Cadela avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera

 

Uma cadela da raça labrador treinada para detectar a queda do nível de açúcar no sangue de seres humanos vem ajudando uma menina britânica de seis anos a evitar entrar em coma por causa de diabetes.

Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora.

Há quatro meses, a cadela se tornou a melhor amiga da pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1.

“Ela é minha melhor amiga. Está sempre do meu lado e já salvou muitas vezes a minha vida”, conta Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença.

A cachorrinha é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes. O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez.

Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Desta forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso. Com isso, a vida da família se transformou. Antes, Rebecca chegava a ir cerca de quatro vezes por semana ao hospital por conta das crises. Agora, tudo é mais tranqüilo.

"Shirley percebe (a queda no nível de açúcar) bem rapidamente e começa a lamber as mãos e pernas de Rebecca até ela tomar uma Coca-cola ou ingerir açúcar, que elevam seus níveis de açúcar novamente. Quando a taxa está muito alta, Shirley também sente e dá o alerta. Agora consigo ter noites de sono mais tranqüilas, sabendo que a Shirley está cuidando da Rebecca. Ela é brilhante e mudou completamente a nossa vida", conta Claire, mãe da menina.

Fonte: BBC Brasil / Estadão / O Globo / R7 / Daily Mail / Revista Pais e Filhos



Escrito por Julia Lordello às 19h46
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Jegue vira biblioteca ambulante no Maranhão

 

O dia mal amanheceu na comunidade de Auzilândia, em Alto Alegre do Pindaré, a 219 quilômetros de São Luís (MA), e o alto-falante do vilarejo já avisou que hoje é dia de jegue-livro.

A notícia causa alvoroço entre os moradores da região. Todos ficam encantados com a chegada do animal.

O jegue carrega, em dois cestos, objetos preciosos e valorizados por toda a comunidade: livros.

Tem de tudo – de histórias infantis a literatura para adultos.

“É muito legal ler. Olha esse livro que bonito”, diz uma das crianças com um livro na mão.

O projeto é simples: depois de passar por várias ruas, o animal chega à praça principal do povoado e voluntários estendem lonas no chão, debaixo de árvores, e organizam rodas de leitura.

Em poucos minutos, a praça se transforma em biblioteca e se enche de cultura e alegria.

A idéia da iniciativa é espalhar o gosto pela leitura e facilitar o acesso aos livros.

O projeto deu tão certo que ganhou em 2006 o Prêmio Viva Leitura, que reconhece projetos de estímulo a leitura no Brasil.

"Já fazíamos atividades de incentivo à leitura no centro do município. Mas as comunidades rurais – e são mais de 60 em Alto Alegre do Pindaré – ficavam sem acesso ao programa. A saída foi usar um meio de transporte muito comum por aqui, o jegue. E deu certo. É maravilhoso. Chegam crianças, pais, idosos... é uma alegria só. Alguns lêem trechos de livros no microfone, todo mundo escuta, bate palma, é o maior barato", conta uma das voluntárias do projeto.

Fonte: Nova Escola / Jornal Nacional / Portal Aprendiz / Educar para Crescer / Viva Leitura



Escrito por Julia Lordello às 23h49
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Vai levar um peixe ou um livro?

 

Há quatro anos, o pescador Leonardo da Piedade Diniz Filho, de 44 anos, viu sua clientela se diversificar na feira livre de Pirapora, cidade às margens do Rio São Francisco, no norte de Minas Gerais.

Os freqüentadores são atraídos à barraca de Léo do Peixe, como é conhecido, não só pelos dourados, surubins e curimatãs frescos para vender. Adultos e crianças aparecem na barraca pela inusitada oferta de livros.

O pescador se tornou referência na cidade ao separar parte de sua barraca para expor livros, que são emprestados gratuitamente à população. Foi assim que nasceu o Clube da leitura.

No início, levar livros para a feira do bairro Santos Dumont aos domingos era apenas uma maneira de distrair os filhos enquanto ele e sua esposa ganhavam o sustento da família.

"Passava a semana inteira pescando e só tinha o domingo para conviver com meus filhos. Levar os livros para a feira era um jeitinho de tê-los por perto, fazendo algo legal para o futuro deles. Aos poucos, os filhos dos outros feirantes iam chegando e ali se formava a primeira roda de leitura", conta ele.

Hoje, com a ajuda de amigos, Léo já possui um acervo de mais de 12 mil livros e quinze pontos de leitura espalhados pela cidade.

Tudo é muito simples. Depois de cadastrada (pede-se apenas o nome e o endereço), a pessoa pega quantos livros quiser, anotando em um caderno de controle apenas seu nome e o título da obra emprestada. A devolução é mais simples ainda: registrando apenas a data da entrega no mesmo caderno.

Léo do Peixe tem fãs de todos os tipos. Crianças, mecânicos, idosos, produtores rurais, intelectuais, escritores. Todos que conhecem seu projeto ficam encantados e passam a ter mais amor pelos livros. Um exemplo é o compositor e músico baiano Tom Zé, que há um ano doou 50 dos seus livros ao projeto.

"Léo do Peixe é um predestinado. Eu tenho muita admiração por ele e não quero que o seu exemplo seja solitário. Meninos, se vocês têm uma garagem sem uso, um quarto desabitado, transforme-os num ponto de leitura e chame as crianças, os idosos, todo mundo", conclama o alegre Tom Zé.

Fonte: Revista Globo Rural / O Estado de S. Paulo / Jornal da Ciência / Clube da Leitura



Escrito por Julia Lordello às 23h51
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RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Adeus lixo!

 

Você sabe quanto lixo você produz?

É a embalagem do sabonete, da pasta de dente, o rolo de papel higiênico, as sacolinhas plásticas, as bandejas de isopor dos alimentos, as garrafas PET, os papéis, os móveis e eletrônicos quebrados, roupas velhas, e por aí vai.

É muito lixo. E olha que aqui estão apenas alguns exemplos.

O problema disso tudo é que quando você joga o lixo fora está jogando dentro do planeta. Não existe fora. O lixo não desaparece e alguns materiais levam séculos para se decompor.

Pensando nisso, cada vez mais pessoas estão separando e reciclando o lixo. Mas que tal começar uma campanha muito mais verde que a própria reciclagem? Parar de produzir tanto lixo.

Reciclar é ótimo, mas melhor ainda é não produzir.

Com algumas pequenas atitudes é possível mudar a nossa forma de consumo e ter uma vida com muito menos lixo e muito mais sustentabilidade. Quer ver?

Use sacolas retornáveis para ir ao supermercado, padaria, farmácia e qualquer outro lugar que ofereça sacolas plásticas. Já existem sacolas ecológicas muito práticas, que podem ser dobradas e guardadas na bolsa.

Na seção de queijos e frios, peça para embrulhar seu produto apenas no plástico-filme, sem isopor. Você pode também levar uma embalagem de casa.

 

Dê preferência aos produtos com refil e aos retornáveis.

 

Tenha um filtro em casa para não precisar beber água em garrafas plásticas.

 

Reaproveite tudo. Pinte seu móvel antigo e o transforme em um novo, coloque para consertar aquele aparelho eletrônico quebrado, transforme sua calça jeans furada em uma bermuda. E se você realmente não encontrar utilidade para algum objeto descartado, doe para uma instituição de caridade.

 

Duas notícias dessa semana foram sobre lixo.

 

A Cooperativa de Catadores Autônomos de Papel, Aparas e Materiais Reaproveitáveis (Coopamare), em Pinheiros (SP). A idéia da cooperativa, que existe há 21 anos, é valorizar o trabalho do catador de papel e transformar a vida de moradores de rua através da reciclagem de lixo.

 

E o Save the Beach Hotel, um hotel criado com 12 mil quilos de lixo encontrados nas praias da Europa. A idéia do projeto, que se trata de uma exposição temporária, é mostrar a quantidade de lixo que jogamos nas praias e conscientizar as pessoas da importância de se respeitar e cuidar do meio ambiente.

 

Não jogue todas essas idéias no lixo. Aproveite essas dicas. Pesquise outras. Tenha uma vida mais sustentável. Tudo isso é a sua vida. É o seu planeta. Cuide do que é seu.

 

Um abraço e uma excelente semana para todos nós!



Escrito por Julia Lordello às 23h28
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Hotel feito de lixo é inaugurado em Roma

 

Nesse mês, um grupo de ambientalistas criou voluntariamente um hotel feito de lixo em Roma, na Itália.

É o Save the Beach Hotel, que foi criado com 12 mil quilos de lixo encontrados nas praias da Europa.

A quantidade de lixo escolhida tem um motivo: 12 mil quilos é a quantidade de lixo jogada, anualmente, em cada três quilômetros quadrados de praias européias.

A idéia do projeto, que se trata de uma exposição temporária, é mostrar a quantidade de lixo que jogamos nas praias e conscientizar as pessoas da importância de se respeitar e cuidar do meio ambiente.

“Precisamos preservar nossas praias e respeitar a natureza. Há lixo por toda a parte. Temos que mudar o mundo antes que o mundo mude”, afirma o artista alemão H.A Shult, criador do hotel.

O grupo ainda criou um site para espalhar dicas sustentáveis e promover a campanha de limpeza das praias. Lá, os internautas podem votar durante todo o ano em qual praia da Europa deve ser feito um mutirão de limpeza. A mais votada será limpa pelo grupo.

“As pessoas vêem todo esse lixo, sacos plásticos, brinquedos, roupas, e ficam realmente admiradas de como isso tudo estava nas praias. Faz a gente refletir sobre como precisamos mudar isso”, afirma um dos voluntários do projeto.

Fonte: BBC Brasil / Gazeta do Povo / EcoDesenvolvimento / Blog Planeta Sustentável / ELTIEMPO.com



Escrito por Julia Lordello às 23h19
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Cooperativa emprega ex-moradores de rua para reciclar lixo

 

Um projeto de reciclagem de lixo está transformando a vida de dezenas de pessoas em situação de risco.

É a Cooperativa de Catadores Autônomos de Papel, Aparas e Materiais Reaproveitáveis (Coopamare), em Pinheiros (SP).

A idéia da cooperativa, que existe há 21 anos, é valorizar o trabalho do catador de papel e transformar a vida de moradores de rua através da reciclagem de lixo.

Para isso, o grupo emprega desabrigados para que, com esse dinheiro, eles consigam reestruturar a vida, largar os vícios, encontrar um lugar para morar e se reintegrar à sociedade.

 Lá, o trabalho é duro e tudo é feito em grupo. O material separado é vendido para indústrias de reciclagem e o valor arrecadado é dividido por todos.

“A idéia é que quem entra na Coopamare saia das ruas e em dois ou três meses consiga moradia. Não ter onde morar não é vida”, afirma a ex-moradora de rua e presidente da cooperativa Dulcineia Silva, de 46 anos, que mora de aluguel e neste ano realizará o sonho da casa própria.

Além do emprego, a iniciativa ainda oferece cursos de capacitação profissional, alfabetização, assistência social e psicológica, aulas de arte e até uma biblioteca, onde muitos descobriram pela primeira vez o prazer de ler.

“Com a Coopamare a minha vida mudou. Consegui construir a minha casa e agora tenho um lugar para morar. Com o dinheiro que ganho, sou capaz de sustentar minha família e educar as crianças. É muito bom”, conta Carlos Roberto, ex-morador de rua que trabalha na cooperativa.

Fonte: Revista Época SP / Coopamare / CMI Brasil / Rio + 10



Escrito por Julia Lordello às 15h48
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Retrospectiva

Casa ecológica ensina as crianças a respeitar o meio ambiente

 

Brincar é garantir um crescimento saudável. E se a brincadeira utilizar materiais ou brinquedos ecologicamente corretos o resultado, além da integração, vai de encontro à consciência sobre a importância da preservação ambiental.

Um ótimo exemplo disso é casa de boneca ecologicamente correta criada pela Smart Gear.

A casinha possui árvores, painéis solares, turbina de energia eólica, bicicleta, coleta de água da chuva e lixeira para produtos recicláveis.

A idéia é ajudar a formar cidadãos mais conscientes.

Além de tornar a brincadeira mais divertida, a casinha sustentável faz com que as crianças aprendam a partir da observação e da imitação. Elas vão fazer com que o boneco recicle o lixo, cuide das árvores e recolha a água da chuva, por exemplo. Assim, quando crescerem vão ter esses hábitos verdes naturalmente, sem ter muito trabalho.

E tem mais: as crianças aprendem a preservar o planeta e não correm risco nenhum brincando com a casinha, já que as tintas usadas nela são à base d’água e sem nenhum material tóxico.

Se você gostou da idéia, mas seu filho ainda não tem uma casinha ecológica, crie uma com material reciclado. Transforme potinhos de iogurte em lixeiras seletivas, cartolina em painéis solares, cataventos em turbinas eólicas. Criar uma casa sustentável pode ser ainda mais bacana para as crianças aprendem a ter uma vida mais ecológica.

Fonte: Revista Crescer / Blog Rodrigo Barba / Obra24horas



Escrito por Julia Lordello às 21h27
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Cães são sucesso da humanização

 

O ambiente de hospital não pode ser considerado um dos mais agradáveis para uma criança, mas em alguns casos a internação para cuidar de problemas de saúde mais sérios é inevitável.

Para mudar isso e transformar o hospital em um espaço mais humano e alegre, a unidade de pediatria do Hospital e Maternidade Celso Pierro, da PUC de Campinas (SO), aderiu ao projeto Medicão, que leva cães para brincar com as crianças internadas.

A cada 15 dias, a mãe Mel, as filhas Brenda e Hanna, e o primo Oliver, todos da raça golden retriever, se juntam a outros cachorros terapeutas para dar e receber carinho, arrancar sorrisos e cuidar de cada criança no hospital.

Segundo os organizadores, as metas são melhorar o bem-estar, diminuir a ansiedade dos pequenos pacientes e reduzir até mesmo o uso de remédios.

Alguns benefícios da Terapia Assistida por Animais (TAA) já foram comprovados, como a diminuição da pressão sanguínea e cardíaca, e melhora do sistema imunológico, da capacidade motora e da auto-estima.

A iniciativa faz parte do projeto de humanização do hospital. Hoje, faz um ano que as visitas começaram na unidade.

Desde a implantação do programa, cerca de 600 crianças já receberam os bichos.

“É muito legal. Ela gosta de deitar e de ganhar beijo”, conta uma das crianças, com Mel no colo.

Fonte: Folha de S. Paulo / Isaúde / Revista Viva Bem / Cão Cidadão



Escrito por Julia Lordello às 18h45
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Manhãs cheias de histórias

 

Todos os sábados de manhã, uma equipe de sete educadores voluntários se reúne com um fiel grupo de crianças, em um espaço comunitário de Ceilândia (DF), para descobrir, ler e saborear histórias.

É a ONG Roedores de Livros, que já carrega no nome o tamanho da paixão pela leitura.

A idéia do grupo é despertar o interesse pela leitura em crianças de baixa renda através de contações de histórias, músicas e atividades artísticas.

“A leitura ajuda a criança a descobrir mais sobre o mundo, a se virar melhor nele”, diz o músico e escritor Tino Freitas, um dos integrantes do grupo.

Tudo começou há 4 anos quando a arte-educadora Ana Paula Bernardes reuniu os amigos Celio Calisto, Edna Freitas e o marido, Tino Freitas, para criar a ONG e espalhar o amor pelos livros. O grupo firmou uma parceria com um centro comunitário da cidade de Ceilândia e convenceu os pais a levarem os filhos ao local. De lá para cá, os encontros não pararam mais.

Em cada encontro são apresentados três livros. Tino diverte as crianças com a ajuda do violão, e as massinhas, pinturas e colagens também entram nas atividades semanais. Aos poucos, os pequenos leitores começam a participar. Querem ver os desenhos do livro, sentir as folhas de papel, entrar na história.

“Tem que começar devagarzinho, conquistando, até chegar o momento em que eles não vivam mais sem livros. No início, algumas crianças eram briguentas e não conseguiam focar na história, mas, aos poucos, foram ficando mais atentas. E o mais importante é saber que o livro passou a fazer parte da vida delas durante a semana também”, conta Ana Paula, coordenadora da ONG.

Isto é, de fato, a grande mudança, pois as crianças podem levar os livros para casa, de um acervo de mais de 800 obras adquiridas por doação.

“É lindo quando um deles pede para ler um livro e sabemos que nenhuma história termina ali. Afinal, a história dessas crianças está só começando”, diz Ana.

Fonte: Revista Crescer / Nova Escola / Correio Braziliense / Roedores de Livros



Escrito por Julia Lordello às 22h08
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Doe vida

 

Geralmente, uma pessoa se cadastra para ser doador de medula óssea para ajudar algum amigo ou parente que está com um problema de saúde.

O que pouca gente sabe é que qualquer um pode ser voluntário e fazer parte do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), que hoje tem 1,6 milhão de pessoas inscritas. É preciso apenas ter entre 18 e 55 anos, boa saúde e muita generosidade.

Marcio é um exemplo disso. Voluntariamente doou a medula óssea para um paciente que não conhece.

“Sempre tive vontade de ser doador de medula óssea para ajudar quem precisa. É maravilhoso. O processo não dói, muito pelo contrário. Soube da compatibilidade, fiz alguns exames e fui para a coleta, que é rápida. Rapidamente voltei as minhas atividades normais”, conta ele.

Todo o processo é simples: para se cadastrar para ser doador, por exemplo, é preciso apenas a coleta de uma pequena quantidade de sangue. Como um exame comum. Depois a amostra é analisada e as informações vão para o cadastro de doadores. Se for verificada compatibilidade com algum paciente (a chance de um doador ser compatível é de apenas uma para cada 100 mil), o doador é, então, convidado a realizar a doação e tem a possibilidade de salvar uma vida. Caso desista de doar, seja qual for a razão, não tem problema. Só se submete ao procedimento quem puder.

O doador não perde nada. Além do procedimento de doação ser simples, a medula se recompõe rapidamente em 15 dias. A pessoa pode até doar novamente, quantas vezes forem necessárias. E quem precisa do transplante, pode ganhar uma vida.

“Minha filha recebeu de presente a medula tão esperada de um doador voluntário cadastrado no Redome. Com essa atitude, ele salvou a vida dela. Nosso sentimento de gratidão e amor por ele é tão imenso que não tenho palavras. Hoje, ela é cheia de vidas e planos”, conta, emocionada, a mãe de Mak, uma jovem que estava com leucemia, recebeu a doação e hoje tem uma vida normal.

Para se cadastrar no Redome, basta procurar os hemocentros da sua cidade (http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=2604). Doe vida!

Fonte: Bom Dia Brasil / Revista Vida Simples / Correio Braziliense / Globo.com / AAMEO



Escrito por Julia Lordello às 23h48
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Biblioteca na oficina

 

Quem disse que borracharia não é lugar para crianças? Em Sabará, a 25 quilômetros de Belo Horizonte, um desses estabelecimentos vive cheio de meninos e meninas. E eles não vão até lá para encher o pneu da bicicleta. A criançada freqüenta o lugar em busca de livros.

“É muito bom. Nem sei quantos livros eu já li”, diz um dos meninos.

É a Borrachalioteca, uma biblioteca dentro de uma oficina que encanta de pequenos a grandes leitores.

A idéia de transformar uma borracharia em espaço literário foi do estudante de Letras Marcos Túlio Damascena. O rapaz gosta de ler desde pequeno. Em 2002, percebeu que a oficina da sua família tinha potencial para ser usada como instrumento de incentivo à leitura. Afinal, havia espaço para acomodar alguns livros.

Ele começou com aproximadamente 70 títulos, conseguidos na base da doação. Em pouco tempo, crianças, jovens e adultos já visitavam o local não para consertar pneus, mas para pedir livros emprestados.

Hoje, quase dez mil exemplares disputam lugar com ferramentas e pneus.

O sistema da biblioteca é simples: em um caderno fica o primeiro nome do usuário com o título escolhido. No retorno, basta um ok. A idéia é que seja tudo simples para facilitar o empréstimo e incentivar as pessoas a lerem cada vez mais.

E tem mais: Túlio ainda organiza eventos durante todo o ano para incentivar a leitura na praça em frente à Borrachalioteca.

“Quero dividir o gosto pela leitura, formar mais leitores. Eu não acredito nessa história de que brasileiro não gosta de ler. O que falta é acesso. É preciso deixar as pessoas tropeçarem nos livros. O que fazemos é facilitar o acesso ao livro”, afirma Túlio.

O projeto deu tão certo que se transformou em uma ONG, o Instituto Cultural Aníbal Machado (uma homenagem a um dos autores preferidos do rapaz).

Fonte: Nova Escola / Globo Repórter / Planeta Sustentável / Prêmio Viva Leitura



Escrito por Julia Lordello às 22h27
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RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Torcida sustentável

 

Neste mês, todo mundo só tem uma coisa em mente: a Copa do Mundo.

É difícil encontrar palavras para descrever a magia que é assistir a uma Copa. Por alguns dias, o mundo se transforma em uma grande festa. As pessoas esquecem as diferenças, vão para as arquibancadas, para confraternizações ou para o sofá de casa e se unem por um sentimento comum: o amor pelo futebol.

Então que tal aproveitar esse momento único para aderir a algumas atitudes verdes e torcer de forma sustentável?

Essa pode ser uma ótima oportunidade para você repensar os seus hábitos e ver como pode ser simples trazer a sustentabilidade para o dia-a-dia.

Existem várias maneiras de torcer sem descuidar do meio ambiente.

Alguns exemplos simples: dê preferência a alimentos locais, orgânicos e frescos para servir como petiscos. Não utilize pratos, talheres e copos descartáveis. Use material reciclado e tecidos reaproveitados para criar faixas e bandeiras. Veja os jogos perto de casa, para ir a pé ou de bicicleta. Reúna os amigos e assista aos jogos com apenas uma televisão ligada. Além de divertido, economiza energia.

Algumas notícias dessa semana foram ótimos exemplos de como o futebol pode ser bom e transformador para as pessoas e para o mundo.

Os voluntários que decidiram fazer algo especial no primeiro jogo da Seleção Brasileira na Copa: levaram bandeiras, petiscos e muita animação para assistir ao jogo dentro dos hospitais. A idéia foi levar um pouco de alegria e vida para os pacientes.

A ONG suiça Solafrica que instalou voluntariamente na favela de Kibera, em Nairóbi, capital do Quênia, uma TV alimentada por uma estação de energia solar portátil, onde os moradores se reúnem para assistir aos jogos. Se não fosse essa iniciativa, a comunidade não poderia assistir a Copa, pois Kibera não tem eletricidade.

 

O grupo de designers na Alemanha que decidiu dar um destino ecológico para a bola de futebol velha. Eles criaram bolsas sustentáveis com bolas de futebol recicladas.

 

E a Copa do Mundo de Futebol Social, que há oito anos reúne moradores de rua de diversos países para lutar pela taça. A idéia é usar o esporte para transformar vidas. Com o projeto, os organizadores conseguem inspirar os moradores de rua para um recomeço de tudo. Muitos largam as drogas, o álcool, voltam a estudar, conseguem empregos, reconstroem sua relação com a família ou os amigos e passam a ter um lugar para morar.

 

Viu como é simples torcer de forma sustentável? E tem mais: a própria camisa da seleção brasileira é feita com garrafas PET. Ou seja, é só vestir a camisa, reunir os amigos e gritar de alegria na hora do gol.

 

Um abraço e até semana que vem!



Escrito por Julia Lordello às 23h29
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20 de Junho

Copa do mundo de futebol social

 

Nas últimas semanas, todo mundo só fala em uma coisa: a Copa do Mundo. Mas muita gente não conhece uma outra Copa que está mudando a vida de centenas de pessoas em situação de risco.

É a Copa do Mundo de Futebol Social, que há oito anos reúne moradores de rua de diversos países para lutar pela taça.

A idéia é usar o esporte para transformar vidas. Com o projeto, os organizadores conseguem inspirar os moradores de rua para um recomeço de tudo. Muitos largam as drogas, o álcool, voltam a estudar, conseguem empregos, reconstroem sua relação com a família ou os amigos e passam a ter um lugar para morar.

O projeto, que já passou por mais de 70 países e ajudou mais de 30.000 desabrigados, é simples: a organização promove o torneio anualmente e apóia projetos que usam o futebol para ajudar e transformar a vida de moradores de rua pelo mundo inteiro.

Áustria, Suécia, Escócia, África do Sul, Dinamarca, Austrália e Itália já receberam o torneio. Esse ano, a competição será sediada no Rio de Janeiro, em setembro, e reunirá jogadores de 64 nações - contando inclusive com 16 times femininos.

“Queremos dar a oportunidade para essas pessoas mudarem a vida para sempre. A Copa do Mundo de Futebol Social está conseguindo mostrar que é possível virar o jogo. Com o projeto, 77% dos jogadores conseguiram um teto, deixaram as drogas e o álcool, passaram a estudar e a trabalhar, reconstruíram a vida. O esporte tem o poder de mudar vidas, de mudar o mundo”, afirmam os organizadores.

O jogador português Mario Baptista é um exemplo disso.

“Jogar a Copa me ajudou a seguir em frente na minha vida. Recuperou minha auto-estima e me fez sentir que a minha vida poderia melhorar. Foi muito bom conhecer pessoas de outros países e culturas e ver que eu não estava sozinho na minha luta, que outros também tinham esses problemas. Agora as pessoas me vêem de uma maneira diferente, em um bom caminho”, conta Mario, que hoje trabalha em um supermercado, tem muitos amigos e uma casa para morar.

Fonte: The New York Times / EcoDesenvolvimento / Guardian / Homeless World Cup



Escrito por Julia Lordello às 23h29
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19 de Junho

Bola de futebol é transformada em bolsa sustentável

 

O que você faz quando a sua bola de futebol fica velha e surrada?

Muitas pessoas simplesmente jogam no lixo. Mas um grupo de designers na Alemanha decidiu dar um destino muito mais ecológico para a bola.

Eles criaram bolsas sustentáveis com bolas de futebol recicladas.

A idéia foi aproveitar a Copa do Mundo para criar um produto criativo e ecologicamente correto para os apaixonados por futebol e ainda lembrar as pessoas de como pode ser simples reciclar e reaproveitar materiais que iriam para o lixo.

A bolsa é toda desenvolvida de maneira artesanal, com a reutilização do couro e a costura feitos manualmente.

Tudo é feito a partir de uma bola real, que depois de usada é virada ao avesso e costurada com alças e outros acessórios. A parte de dentro é feita com lona de caminhão reciclado e possui bolsos e divisões.

Cada modelo é único e personalizado e as pessoas podem comprar na Branch, uma loja on-line de produtos sustentáveis sediada em São Francisco, nos Estados Unidos.

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios / Portal Terra / TreeHugger / EcoDesenvolvimento



Escrito por Julia Lordello às 23h29
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Retrospectiva

Nutricionistas orientam consumidores em feiras livres

 

Você sabe ir à feira e escolher as melhores frutas, verduras e legumes? Conhece receitas para consumir os alimentos sem desperdício (utilizando talos, cascas e sementes)? E costuma comprar alimentos da estação?

Muitos brasileiros não consomem alimentos de forma consciente simplesmente por falta de informação.

O Brasil é um dos grandes produtores de alimentos do mundo, mas, paradoxalmente, também é um dos países que mais desperdiça comida.

Para acabar com isso, o Conselho Regional de Nutricionistas (CRN3) está percorrendo feiras livres da cidade de São Paulo para ensinar aos compradores, e também aos feirantes , como se alimentar de forma saudável e como consumir frutas, verduras e legumes de forma consciente, sem desperdícios na hora da compra e do consumo.

A Campanha Feira Livre, que também aconteceu no ano passado, vai até o final de julho.

Além de explicar as vantagens de ingerir frutas, verduras, legumes e outros alimentos frescos, a equipe de nutricionistas está distribuindo um calendário com as safras anuais dos alimentos e ensinando os consumidores a manipular e armazenar corretamente esse tipo de comida.

Os clientes das feiras livres de São Paulo ainda poderão aprender receitas com partes não convencionais dos alimentos. Tudo para evitar o desperdício. E, para aqueles que não moram na capital paulista, as receitas estão disponíveis no site do CRN3.

Fonte: Folha de S. Paulo / O Guia verde / Planeta Sustentável / CRN3



Escrito por Julia Lordello às 23h44
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De olho nas árvores

 

Você conhece as árvores da sua cidade? Pois saiba que as grandes cidades são cheias de árvores que muitas vezes nem reparamos. São Ipês, Jequitibás, Tipuanas e muitas outras espécies que enchem as ruas de verde e poesia.

Pensando nisso, a designer Juliana Gatti se uniu a um arquiteto, uma paisagista e uma bióloga para criar o projeto Árvores Vivas.

A idéia é sensibilizar as pessoas a respeito das árvores e da natureza, incentivar a todos a prestar mais atenção nas árvores de São Paulo e ainda espalhar verde pela cidade.

Uma das principais iniciativas do grupo é o Passeio Verde, no qual voluntários do projeto realizam caminhadas, para todas as idades, de reconhecimento das árvores nas ruas, praças e parques da cidade. Todo mundo que quiser pode participar. É uma espécie de passeio turístico. A diferença é que ninguém é turista. São os próprios paulistanos redescobrindo a natureza da sua cidade.

Muitas escolas já estão aderindo ao projeto e convidando o grupo para levar seus alunos para os passeios ambientais.

E tem mais: os passeios se converteram num projeto digital. Durante todo o trajeto, são tiradas fotos das árvores tanto pelos alunos como pelos monitores. As centenas de fotos das árvores estão sendo inseridas em mapas na internet para todos poderem admirar e conhecer cada espécie. Montou-se um mapa das árvores.

"As árvores têm papel importantíssimo no bem estar do planeta e de todos os seres vivos. Precisamos conhecê-las, nos deixar encantar e nos reconectar com a natureza. Sonho diariamente com uma vida mais sustentável”, conta Juliana, que já está fazendo a sua parte.

Além do projeto, ela já é responsável pelo surgimento de pelo menos cem novas árvores em sua cidade, como embaúbas e paineiras.

Fonte: Folha de S. Paulo / Catraca Livre / Planeta Sustentável / Árvores Vivas



Escrito por Julia Lordello às 18h54
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Um milhão de africanos assistem à Copa em uma TV com energia solar

 

Por pouco, os cerca de um milhão de habitantes da favela de Kibera, em Nairóbi, capital do Quênia, não poderiam assistir à Copa do Mundo, que acontece em seu próprio continente. A causa? Kibera não tem eletricidade.

A solução veio dos céus, ou melhor, do sol. A ONG suíça Solafrica, que já trabalha com outros projetos sociais e sustentáveis na região, instalou voluntariamente uma TV alimentada por uma estação de energia solar portátil, onde os moradores se reúnem para assistir aos jogos.

A idéia do grupo é ajudar os africanos a assistirem a Copa do Mundo, incentivar o uso de energia solar e mostrar como pode ser simples e útil trazer a sustentabilidade para o nosso dia-a-dia.

“Graças à energia solar, os moradores de Kibera podem assistir a Copa do Mundo. Isso é maravilhoso. Estamos conseguindo mostrar o poder do sol e os benefícios dessa energia limpa”, afirma um dos voluntários do projeto.

A energia solar é uma ótima opção para comunidades de baixa renda, já que é uma fonte inesgotável de energia limpa, os equipamentos são de baixa manutenção e é uma fonte de energia que consegue abastecer locais aonde a rede elétrica comum não chega.

Depois da Copa, a TV e a estação de energia solar portátil serão doadas a uma escola próxima à favela.

Com esse projeto, a ONG quer conscientizar as pessoas que atitudes sustentáveis não ajudam apenas o planeta, mas a nossa vida. Podemos diminuir o nosso impacto na natureza de forma simples, sem fazer grandes esforços, e ainda tirar um grande proveito disso.

Fonte: Blog Planeta Sustentável / Inhabitat / CIO / Revista Vida Simples



Escrito por Julia Lordello às 22h40
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Voluntários torceram pelo Brasil junto com pacientes em hospitais

 

Hoje, o Brasil inteiro parou para assistir ao primeiro jogo da Seleção Brasileira na Copa do mundo, na África do Sul. Mas alguns voluntários decidiram fazer algo especial: levaram bandeiras, petiscos e muita animação para assistir ao jogo dentro dos hospitais.

A idéia foi levar um pouco de alegria e vida para os pacientes. E foi exatamente isso que eles conseguiram.

No hospital do Graacc, instituição sem fins lucrativos em São Paulo que é referência no tratamento de câncer infantil, os voluntários torceram pelo Brasil ao lado de crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer.

“Não adianta cuidarmos só do corpo, precisamos cuidar também do emocional, da alma. Então, esse trabalho é muito importante. É maravilhosa essa energia e essa alegria que eles trouxeram. Isso contagiou não só os pacientes, mas também as suas famílias e os profissionais de saúde” afirma a gerente de enfermagem Carla Dias.

Os pequenos pacientes ficaram encantados com a iniciativa.

“Vai Brasil”, pulava, entusiasmado, um deles.

O Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, também teve uma programação especial durante o jogo. Televisões espalhadas em várias salas e o cheiro de pipoca deixaram o ambiente mais animado. Lá, equipe médica, voluntários e pacientes se uniram para torcer pela seleção.

Para os pacientes, assistir ao jogo serviu até para melhorar o quadro clínico.

“É uma maneira dos pacientes se relacionarem com as coisas que acontecem fora do Hospital. Isso melhora a interação com a equipe e reduz o estresse”, afirma Marisley Paludo, psicóloga da Unidade de Hematologia e Oncologia do hospital.

Fonte: O Estado de S. Paulo / TV Estadão / Paraná Online / Graacc



Escrito por Julia Lordello às 23h53
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