia inicial do médico era reflorestar a área, mas o projeto cresceu e hoje ele mantém mais de 1.800 animais de 200 espécies. São onças, tamanduás, antas, diversas aves, entre outras espécies, que precisam de cuidados especiais.

Todos recebem tratamento adequado, desde alimentação balanceada, supervisão de um médico veterinário, até a construção de ambientes adaptados para cada espécie.

“É um lugar para eles se sentirem cem por cento bem”, afirma ele.

O casal Silvia e Marcos Pompeu também tem um grande amor pelos animais. Juntos, criaram há 19 anos o Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos em Cotia, região metropolitana de São Paulo. Lá, cuidam de 300 animais, domésticos e silvestres.

Além de cuidar dos bichos, ainda recebem crianças de todo o Brasil para conscientizar sobre maus tratos contra animais e formar pequenos defensores da natureza.

“O trabalho de educação ambiental é a oportunidade que temos para mudar a realidade de fora. Para as crianças entenderem que é possível viver em harmonia com outros seres”, conta Marcos.

A ONG R3 Animal, que tem como missão resgatar, reabilitar e reintroduzir animais silvestres e marinhos ao seu habitat, também tem uma história de dedicação aos bichos. Até hoje, cuidaram e devolveram à natureza centenas de pingüins perdidos nas praias de Santa Catarina.

“Somos apaixonados pelos animais”, afirma um dos voluntários da ONG.

Fonte: Gazeta do Povo / Globo Rural / Diário Catarinense / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 19h37
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Dia de doar suas coisas

 

O que você faz com as roupas, móveis e objetos que não tem mais utilidade?

Muitas pessoas jogam no lixo ou simplesmente esquecem dentro de casa. Mas existe muita gente que tem consciência da escassez dos recursos naturais e se esforça para dar nova vida a essas peças.

Um exemplo disso é o americano Mike Morone que criou voluntariamente um projeto muito bacana.

É o Give Your Stuff Away Day, um dia para todo mundo doar suas coisas.

A idéia da iniciativa, que aconteceu hoje nos Estados Unidos, é simples: unir pessoas que querem doar àquelas que querem receber. Tudo em um dia marcado.

Todo mundo foi convidado a levar suas coisas que não tem mais utilidade para a calçada. Com isso, calçadas de várias casas ficaram durante todo o dia cheias de objetos disponíveis. Tudo gratuito para qualquer pessoa aproveitar.

O projeto tinha apenas algumas regras. Não valia levar lixo, material ilegal, itens perigosos, comida, produtos químicos e armas.

Para Mike, o importante foi mostrar como um objeto que não tem a menor importância para um pode ser fundamental para outro e como é importante doar o que você não usa.

“É uma pequena ação que faz uma grande diferença para as pessoas e para o planeta”, afirma.

Que tal aproveitar a idéia e criar um projeto como esse no seu bairro ou condomínio? Não jogue fora peças que ainda podem ser utilizadas. Doe!

Fonte: Planeta Sustentável / BBC / GOOD / Blog H2O / Vida Simples



Escrito por Julia Lordello às 21h18
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Retrospectiva

O primeiro cemitério solar do mundo

 

Na Espanha, uma cidade decidiu aproveitar um espaço inusitado para instalar um centro de geração de energia limpa. Lá, funciona o primeiro cemitério solar do mundo.

Os 462 painéis fotovoltaicos instalados no local são capazes de gerar mais de 100 kWh de eletricidade, o suficiente para fornecer energia para 60 famílias de classe média.

O lugar era uma das poucas áreas abertas, com superfície ensolarada, da cidade de Santa Coloma de Gramanet. Ao observar que a cobertura dos túmulos poderia servir de apoio aos painéis, a empresa Live Energy criou um projeto para aproveitar a área.

Claro que a tarefa de transformar o cemitério em um gerador de energia limpa não foi fácil. Afinal, trata-se de um espaço sagrado. Para isso, houve a preocupação de desenhar as placas solares de forma que não interferisse na paisagem, sacrificando, inclusive, seu posicionamento ideal para não incomodar o público.

A energia obtida é transportada por canais até uma unidade de transformação, que as converte em eletricidade.

De acordo com os criadores da proposta, a geração desta via sustentável evita a emissão de 62 mil toneladas de dióxido de carbono por ano e equivale à plantação de 4600 árvores.

“A geração de energia limpa é uma homenagem aos nossos antepassados”, afirma um dos criadores.

O cemitério solar não é a primeira iniciativa sustentável de Gramenet. No total, a cidade possui 1.083 m2 de painéis solares, que abastecem 145 famílias com energia limpa.

Fonte: Planet Green / Discovery Channel / BBC / Jornal Nacional

Ps: Gostaria de convidar a todos para ler a entrevista que dei sobre o 365 Dias que Acalmaram o Mundo para o (excelente) portal Responsabilidade Social. Ficou muito bacana. Vale a pena tirar alguns minutos para ler. Link da entrevista: http://www.responsabilidadesocial.com

E para quem ainda não leu a entrevista sobre o 365 Dias no site da ONG Vez da Voz, aí está o link (também ficou linda): http://www.vezdavoz.com.br/site/artigos.php



Escrito por Julia Lordello às 17h23
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Asfalto ecológico

 

Você sabia que existe asfalto ecológico? E ele já chegou ao Brasil.

A concessionária que administra a Rodovia dos Bandeirantes (SP) inaugurou neste mês o primeiro trecho da rodovia recuperado de forma ecológica. Uma das camadas estruturais da pista foi reconstruída com pavimento reciclado e o revestimento da superfície foi feito com asfalto-borracha, produzido a partir de pneus velhos.

Parte do processo de reciclagem do pavimento usado para reconstruir o trecho – localizado entre os km 85 e 78, da pista sentido capital – ainda foi feito no próprio canteiro de obras da rodovia, em uma usina móvel, diminuindo as emissões por transporte. O asfalto velho foi retirado da pista, triturado e enriquecido com cimento e pó de pedra no próprio local e, depois, reaplicado.

A operação reciclou 450 mil pneus – que levam cerca de 600 anos para se decompor – e o equivalente a 36 piscinas olímpicas cheias de asfalto velho, reduzindo a quantidade de resíduos produzidos nas obras de recuperação da Rodovia.

E tem mais: o novo asfalto não traz apenas benefícios ambientais. O pavimento ecológico gera menos ruídos e maior aderência dos pneus, além de ser mais durável, o que proporciona mais segurança e conforto aos motoristas que transitam pela rodovia.

Com esse projeto, a Rodovia dos Bandeirantes, que neste ano foi eleita a melhor do país pela quinta vez consecutiva, pelo Guia Quatro Rodas, se transformou em uma das mais ecológicas do Brasil.

Até 2011, a concessionária pretende recuperar, de forma ecológica, 600 km de pistas da rodovia. Bom para as pessoas e para o planeta.

Fonte: Planeta Sustentável / Cidades e Soluções / Globo.com / CicloVivo



Escrito por Julia Lordello às 16h36
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Dia sem carro

 

Já imaginou andar pelas ruas da sua cidade e ver poucos carros e muitas pessoas a pé ou pedalando?

Nos grandes centros urbanos isso parece difícil, mas é exatamente essa a proposta do projeto Dia Mundial sem Carro, que está acontecendo hoje em mais de 2 mil cidades do mundo.

A idéia é mostrar como a cidade fica melhor com mais gente e menos trânsito. O ar fica mais limpo, o barulho diminui e a cidade fica muito mais bonita e humana. Em vez de motores rugindo, o barulho é de vozes, de gente se encontrando.

E mais sério ainda é o aquecimento global. A fumaça que o carro solta hoje vai virar a enchente, o furacão, a epidemia de amanhã.

Por tudo isso, é fundamental conscientizar as pessoas sobre a importância do uso sustentável dos meios de transporte.

A iniciativa está fazendo muita gente experimentar outras opções de deslocamento, como o transporte público, bicicletas e até a boa e velha caminhada. E está dando a oportunidade de vivermos, por um dia, em uma cidade com menos carro.

“Observe como é nossa vida: moramos em caixas que são os apartamentos, quando saímos entramos em outra caixa, que é o carro, e depois chegamos ao escritório, outra caixinha, e acabamos não nos relacionando com as pessoas e o mundo”, afirma uma das voluntárias do projeto.

Esqueça o carro em casa e caminhe, pedale, reflita. Faça parte desse dia sustentável.

Fonte: Revista Vida Simples / O Globo / Gazeta do Povo / Idéias Green



Escrito por Julia Lordello às 12h16
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Plante uma árvore!

 

Hoje, 21 de setembro, é o Dia da Árvore.

As árvores são essenciais para manter a vida humana e também as espécies de animais e plantas no planeta. Isso porque fornecem grande parte do necessário para a sobrevivência: alimentação, oxigênio, garantia de água potável e solo fértil, além de estabilizar o clima na Terra.

Definitivamente, elas merecem uma data para celebrar a sua existência, principalmente para lembrar as pessoas da importância de preservá-las.

Então, que tal plantar uma árvore? Já existem muitos projetos que apóiam e ajudam pessoas que queiram contribuir para espalhar verde por aí.

Um exemplo é a campanha Bilhões de Árvores, promovida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

A iniciativa convida pessoas, empresas e ONGs do mundo inteiro para preencher uma ficha de compromisso no site da campanha se comprometendo a plantar determinada quantidade de árvores.

A idéia é que todos participem. Cada pessoa promete plantar a quantidade de mudas que desejar. No site da campanha, é possível acessar dicas sobre o plantio das árvores.

Depois, é só voltar ao site e dividir com os outros internautas as fotos e informações sobre a sua árvore. Essa é a forma que a ONU encontrou para acompanhar o crescimento de cada muda e ainda fazer um grande projeto de educação ambiental. Até agora, mais de 10 bilhões de mudas foram plantadas e registradas, em 170 países diferentes.

Outra iniciativa fantástica é o programa de reflorestamento via internet Clickarvore, criado pela SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Ambiental Vidágua, em que qualquer pessoa pode ajudar a plantar árvores sem precisar sair de casa. Basta um clique no mouse e, pronto, mais uma muda vai para a terra, financiada por empresas parceiras.

Aqui no 365 Dias já tivemos vários exemplos de pessoas que estão trazendo mais verde para as cidades, como o decorador Seimir Pedro (26/05/10), o consultor Flores Welle (23/07/09) e o artista plástico Rubens Matuck (3/06/09), entre outros. É só dar uma olhada no histórico do blog e ler as notícias.

Fonte: O Globo / Planeta Sustentável / Blog da Gisele / Folha de S. Paulo



Escrito por Julia Lordello às 19h56
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As lições que o circo ensina

 

Isolado por canaviais, o bairro Campos Salles, em Barra Bonita, no interior de São Paulo, corria o risco de sumir do mapa. A região estava abandonada. O mato cobria as poucas ruas de terra e até a escola do bairro, com uma quadra poliesportiva, estava fechada. Mas há dois anos o povoado ganhou um sopro de vida.

A responsável por isso foi a pedagoga e voluntária Heloísa Melillo que criou um projeto para transformar a escola desativada em um grande espaço de aprendizado. É a Casa de Cultura e Cidadania.

O que era um lugar abandonado se transformou em um espaço de sonhos. Tudo foi reformado. A quadra da escola, por exemplo, virou um picadeiro para aulas de circo.

Lá, 1.026 crianças e adolescentes tem aulas ao menos duas vezes por semana de atividades como música, dança, teatro, circo, ginástica, informática e até a arte de contar histórias. Cada aluno ganha dois lanches por dia.

“Mais que ensiná-los a fazer piruetas, o projeto busca desenvolver habilidades para os desafios da vida: superar limites, ter equilíbrio, flexibilidade e coragem para se arriscar”, afirma Heloísa.

E tem mais: o projeto também cuida da família dos alunos. Dão palestras, ensinam formas de geração de renda e dão todo o apoio necessário. Juntos, eles criam hortas comunitárias, cooperativas de artesanatos, plantam árvores na região e realizam projetos de educação ambiental.

“Tudo mudou. Agora economizamos água e energia, reciclamos o lixo, não jogamos lixo na rua, aprendemos muito”, afirma uma dos moradores.

Fonte: Revista Época / Band / Mundo Eco / Casa de Cultura e Cidadania



Escrito por Julia Lordello às 23h50
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RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Pegue o queijo (você consegue)

 

Tente se colocar no lugar do rato da foto acima. O que você faria para pegar o queijo?

Para muitos, uma ratoeira a frente é sinal de que é preciso desistir. Mas existem algumas pessoas que tem um dom de lidar bem com essas situações. Mesmo com tudo parecendo conspirar negativamente, mesmo com todas as dificuldades, mesmo com as maiores ratoeiras, elas seguem em frente.

O segredo? Acredito que seja um conjunto de características como vontade, calma, perseverança e bom humor.

A vontade move a gente para realizar nossos sonhos e anseios. A calma nos ajuda a pensar melhor (e de forma mais inteligente) em como alcançar o que desejamos. A perseverança faz a gente não desistir mesmo com muitos tombos. E o bom humor, característica fundamental para qualquer ser humano, faz a gente enfrentar tudo isso de um jeito mais leve.

Pensar nisso é fundamental para lembrar a importância de não desistir do que queremos. Precisamos lutar pelas coisas que realmente são valiosas pra gente.

Duas notícias dessa semana foram exemplos de pessoas que criaram soluções maravilhosas para grandes problemas. Elas enfrentaram as adversidades e tiveram sucesso.

A dentista Adriana Zink que atende pacientes muito especiais. Ela se dedica aos autistas. Quando precisa de atendimento odontológico (mesmo que seja uma simples limpeza), a maioria desses pacientes é internada num hospital para receber anestesia geral. Adriana decidiu tentar fazer diferente. Passou a freqüentar reuniões de famílias de autistas, estudou os métodos de aprendizagem disponíveis e conseguiu adaptar algumas técnicas para a odontologia.

E a voluntária Lilian Prado que se uniu a outros 120 jovens para criar uma instituição financeira no interior de Pernambuco: a Acreditar, que é chamada carinhosamente pelos moradores da região de “banco dos sonhos”. E a idéia é justamente essa. Ajudar pequenos empreendedores a realizar o sonho de ter o próprio negócio. A iniciativa gera emprego e prosperidade e faz com que muitos enxerguem possibilidades de se ganhar a vida sem ter que recorrer à imigração, sem ter que se distanciar das origens.

Se vocês repararem, o rato da foto está com um capacete. Se você quer pegar o queijo, coloque seu capacete também. Planeje, estabeleça metas. Tenha vontade, calma, perseverança e bom humor. Enfrentar as adversidades não é fácil. Mas, quando conseguimos, é uma sensação deliciosa.

 

Um abraço e uma semana maravilhosa para todos nós!



Escrito por Julia Lordello às 20h54
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Limpando o mundo

 

Já imaginou pessoas do mundo inteiro unidas para fazer uma faxina mundial, recolhendo toneladas de lixo e conscientizando as pessoas quanto a importância de preservar o meio ambiente?

É exatamente isso que aconteceu neste final de semana.

Cerca de 35 milhões de voluntários ao redor do mundo participaram de um projeto fantástico.  É o Clean Up The World, ação global que conta com o apoio da ONU e está na sua 18ª edição.

A idéia é aproveitar o Dia da Limpeza das Praias e Ambientes Costeiros, que foi comemorado neste sábado (18), para fazer uma grande limpeza nas praias e parques, e ainda realizar um trabalho de educação ambiental.

Voluntários de 125 países criaram projetos em prol de um mundo mais limpo e saudável. Durante esses dias, recolheram resíduos de praias, águas e parques, distribuíram sacolas biodegradáveis, feitas a base de milho, plantaram árvores e conscientizaram a população sobre a preservação do meio ambiente.

E tem mais: todos os resíduos coletados foram encaminhados para cooperativas e instituições de reciclagem.

Para os organizadores do movimento, mais do que simplesmente recolher e reciclar o lixo, a idéia do projeto é conscientizar as pessoas de como pode ser simples ter atitudes sustentáveis, que vão desde não jogar lixo nas praias e parques até respeitar o outro e a natureza.

“É preciso ter esperança e também responsabilidade. Precisamos nos unir e criar um planeta que queremos para nossos filhos e netos. É muito bom ver voluntários ao redor do mundo recolhendo lixo e plantando árvores”, afirmou Ian Kiernan, criador do movimento.

Fonte: O Globo / Estadão / Planeta Sustentável / Clean Up The World



Escrito por Julia Lordello às 20h45
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O banco dos sonhos

 

No interior de Pernambuco, onde a escassez de recursos poderia tornar a vida improdutiva, uma atitude de alguns jovens mudou o rumo de muitas famílias.

Percebendo a necessidade de investir na sua própria região, a voluntária Lilian Prado, de 26 anos, se uniu a outros 120 jovens para criar uma instituição financeira: a Acreditar, que é chamada carinhosamente pelos moradores da região de “banco dos sonhos”.

E a idéia é justamente essa. Ajudar pequenos empreendedores a realizar o sonho de ter o próprio negócio.

Lá, tudo é feito para ajudar as pessoas. Para conseguir empréstimo não é preciso dar nada em garantia. Basta a palavra. Cada novo empreendimento inscrito no programa passa por um processo chamado de crédito assistido, que inclui uma orientação técnica no processo de amadurecimento da idéia, o levantamento socioeconômico dos futuros empreendedores, a avaliação do Comitê de Crédito do Acreditar e, por fim, a liberação do valor e o acompanhamento de como ele será gasto. As linhas de financiamento variam de R$ 200 a R$ 2 mil. A média é R$ 500.

O recurso é disponibilizado para que estes trabalhadores, até então sem ocupação, possam investir em pequenos negócios e consigam, desta forma, sobreviver com dignidade.

A iniciativa destes jovens gera emprego e prosperidade e faz com que muitos enxerguem possibilidades de se ganhar a vida sem ter que recorrer à imigração, sem ter que se distanciar das origens.

Cobrando juros de apenas 3% ao mês sobre o saldo devedor, o projeto deu certo e até hoje beneficiou mais de 7 mil pessoas.

“Começaram a nascer lojinhas, bancas de feira, barraquinhas de comida, escolinhas e muitos outros empreendimentos. É muito bom ver os negócios dando certo. O Acreditar não é um simples projeto, é um sonho”, afirma Lilian.

Fonte: Revista Época / Brasileiros / Diario de Pernambuco / IG / Acreditar



Escrito por Julia Lordello às 20h15
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Retrospectiva

Casamento sustentável

 

Você já parou para pensar como uma festa de casamento pode agredir o meio ambiente?

São centenas de embalagens e papéis para fazer lembrancinhas e convites, roupas para os noivos e convidados que em muitos casos são usadas uma única vez, gás carbônico emitido pelos carros usados para chegar à festa, etc.

Pensando nisso, algumas pessoas estão trazendo o conceito de sustentabilidade para o casório e transformando essas festas em casamentos lindos e ecologicamente corretos.

São convites em papel reciclado, festas ao ar livre à luz do sol para diminuir o gasto de energia, lembranças ecológicas, vestidos com material reaproveitado e até noivas que chegam de bicicleta e não de carro ao casamento. Tudo pelo bem do meio ambiente.

Em outubro do ano passado, cerca de 60 amigos e familiares da analista Priscila Teixeira e do engenheiro Willian Cruz foram surpreendidos com um e-mail intitulado "Pedalada do Casório". Tratava-se de nada menos que o convite de casamento dos dois. A idéia foi um sucesso.

No dia do casamento, vestido a caráter, o casal encontrou os padrinhos e outros amigos na Praça do Ciclista, em São Paulo, e seguiram todos de bicicleta até o cartório onde foi realizado o casamento civil.

Juntos, percorreram oito quilômetros. Tudo para mostrar como pode ser simples e divertido ter uma vida mais verde e sustentável.

O ambientalista Mateus Fernandes e a designer Tereza da Silva também decidiram ter um casamento verde.

Para chegar ao evento, que aconteceu na cidade de Brasília (DF), os convidados se cadastraram em um site que organiza caronas. No lugar dos tradicionais convites, o comunicado da união foi via e-mail. E o principal: o casal selecionou alimentos orgânicos de produtores locais.

“Escolhemos fazer um casamento sustentável, pois fazia sentido para nós. Não casamos no civil, nem no religioso. Casamos com a natureza. Foi lindo. E ainda fizemos as pessoas pensarem sobre o assunto”, afirma o casal.

Fonte: Portal Aprendiz / Planeta Sustentável / Planet Green / O Globo



Escrito por Julia Lordello às 21h17
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Energia limpa em Portugal

 

Há cinco anos, os líderes de Portugal, nação ensolarada e varrida pelo vento, fizeram uma aposta: para reduzir a dependência do país em relação aos combustíveis fósseis importados e garantir um futuro mais sustentável ao planeta, criaram diversos projetos ambiciosos de energia renovável.

Lá, o sol, o vento, os rios e as ondas locais, fontes inesgotáveis de energia que antes eram desperdiçadas, passaram a ser aproveitadas de forma sustentável.

Hoje, Portugal é um dos maiores produtores de energia limpa do mundo. Neste ano, quase 45% da eletricidade colocada na rede portuguesa virá de fontes renováveis.

Pensando nisso, um grupo de editores e estudiosos portugueses, que trabalham na Echo-box e no Atelier Nunes e Pã, criou o livro Energias Renováveis.

A idéia é mostrar o quanto a produção de energia limpa é fundamental para as pessoas e para o meio ambiente e ainda dar informações e dicas sobre sustentabilidade.

“Os livros podem e devem mudar o mundo. Este livro, que foi feito de forma independente, é uma tentativa de esclarecer conceitos como energias renováveis, certificação energética e muitos outros assuntos que começaram a aparecer em Portugal e que muitos desconhecem. Queremos incentivar as pessoas a ter um modo de vida mais sustentável”, afirma Barbara Azevedo, coordenadora editorial.

Quem quiser saber um pouco mais sobre o livro é só ir ao site do grupo (http://www.ateliernunesepa.pt/energias_renovaveis).

Fonte: Folha de S. Paulo / The New York Times / Atelier Nunes e Pã



Escrito por Julia Lordello às 23h42
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