Mutirão de limpeza planta mudas de flores no lugar de lixo

 

Plantar mudas de flores no lugar onde antes havia lixo jogado. É esse um dos principais objetivos do projeto Limpa Alto Leme, no Rio de Janeiro.

A iniciativa, que aconteceu nesta manhã, foi organizada pelos próprios moradores das comunidades Chapéu Mangueira e Babilônia, no Leme, na Zona Sul.

Cansados de ver lixo nas ruas, eles decidiram criar um projeto para incentivar a todos a cuidar do lugar onde vivem. Organizaram um mutirão de limpeza e saíram pelas ruas da região recolhendo lixo e plantando mudas.

A idéia é espalhar cidadania, limpar as ruas e mostrar para as pessoas como pode ser simples cuidar da própria comunidade e como tudo fica melhor com mais verde e menos lixo.

O grupo ainda recolheu garrafas PET para reciclagem, instalou placas para conscientizar as pessoas a não jogar detritos nessas áreas e conversou com grande parte dos moradores das comunidades sobre a importância de dar um destino correto ao lixo e proteger o meio ambiente.

“É muito bom quando percebemos que nós mesmos podemos transformar o que não gostamos”, afirma um dos moradores.

Fonte: Extra / Rádio Tupi / Pauta Social / Viva Favela



Escrito por Julia Lordello às 12h44
[] [envie esta mensagem] []



Transformando lixo em incríveis brinquedos

 

Getúlio Damado já trabalhou com muitas coisas. Consertando panelas, como funcionário de supermercado, como pipoqueiro, mas a sua maior vocação é transformar lixo em belíssimos brinquedos.

Tampinhas de refrigerante, garrafas PET, pedaços de madeira e todo tipo de lixo se transforma em arte nas mãos do artista plástico.

E ele não cria apenas bonecos e todo tipo de brinquedo. Cria sonhos. Cada obra tem um nome e características próprias. É como uma grande família que ele divide com o mundo.

As crianças ficam encantadas com os brinquedos e acabam tendo vontade de criar seus próprios bonecos também.

Getúlio dá oficinas e ensina a sua arte. Essa é a forma que ele encontrou de mostrar para as crianças como muitas vezes um brinquedo que a gente faz é muito mais valioso que um que a gente compra e como é importante reaproveitarmos o lixo.

Foi com esse talento que ele criou um espaço cheio de cores, brinquedos e poesia em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. É o Ateliê Bonzolândia.

“Fui criado no interior de Minas, numa cidadezinha chamada Espera Feliz, na roça. Não tinha esses super brinquedos que as crianças têm hoje. Eu e meus irmãos tínhamos que criar. Então para mim sempre foi normal criar tudo isso a partir do lixo”, conta.

Hoje, Getúlio é convidado por projetos de diferentes países para expor seu trabalho com materiais descartados.

“É um trabalho muito bom. Gosto muito do que faço”, afirma.

Fonte: O Globo / Razão Social / Veja Rio / Roda da Moda



Escrito por Julia Lordello às 23h59
[] [envie esta mensagem] []



A dentista que desafia o autismo

 

Num consultório no bairro do Tucuruvi, na Zona Norte de São Paulo, a dentista Adriana Zink atende pacientes especiais. Muito especiais. Ela se dedica aos autistas.

O mais bacana é que ela atende todos os autistas. Aqueles que são mais colaborativos, que falam, estudam e podem até chegar ao mestrado, e aqueles de baixo funcionamento, que não falam e, quase sempre, tem comportamentos violentos.

Entre seus pacientes, há adultos e crianças que já agrediram, mesmo que sem intenção, médicos e familiares. Como, então, Adriana consegue conduzi-los até a cadeira, fazer com que abram a boca e aceitem receber uma limpeza ou até mesmo a extração de um dente comprometido?

“Não há mágica nessa história. Há um inspirador exemplo de dedicação. Ela decidiu fazer especialização em pacientes especiais porque se comoveu com a situação das famílias. Mesmo quem pode pagar não encontra dentistas dispostos a cuidar de autistas. Às vezes ninguém consegue controlar uma criança, mas ela se acalma quando Adriana faz contato”, diz Waldemar Ferreira Neto, sócio da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD).

Quando precisa de atendimento odontológico (mesmo que seja uma simples limpeza), a maioria dos pacientes é internada num hospital para receber anestesia geral. Adriana decidiu tentar fazer diferente. Passou a freqüentar reuniões de famílias de autistas, estudou os métodos de aprendizagem disponíveis e conseguiu adaptar algumas técnicas para a odontologia.

E o mais importante: ela criou um método cheio de carinho e paciência para cuidar desses pacientes. Às vezes, precisa de quatro sessões só para conseguir convencer o paciente a sentar-se na cadeira. Mas ela sempre consegue.

Todas as quartas-feiras, Adriana ainda faz um trabalho voluntário. Cuida gratuitamente de autistas, deficientes mentais (e de qualquer outro paciente que aparecer) no projeto social da escola de samba Unidos de Vila Maria.

“Adriana é nossa encantadora de autistas. Ela tem um dom especial”, afirma Waldemar.

Fonte: Revista Época / Sentidos / Blog Adriana Zink



Escrito por Julia Lordello às 20h07
[] [envie esta mensagem] []



RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Nossos quintais

 

Todo final de semana fazemos quase sempre a mesma coisa. E nem sempre nos damos conta disso. Para alguns, ir ao shopping, restaurante, teatro. Para outros, ler um livro, reunir a família, descansar.

Você, como eu, já teve vontade de mudar um pouco isso e descobrir coisas diferentes para fazer? Provavelmente sim. Então, aí vai uma boa dica: descubra o verde na sua cidade.

Existem muitos jardins, parques e espaços verdes nas cidades que não prestamos atenção. São verdadeiros quintais cheios de árvores, pássaros e ar puro. E são nossos. Afinal, muitos são públicos, ou seja, de todos nós.

No Rio de Janeiro, um lugar maravilhoso é o Jardim Botânico. É um dos lugares que mais gosto na minha cidade. Todo vez que vou lá descubro uma árvore nova, um cantinho que nunca reparei, um pássaro que nunca vi. O Parque Lage também é encantador. Dá para tomar um café da manhã delicioso e fazer caminhadas ecológicas.

Em São Paulo, já li que existem projetos muito bacanas que valorizam esses passeios ao ar livre. Um deles é o Movimento Boa Praça, criado por um grupo de moradores do Alto Pinheiro, Lapa e bairros vizinhos, que organiza todo último domingo do mês um piquenique em praças da região. Além de se divertirem, eles ainda cuidam do espaço. Plantam mudas, consertam os brinquedos, recolhem o lixo. Deve ser muito bacana.

Outro projeto em São Paulo é o piquenique organizado pelo restaurante Friccò. As pessoas passam o dia no campo, conhecem a produção de alimentos que são utilizados nos pratos e participam de um piquenique sob a sombra de árvores em um grande espaço verde.

Duas notícias dessa semana me fizeram pensar sobre isso.

Uma linha de trem elevada abandonada que foi transformada em um belíssimo parque em Nova York. O que era um espaço ocioso virou um grande jardim para todos. E o mais bacana: foi a própria população que voluntariamente criou um projeto para angariar fundos para transformar o lugar.

 

E a Trilha da Babilônia, que se estende entre os morros da Babilônia e Leme, no Rio de Janeiro, que foi reativada graças a um trabalho voluntário dos moradores da região. Juntos, eles criaram a associação CoopBabilônia, fizeram parcerias, cuidaram de todo o espaço e plantaram mais de 190 mil mudas. O grupo ainda treinou jovens carentes da região para se tornarem guias e instalou placas explicativas no local. Outra ótima opção de passeio no Rio de Janeiro.

 

Só pra variar, saia por aí descobrindo árvores, flores e pássaros. Para quem curte contemplar a natureza, qualquer passeio ao ar livre vale a pena.

 

Ande pelas ruas do seu bairro, aproveite um dia bonito para reunir seus amigos e promover um piquenique em uma praça ou parque da sua cidade, olhe mais para as árvores e para o céu, escute os pássaros. Aproveite a paz da sua cidade e do seu quintal!

 

Um abraço e uma semana verde para todos nós!



Escrito por Julia Lordello às 20h05
[] [envie esta mensagem] []



Mutirão de voluntários da saúde leva atendimento médico ao sertão baiano

 

Neste mês, moradores da pequena Caetité, cidade com 48 mil habitantes a 750 quilômetros de Salvador, receberam um projeto muito especial.

É a ONG Voluntários do Sertão, que organiza mutirões de voluntários para levar atendimento médico ao sertão baiano. São mais de 300 especialistas, entre pediatras, ginecologistas, oftalmologistas e ortopedistas.

A idéia é realizar consultas, tratamentos, cirurgias, distribuir kits de higiene pessoal e bucal, promover ações de cidadania e ainda ensinar um pouco sobre os cuidados com a saúde através de palestras educativas.

Outros 11 municípios situados num raio de 50 km também foram atendidos.

“Nosso objetivo é garantir assistência em saúde e segurança alimentar e promover o voluntariado como ferramenta de transformação social. Às vezes, são coisas simples que se tornam tudo na vida daquelas pessoas”, afirma Doriedson Pereira, fundador da ONG.

Essa é a décima vez que o programa vai ao sertão. Ano após ano, a iniciativa cresceu. Agora, conta com vários parceiros que doam medicamentos, óculos, material cirúrgico e até disponibilizam aviões para transporte dos voluntários.

Até agora, o projeto Voluntários do Sertão soma mais de 45 mil atendimentos, com a participação de quase 2.000 pessoas.

“É um projeto que realmente transforma a vida das pessoas. Tenho muito orgulho de fazer parte dele”, diz um dos voluntários.

Fonte: Folha de S. Paulo / RedeTV / R7 / Voluntários do Sertão



Escrito por Julia Lordello às 19h58
[] [envie esta mensagem] []



Defensores do verde

 

Admirar a Praia Vermelha e a do Leme ao mesmo tempo costumava ser privilégio de montanhistas no Rio de Janeiro. Desde o início do ano passado, porém, mesmo quem não se aventura a ficar pendurado em rochas pode ter esta chance.

É que a Trilha da Babilônia, que se estende entre os morros da Babilônia e Leme, foi reativada. E mais que isso: toda a área foi transformada graças a um trabalho voluntário dos próprios moradores da região.

Juntos, eles criaram a associação CoopBabilônia, fizeram parcerias, cuidaram de todo o espaço e plantaram mais de 190 mil mudas. O grupo ainda treinou jovens carentes da região para se tornarem guias e instalou placas explicativas no local.

O que era um lugar abandonado se transformou em um grande espaço verde para todos.

Quem faz o passeio conhece a história do lugar e se encanta com o raro ângulo de visão da praia de Copacabana e da Baía de Guanabara e com os pássaros que voltaram a freqüentar a mata após o reflorestamento.

De vez em quando ouve-se ali assobios de sabiás e jacupembas e é possível, com alguma sorte, se deslumbrar com a elegância de tucanos.

“É lindo ver como tudo mudou. É quase um milagre perceber que uma mudinha de 25 centímetros vira uma árvore de 8 metros. Quando saio de casa, minha filha pergunta se pode ir comigo. Dá satisfação saber que ela vai poder deitar debaixo de uma árvore que eu mesmo plantei”, afirma um dos voluntários que cuida do lugar.

Fonte: O Globo / Razão Social / Band / EcoPop



Escrito por Julia Lordello às 18h24
[] [envie esta mensagem] []



Retrospectiva

No surfe, uma nova forma de encarar a vida

 

A vida de Henrique Saraiva se transformou completamente em dezembro de 1997. Acostumado a jogar futebol, tênis e muitos outros esportes, levou um tiro durante um assalto e perdeu os movimentos da cintura para baixo.

A partir daí, começou um longo processo de depressão, recuperação e aceitação. Mas tudo mudou em 2001, quando seu amigo de infância Marcos Sifu passou a incentivá-lo a surfar.

Após muita hesitar, Henrique resolveu aceitar a sugestão usando uma prancha de kneeboard (surfe de joelhos). Desceu reto em sua primeira onda, o que foi o suficiente para não largar nunca mais o esporte.

O surfe mudou tudo. Ele passou a ter mais auto-estima, a encarar a vida de outra forma. Ao invés de se esconder em casa, passou a ter vontade de sair com os amigos, ir à praia e principalmente viver.

“Eu tinha deixado de freqüentar a praia porque todo mundo ficava me olhando. Hoje, tenho orgulho de surfar. Se as pessoas me olham, sinto que estou passando algo de bom, transmitindo alguma coisa positiva. E é muito bom ter o contato com a natureza e praticar um esporte junto com meus amigos, de igual para igual”, afirma.

Em 2007, Henrique decidiu que era hora de fazer pelos outros o que Sifu havia feito por ele. Inspirado por projetos semelhantes já existentes no litoral paulista e na Califórnia e Havaí, criou a Adaptsurf, uma entidade que promove e divulga o surfe adaptado para pessoas com deficiência e luta por melhorias na acessibilidade das praias.

A ONG conta com o apoio de amigos, voluntários e algumas empresas e dá aulas gratuitas no Posto 2 da Barra e no Posto 11 do Leblon. O projeto já conseguiu transformar a vida de cerca de 20 deficientes.

“Posso dizer que 99% dos alunos não freqüentava a praia desde que ficou deficiente. O resultado é ótimo. Eles ficam maravilhados, encantados com o projeto. Nada paga isso. Mudo a vida das pessoas e isso me faz muito bem”, diz.

Fonte: O Globo / SRZD / Programa Especial / Adaptsurf



Escrito por Julia Lordello às 19h17
[] [envie esta mensagem] []



Beleza sustentável

 

Você já parou para prestar atenção na composição dos cosméticos que você usa?

No preparo de cosméticos e produtos de beleza podem ser empregados literalmente milhares de ingredientes, muitos dos quais apresentam riscos para a sua saúde e para o meio ambiente. Em uma recente pesquisa nos Estados Unidos, por exemplo, foram encontradas doses altas de chumbo em batons.

Pensando nisso, empresas sustentáveis estão criando cosméticos ecológicos, que possuem ingredientes naturais e muito menos tóxicos, que além de causarem menos impacto no planeta, são mais saudáveis.

Um exemplo é a marca brasileira de cosméticos naturais Vyvedas que não usa matérias-primas vindas de animais e nem faz testes em bichos. Os produtos não têm conservantes e os perfumes são naturais, vindos de óleos vegetais.

Outra ótima iniciativa sustentável é da americana Ava Anderson, de 16 anos, que ao descobrir que os cosméticos que usava possuíam substâncias tóxicas decidiu criar a sua própria linha de beleza. Com a ajuda dos pais e de amigos da família, Ava encontrou um fabricante para desenvolver e produzir os produtos ecológicos.

Hoje, a Ava Anderson Non Toxic tem 21 produtos - batons, blushes, cremes - sem componentes tóxicos. A marca cresceu tanto que já tem 600 consultoras vendendo os produtos nos Estados Unidos.

“A maioria das pessoas não tem idéia do que coloca na pele. Espero que esse projeto cresça e que as pessoas se preocupem mais com isso. Podemos ficar bonitas sem descuidar da saúde e do planeta”, afirma ela.

Troque os seus produtos por cosméticos sustentáveis e naturais. A sua saúde e o meio ambiente agradecem!

Fonte: Revista Capricho / EcoDesenvolvimento / O Guia Verde / 50 Formas Inteligentes de Preservar o Planeta



Escrito por Julia Lordello às 19h27
[] [envie esta mensagem] []



O jardim suspenso de Nova York

 

Uma linha de trem elevada abandonada foi transformada em um belíssimo parque em Nova York.

O que era um espaço ocioso virou um grande jardim para todos. E o mais bacana: foi a própria população que voluntariamente criou um projeto para angariar fundos para transformar o lugar.

Construída nos anos 30 e desativada nos anos 80, a High Line era uma ferrovia elevada e barulhenta que cruzava uma parte de Manhattan. Cansados de conviver com o espaço abandonado, os moradores da região decidiram criar uma associação para discutir formas de reintegrá-la ao espaço público.

Em 2003 foi aberta uma competição para eleger o melhor projeto de restauração do elevado e em 2006 começaram as obras. Em junho do ano passado, o parque foi aberto para visitação pública.

Lá estão os trilhos abandonados, reintegrados à paisagem em meio aos jardins e bancos. O lugar agora floresce com o vaivém de nova-iorquinos e turistas que aproveitam para fazer caminhadas antes ou depois do trabalho, para descansar por alguns minutos ou fazer piqueniques nos fins de semana.

A organização dos moradores Amigos do High Line ainda organiza pequenas apresentações artísticas, exibições de filmes ao ar livre, projetos de educação ambiental e saraus.

“É lindo. Um verdadeiro centro cultural a céu aberto. Um lugar para todo mundo aproveitar”, afirma uma moradora da região.

Fonte: Revista Vida Simples / O Globo / Roteiros Incríveis / Planeta Sustentável



Escrito por Julia Lordello às 21h52
[] [envie esta mensagem] []



Lixo quase zero

 

É terça-feira, e uma faixa na entrada do condomínio Fazenda Passaredo, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, lembra aos moradores: “Hoje é dia de coleta seletiva”.

Antes do fim da tarde, quando o caminhão da cooperativa de catadores BarraCoop passa, a professora Maria Aparecida França, moradora e coordenadora do centro de meio ambiente do local, faz uma caminhada pelo condomínio para contar quantas casas deixaram o lixo reciclável na porta. Quando há um novo adepto, é motivo de comemoração.

Lá, a iniciativa de separar o lixo surgiu dos próprios moradores, já que a área ainda não é atendida pelo sistema público de coleta seletiva da Comlurb.

Com muita pesquisa, eles acabaram descobrindo que era possível montar um sistema de coleta seletiva diretamente com cooperativas. Tudo isso feito de forma simples, sem dar muito trabalho.

“Foi uma ótima descoberta. É muito gratificante. Agora sabemos para onde vai nosso lixo e buscamos sempre reduzi-lo. Quando se começa com uma idéia, surgem várias outras e muitas são simples”, diz Aparecida.

E eles não quiseram parar por aí. O grupo de voluntários ainda criou outros projetos sustentáveis para o lugar onde moram.

Hoje, eles têm uma composteira, que transforma o lixo orgânico em adubo para canteiros de plantas e hortas do condomínio, um laboratório de recuperação de plantas e um projeto de doação de óleo de cozinha para produção de sabonete para outra cooperativa.

“Hoje nosso condomínio está realmente engajado na luta pela preservação da natureza. Nosso objetivo é chegar ao lixo zero. Estamos quase lá. É muito bom. Com um pouco de dedicação, é possível mudar atitudes, atuar com maior responsabilidade ambiental e ainda gerar ganhos”, afirma outra moradora da Fazenda Passaredo.

Fonte: O Globo / Razão Social / Revista Condomínio / Cidades e Soluções



Escrito por Julia Lordello às 22h53
[] [envie esta mensagem] []



As cores da mobilização

 

O quanto levar cor às paredes de uma casa pode mudar uma comunidade?

Para o arquiteto Marcelo Rosenbaum, essa atitude pode realizar uma verdadeira transformação. E é exatamente isso que ele está fazendo no projeto A Gente Transforma, no Parque Santo Antônio, zona sul de São Paulo.

Nos últimos meses, ele organizou um mutirão de voluntários para transformar a comunidade. Moradores e voluntários pintaram 63 casas, construíram um parque com brinquedos para crianças, uma arquibancada para os jogos de futebol e uma churrasqueira de uso coletivo. Também criaram uma biblioteca comunitária. Prevista para ficar pronta em um mês, ela terá 1.000 livros e será equipada com computadores e acesso à internet. Tudo com muita cor.

A idéia é trocar o cinza pelo colorido, levar alegria e auto-estima para os moradores e inspirar as pessoas a cuidar melhor do lugar onde vivem.

“Queríamos despertar nas pessoas a consciência de que elas são as responsáveis pelas mudanças que querem ver”, afirma Rosenbaum.

O projeto foi dividido em três etapas: mobilizar, capacitar e transformar. Um grupo de empresas parceiras entrou com materiais e serviços. Estudantes de cinco universidades do Brasil e uma da Inglaterra foram selecionados para participar como voluntários. E o grupo passou a se reunir com os moradores para descobrir quais eram os sonhos e vontades da comunidade.

A iniciativa ainda capacitou 100 moradores como pintores, diplomados, que se juntaram a 400 voluntários para fazer o trabalho.

“Descobrimos que podemos nos unir e tomar providências para mudar o bairro. É maravilhoso. Estamos muito felizes”, diz um morador.

E Rosenbaum não pensa em parar por aqui. Quer levar o projeto para outras comunidades carentes. A próxima intervenção deverá ser feita em uma comunidade no Rio de Janeiro.

“Paulo Freire dizia que a educação não muda o mundo; a educação muda as pessoas, e as pessoas mudam o mundo. Quero que as pessoas entendam isso”, afirma ele.

Fonte: Época / Casa e Jardim / Estadão



Escrito por Julia Lordello às 19h22
[] [envie esta mensagem] []



RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Pequenos heróis

 

O seu filho sabe o que é consumo consciente? E mudanças climáticas? E alimentos orgânicos?

Se você acha difícil explicar para as crianças todas essas coisas, saiba que não é. Pode não parecer, mas todas essas palavras estão presentes na vida dos pequenos cidadãos. E ensinar valores sustentáveis pode ser tão natural quanto ensinar a escovar os dentes ou dar bom dia ao acordar.

Quer ver?

Na hora do banho, por exemplo, ensine a ficar pouco tempo no chuveiro. Economizar água é fundamental para o planeta e sair cinco minutinhos mais cedo pode parecer pouco, mas não é. Se somarmos esses cinco minutos com os de amanhã, e os de depois de amanhã, e de depois... Depois de quatro meses dá para economizar 10 mil litros de água!

Tenha uma horta em casa. Hoje, já existem muitas formas de ter uma horta em espaços pequenos, como na janela do apartamento. As crianças podem ajudar a plantar e a cuidar da hortinha. Acompanhar o crescimento de uma planta e entender do que ela precisa é uma ótima forma de aproximá-las da natureza e mostrar que precisamos cuidar do verde, se não ele não sobrevive.

Dê preferência a alimentos orgânicos e naturais. Na hora de comer, explique o nome de cada alimento, de onde ele vem, mostre como os alimentos orgânicos são saborosos e fazem bem para a saúde e para o meio ambiente.

E uma das coisas mais importantes: converse sobre esses assuntos com as crianças. De forma simples, com pequenas atitudes, elas podem aprender a cuidar da natureza, economizar água e energia, reciclar o lixo e entender que o futuro do planeta depende das atitudes que tomamos no presente.

Duas notícias dessa semana me fizeram pensar sobre isso.

 

O projeto Consciente Coletivo, criado pelo Instituto Akatu, em parceria com o Canal Futura, que consiste em uma série de animações para ensinar adultos e principalmente crianças a consumir de forma mais consciente. Os episódios serão exibidos a partir da próxima quarta-feira, dia 8 de setembro, nos intervalos da programação do Canal Futura.

 

E o espetáculo teatral da Turma da Mônica Um Plano Para Salvar o Planeta, que ensina as crianças a preservar o meio ambiente.

 

Há pouco tempo, ensinei minha irmã mais nova Laura, de 9 anos, que consumir menos carne vermelha pode poupar o meio ambiente. Que ao diminuir o consumo de carne reduzimos as emissões de gases estufa, responsáveis pelo aquecimento do planeta, o desperdício de água e o desmatamento. Foi bacana ver o interesse dela. Ficou surpresa, fez perguntas, queria realmente entender.

 

As crianças gostam de conversar, ouvir, descobrir coisas novas e elas se envolvem, tem vontade de aprender. Ensine atitudes sustentáveis ao seu pequeno herói. Convivendo com esses hábitos desde pequena, a criança tem uma grande possibilidade de se tornar um adulto que respeita não só o planeta, mas também as pessoas e os animais. Forme um bom ser humano!

 

Um abraço e uma excelente semana para todos nós!



Escrito por Julia Lordello às 16h36
[] [envie esta mensagem] []



Turma da Mônica dá dicas de como cuidar do planeta

 

Será que existe alguma solução para salvar a natureza da poluição causada pelo homem?

É isso que Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Franjinha, Dorinha e Chico Bento querem descobrir no espetáculo teatral Um Plano Para Salvar o Planeta, em São Paulo.

A idéia é mostrar para as crianças que pequenas atitudes sustentáveis podem fazer toda a diferença para a preservação do meio ambiente.

Para fazer isso, o brilhante Mauricio de Sousa e seu filho Mauro de Sousa criaram uma história divertida e ecológica que ensina pais e filhos a importância de ter uma vida sustentável.

“Tem muita gente que joga papel na rua, gasta água à toa, deixa a luz acessa quando não tem ninguém no quarto. A nossa idéia é mostrar para as crianças tudo isso, para ver se elas conseguem se conscientizar desses problemas para tentar salvar o planeta”, afirma Mauro.

Na história, tudo começa quando Franjinha inventa uma fórmula capaz de limpar e perfumar tudo que está sujo. O plano não dá certo. Mas a turminha não desiste e acaba encontrando um ótimo jeito de limpar o planeta Terra. Eles aprendem a filosofia dos "Três Rs". Reduzir, reutilizar e reciclar.

“Está havendo cada vez mais, principalmente na criançada, uma conscientização. Sempre me preocupei com isso. Desde antes dessas grandes campanhas, há quase 50 anos, o Chico Bento já era ecológico. Eu tento evitar sacola plástica, evito tomar banho demorado. Tenho uma chácara e falo: não derrubem árvores, plantem mais árvores! Vamos espalhar mais verde, porque daí tem mais passarinho, tem mais bichinho, tem mais abelha. E tudo isso nos ajuda a viver melhor”, diz Mauricio.

O espetáculo estreou nesta semana e vai até o dia 22 de outubro no Teatro Santo Agostinho.

Fonte: UOL Notícias / Folha Online / Diario de Pernambuco



Escrito por Julia Lordello às 16h09
[] [envie esta mensagem] []



Projeto de educação ambiental incentiva consumo consciente

 

Pense um pouco em tudo o que você compra para viver: roupas, alimentos, eletrônicos e muitos outros artigos de consumo. Você faz idéia de como cada um deles é fabricado ou, então, do quanto cada um desses artigos impacta o nosso planeta?

Responder a essas perguntas, de um jeito super simples, para adultos e principalmente crianças entenderem, é a intenção da série de animações do projeto Consciente Coletivo, criado pelo Instituto Akatu, em parceria com o Canal Futura.

A série é composta por dez episódios, que possuem cerca de 2 minutos e abordam temas relacionados ao consumo consciente, como consumo de água e energia, mudanças climáticas e sustentabilidade.

A idéia é que, ao assistir aos vídeos, possamos entender os impactos que nossas atitudes podem causar no planeta e, assim, repensar um pouco nossos hábitos.

Por exemplo: será que é mesmo necessário que eu compre um caderno novo a cada ano, se o antigo ainda tem várias folhas em branco para serem usadas?

Os episódios serão exibidos a partir da próxima quarta-feira, dia 8 de setembro, nos intervalos da programação do Canal Futura.

E tem mais: a série de animações ainda será distribuída em DVD, como parte de um kit pedagógico composto, também, por livro didático, a mil escolas de todo o Brasil. A proposta é que os professores levem essas questões de uma forma simples e divertida para dentro da sala de aula.

“Quanto mais cedo a criança perceber que suas atitudes têm influência direta no mundo em que vivemos, mais chances temos de reverter o quadro de consumo exagerado e proteger o planeta”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

Para assistir a um dos episódios da série clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=jL_13S1GmT0&feature=player_embedded

Fonte: Meu Planetinha / Portal Exame / Canal Futura



Escrito por Julia Lordello às 19h47
[] [envie esta mensagem] []



Retrospectiva

Vizinhos se unem para trocar as sobras e evitar o desperdício de alimentos

 

Uma comunidade de Sacramento, na Califórnia (EUA), teve uma brilhante idéia para evitar o desperdício das frutas, verduras e legumes que sobravam nas suas hortas e quintais.

Eles criaram o Crop Swap, uma espécie de feira onde todos podem trocar as sobras de alimentos com os vizinhos.

O projeto é simples: uma vez por semana, membros da comunidade se reúnem, cada um com o que sobrou das suas hortas e jardins, e trocam os alimentos entre si.

Os encontros já estão na sua terceira edição e tudo é organizado pela própria comunidade. A iniciativa tem apenas algumas regras, como a proibição do uso de dinheiro e a exigência que todos os alimentos sejam cultivados de forma orgânica.

Para estimular ainda mais o fim do desperdício, o grupo ainda criou um projeto para incentivar os moradores a colher aquelas frutas, verduras e legumes que normalmente apodreceriam no pé e os doarem para um banco de alimentos.

As famílias afirmam que uma das melhores coisas do Crop Swap é que a iniciativa uniu a comunidade. Hoje, os moradores cultivam suas próprias hortas, se alimentam de forma mais saudável e diversificada, e se ajudam.

Além da troca de alimentos, eles organizam atividades como palestras e oficinas gratuitas para trocar conhecimentos sobre jardinagem e mutirões para ajudar a construir hortas nas casas dos vizinhos.

“Não é só uma troca de alimentos, é a construção de uma comunidade. É muito bom. Esperamos que cada vez mais bairros tenham algo assim”, afirma uma das moradoras do bairro.

Fonte: EcoDesenvolvimento / Ecoprático / TreeHugger / Sacramento News & Review



Escrito por Julia Lordello às 11h04
[] [envie esta mensagem] []



Cartas do bem

 

Muriel Matalon já foi clown em hospitais, participou de projetos sociais relativos a adoções e durante os 17 anos que dedicou ao voluntariado aprendeu muito sobre a dura realidade dos abrigos municipais para menores.

Pensando em uma maneira de transformar a vida dessas crianças e adolescentes, ela teve uma brilhante idéia: promover cartas do bem através de sua ONG InPróS – Instituto de Projetos Sociais.

É o Projeto Correspondentes, criado em 2004, em que voluntários se dispõem a trocar cartas com crianças e jovens de abrigos de São Paulo.

A idéia é levar felicidade e afeto para a vida desses jovens, ajudá-los a reconstruir suas histórias, descobrir certas coisas que não sabiam sobre si mesmos e ainda desenvolver a leitura e a escrita.

A felicidade de receber uma carta de alguém que se interessa por você é insubstituível. A correspondência nos traz um senso de individualidade, de auto-respeito, que faz muito bem”, diz ela.

Num abrigo, as roupas passam de um para o outro, camas e produtos de higiene são iguais para todos, não há muita coisa que faça a criança exercitar seu gosto pessoal ou que alimente seus sonhos. Nesse ambiente em que predomina o coletivo, uma carta que pergunta qual é sua cor favorita ou o que você mais gosta de fazer na vida tem uma importância enorme.

Atualmente, são mais de 1600 correspondentes que trocam cartas, e o objetivo é ampliar, alcançando outras cidades do Brasil. Todas as cartas são copiadas e lidas por psicólogos.

“Uma pessoa pode ser mais séria, outra mais brincalhona, mas no fim todas desejam doar seu amor para as crianças”, afirma.

Fonte: Revista Vida Simples / Fantástico / Planeta Sustentável



Escrito por Julia Lordello às 17h54
[] [envie esta mensagem] []



Invenções para um mundo melhor

 

Já imaginou ser inventor e conseguir criar um aparelho que melhore a vida de todo mundo e ainda ajude o meio ambiente?

Uma porção de estudantes em São Paulo sonha com essa possibilidade. E, nesta semana, eles estão dando o primeiro passo para realizar esse sonho.

Eles estão participando de uma feira de invenção sustentáveis. É a Inova Senai, em São Paulo, que é formada por estudantes de cursos técnicos de 41 escolas do Senai.

A idéia da feira é desafiar esses novos inventores a criar produtos baratos, ecologicamente corretos e que melhorem a vida das pessoas e o mundo de alguma forma.

Uma das invenções é para ajudar as pessoas a reformar ou construir suas casas de forma mais sustentável. O teto e as paredes podem ganhar um forro com textura diferenciada feito com sacos de cimento descartados. O que seria lixo se transforma em um forro branco, bonito e ecológico.

Os estudantes ainda criaram uma torneira eletrônica, para uso em pias de cozinha, que economiza água, uma palmilha ecológica e produtos para facilitar a vida de deficientes físicos.

“É uma forma de ajudar a melhorar o mundo. Temos esperança de lançar alguns desses produtos daqui a dois anos no mercado”, afirma um dos organizadores da feira.

Fonte: Bom dia Brasil / Globo.com / Rede Bom Dia



Escrito por Julia Lordello às 16h07
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


Histórico
Categorias
Todas as mensagens
A AUTORA
O BLOG
ENTREVISTAS
SUGESTÕES


Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
TWITTER do blog
FLICKR do blog
FACEBOOK do blog
ORKUT do blog
AACC - Associação de Apoio à Criança com Câncer
AfroReggae
Associação Viva e Deixe Viver
Canto Cidadão
Cão Sem Dono
Clique Alimentos
Coluna Bate-Papo com Edney Silvestre
Doe Palavras
Doutores da Alegria
GoodGuide
Keri Smith
Leonardo Boff
O Guia Verde
ONG Banco de Alimentos
Orbitas
Os Fantásticos Frenéticos
Planeta Sustentável
Sustentável é pouco
Vez da Voz
Vida Simples
Viva Rio
We Are What We Do
WWF