RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Mudança à vista!

Você já reparou como os nossos valores estão mudando?

Uma grande parte da população parece estar mais consciente, respeitando o meio ambiente, tentando aderir a atitudes mais sustentáveis.

Outro dia meu médico me disse que recusa as sacolinhas plásticas quando vai à farmácia ou ao jornaleiro. Achei fantástico. Parece pequeno, mas não é.

Imagine se cada pessoa no mundo resolvesse aderir a pelo menos uma atitude sustentável? E acho que é isso que está começando a acontecer.

Cada vez mais pessoas comuns, que não são ambientalistas nem grandes entendedores do assunto, estão começando a entender que pequenas atitudes feitas por um grande número de pessoas podem fazer uma grande diferença.

São pessoas que ainda demoram no banho mas já reciclam o lixo, ou ainda não usam sacola retornável mas dão preferência a alimentos orgânicos. Enfim, pessoas que estão aprendendo a ter escolhas mais conscientes. E esse é um ótimo começo.

Algumas notícias dessa semana me fizeram pensar sobre isso.

O grupo de percussão Drum-Lata, formado por alunos de Barra Mansa (RJ), que transforma materiais que iriam para o lixo, como latas, baldes e tubos de PVC, em instrumentos musicais.

 

O projeto Rifiuto con Affetto (rejeitado com afeto), criado por estudantes de design em Veneza, que transformou contêineres de lixo em vitrines, colocando prateleiras internas e portas transparentes na parte da frente para deixar tudo à vista. Lá dentro são deixados objetos que ficam à disposição de quem passa pelas ruas da cidade e ganham uma segunda chance ao serem escolhidos por alguém. A idéia do projeto é mostrar que nem tudo o que se joga fora é lixo.

 

O casal que resolveu celebrar seu casamento de uma maneira bem mais sustentável: sobre bicicletas. Vestidos a caráter, Willian Cruz e Priscila Teixeira encontraram os padrinhos e outros amigos na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, e seguiram todos de bicicleta até o cartório onde foi realizado o casamento civil.

E o grande número de pais que está descobrindo uma maneira simples e sustentável de prolongar a vida útil das roupinhas, objetos e móveis de seus filhos: a troca. As crianças crescem tão rápido que, muitas vezes, as roupas e objetos que não tem mais utilidade ainda estão praticamente novos. Por isso, muitas pessoas estão doando ou trocando com outros pais esses produtos.

 

Não precisa fazer coisas muito complicadas para começar a mudar o mundo e cuidar do meio ambiente. As pequenas ações do dia-a-dia contam muito.

 

Comece com uma atitude. Recuse sacolas plásticas, recicle o lixo ou simplesmente plante uma árvore. Depois, você vai entender o bem que isso vai fazer para você e para o planeta. E aí, é só começar a aumentar a lista de ações verdes. Pense nisso.

Um abraço e uma excelente semana para todos nós!

Para ouvir essa música clique aqui: http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/cdcapa.php?artista=Lulu-Santos-&album=Lulu-Acustico&codcd=004922-0



Escrito por Julia Lordello às 23h52
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De filho para filho

 

Você não sabe o que fazer com as roupas que já não servem para os seus filhos? Ou não tem mais onde colocar os móveis e brinquedos que já não tem mais função para eles? Pois saiba que já existe um grande número de pessoas que está transformando esse problema em solução.

São pais que descobriram uma maneira simples e sustentável de prolongar a vida útil das roupinhas, objetos e móveis de seus filhos: a troca.

As crianças crescem tão rápido que, muitas vezes, as roupas e objetos que não cabem ou não tem mais utilidade ainda estão praticamente novos. Doar ou trocar esses produtos com outros pais faz com que as peças tenham muito mais vida pela frente, reduzindo assim a quantidade de resíduos no mundo.

A jornalista Márcia Cunha, 45 anos, orgulha-se ao dizer que, quando a filha Teresa era bebê, comprou pouquíssimas roupas para ela. “Desde que ela nasceu, ganhava roupinhas dos amigos que tinham filhos mais velhos, e isso se tornou um hábito”.

Claro que Márcia manteve a corrente de doações e, quando sua filha deixava de usar algumas peças, estas já eram passadas para outras pessoas. “Doei todas as roupinhas da Teresa, fiquei com uma ou outra peça, só para guardar de lembrança”, conta.

Para ela, essa atitude é óbvia e econômica, e ela nem pensava e agir de forma diferente. Criada numa família com quatro irmãos, bem próxima a cinco primas mais velhas, o reaproveitamento de roupas foi uma constante em sua vida.

Na sua casa, tenta manter esse espírito de reutilização. O berço usado por Teresa já tinha sido de quatro crianças antes dela. Hoje, o móvel está em outra casa, acompanhando o sono de mais uma criança.

Quando teve a filha Luiza, hoje com 4 anos, a radialista Mariana Tinoco, 37 anos, recebeu uma oferta de uma amiga: ela tinha uma menina mais velha em casa e muitas roupinhas que deixaram de ser usadas.

“Essa amiga me deu a idéia e eu adorei. Nem havia pensando nisso, mas aceitei o empréstimo. Depois que as peças deixavam de servir, eu devolvia, para que outras pessoas pudessem ser beneficiadas”, lembra.

 Com o tempo, passou a emprestar ou doar também os objetos que comprava. “Receber e doar é muito melhor do que gastar dinheiro ou jogar as peças fora. E a roupa ainda vem com uma energia ótima, pois foi comprada pela mãe com todo o carinho para a filha usar. Quer coisa melhor do que isso?”.

Para Heloisa Torres, Gerente de Operações do Instituto Akatu, que promove o consumo consciente, a troca e a doação de roupinhas e objetos mostra como é possível de forma simples adotar atitudes mais sustentáveis.

“É uma questão de consciência e de criatividade. Sempre é possível estender a vida útil de muitos objetos e roupas que temos em casa. E, no caso das roupinhas e acessórios de crianças, há um componente especial: são trocas e doações feitas com muito carinho”, afirma Heloisa.

Fonte: Revista Crescer / Instituto Akatu / Gazeta do Povo



Escrito por Julia Lordello às 23h51
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Rumo ao altar, de bike

 

Sem igreja nem tapete vermelho. Mesmo assim uma entrada triunfal, em plena Avenida Paulista (SP). Willian Cruz e Priscila Teixeira resolveram celebrar seu casamento de uma maneira diferente e bem mais sustentável: sobre bicicletas.

Os noivos não pediram presentes para os convidados – a única exigência era ir ao casamento de bike. Ninguém reclamou da idéia original. Para quem não tinha uma, eles indicaram lugares acessíveis para alugar.

Vestido a caráter, o casal encontrou os padrinhos e outros amigos na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, e seguiram todos de bicicleta até o cartório do Jabaquara, na Zona Sul, onde foi realizado o casamento civil.

Juntos, percorreram oito quilômetros. Tudo para mostrar como pode ser simples e divertido ter uma vida mais verde e sustentável.

“Eu uso a bicicleta como meio de transporte para tudo, e aí foi até uma idéia dela. Ela disse: “então vamos para o cartório de bicicleta”. Também é uma forma de manifestação, para mostrar que dá para fazer outras coisas de bicicleta além de dar uma volta no parque. Dá até para casar. Não precisa chegar ao casamento de carro”, afirmou o analista de sistemas Willian Cruz.

Até quem não foi convidado, participou. Quem passava pelas ruas na hora do casamento ecologicamente correto desejou sorte para o casal e teve até pedestres aplaudindo.

“Eles estão de parabéns, é um exemplo”, disse uma paulistana.

Além do tradicional vestido de noiva, a bicicletada teve direito a espumante, chuva de arroz e de pétalas de rosas, e ainda placas e faixas afixadas nas bicicletas e no espaço público com dizeres para lá de românticos e ecológicos, como “Para o meu amor passar”, "Menor motor e mais amor!" e “Unidos pela bike”.

Fonte: Globo.com / SPTV / Blog Planeta Sustentável / TreeHugger / EcoDesenvolvimento



Escrito por Julia Lordello às 16h59
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Não jogue fora

 

Nem tudo o que se joga fora é lixo: muitas coisas que descartamos por falta de uso ou de espaço ainda podem ser utilizadas.

Pensando nisso, três estudantes de design em Veneza criaram o projeto Rifiuto con Affetto (rejeitado com afeto).

Elas modificaram um contêiner de lixo comum colocando prateleiras internas e duas portas transparentes na parte da frente para deixar tudo à vista, como numa vitrine. Lá dentro são deixados objetos, roupas, sapatos que ficam à disposição de quem passa e ganham uma segunda chance ao serem escolhidos por alguém.

“O objetivo do projeto é estimular uma reflexão individual sobre o desperdício, fazer com que as pessoas pensem se acumulam objetos por necessidade ou por imposição da indústria”, afirma Roberta Bruzzechesse, uma das criadoras do Rifiuto con Affetto.

Já houve quem encontrasse uma impressora em ótimo estado e quem levasse para casa um belo par de botas.

“A gente quer que as pessoas entendam que esses objetos que elas jogam no lixo podem ter uma segunda vida e que é importante cada um de nós ajudar a reduzir os resíduos em geral”, diz Roberta.

Os contêineres foram colocados em vários pontos de Veneza, e a população recebeu instruções de como usá-los. A idéia agora é que o projeto cresça e essas vitrines se espalhem por toda a cidade e, quem sabe, pela Itália.

Enquanto a idéia não pinta por aqui, você pode refletir sobre o que anda jogando fora. Será mesmo que não pode interessar a alguém?

Fonte: Revista Vida Simples / Tafter



Escrito por Julia Lordello às 20h56
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Capa ecologicamente correta para iPhone e iPod

 

A empresa norte-americana Vers está lançando no mercado capinhas para iPhone e iPod feitas com madeira sustentável.

Para isso, a companhia firmou um convênio com instituições ambientais, como The Arbor Day Foundation e U.S. Forestry Service, para assegurar que a cada árvore usada para fabricar os pequenos suportes de madeira sejam replantadas outras 100, em um esforço para reflorestar parques destruídos por queimadas e outros desastres naturais nos Estados Unidos.

Além de ser renovável, a madeira é um material resistente, o que torna o produto ainda mais sustentável. Isso porque os iPhones e iPods ficam mais protegidos e, consequentemente, duram mais. E quanto maior a vida útil de um produto, menor será o impacto ao meio ambiente.

“Estamos empolgados em oferecer um produto que vai além do conceito de sustentabilidade, ajudando a restaurar o meio ambiente. Nós somos grandes incentivadores do uso artesanal e sustentável da madeira para a confecção destes produtos, que os tornam únicos e muito resistentes”, afirma David Laituri, designer e co-fundador da Vers.

Os produtos são oferecidos nas opções imbuia, cerejeira e bambu.

Fonte: Blog da Globo Rural / TreeHugger



Escrito por Julia Lordello às 20h39
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Acordes musicais que saem do lixo

 

Todo mundo sabe a importância de reciclar o lixo. Papel, latas, vidro, plásticos, cada um no seu devido lugar. Mas existe um grupo de alunos de Barra Mansa, litoral sul fluminense do Rio, que está indo além da reciclagem.

Com muita criatividade, além de reaproveitar materiais que iriam parar no lixo, eles fazem música com as latas, baldes e tubos de PVC.

É o grupo de percussão Drum-Lata, do projeto Música nas Escolas, que atende a todas as 72 escolas da cidade. São 22 mil jovens e crianças fazendo arte e preservando o meio ambiente.

O material que aparentemente não tem mais utilidade se transforma em matéria-prima para confeccionar tímpanos, vibrafones e baterias. As aulas acontecem durante toda a semana, com prática acompanhada por monitores, estudo e leitura.

“Com as aulas, trabalhamos a consciência ambiental, enquanto desenvolvemos o conteúdo musical. Ocupamos o aluno a semana inteira. E o resultado é que a qualidade de vida da cidade e o rendimento deles melhoraram. Aprendendo música, eles mudam a visão da vida”, explica Vantoil de Souza, diretor Artístico da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa.

Mas se a idéia é trazer a sustentabilidade para o dia-a-dia dos alunos, é preciso, também, além de reciclar, ensinar noções de cidadania. Foi aí que surgiu o outro projeto do grupo: dar aulas a jovens portadores de transtornos mentais.

O lugar escolhido foi o Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi). É lá que os monitores do Drum-Lata ensinam aos pacientes a criar instrumentos musicais através do lixo e mostram o quanto pode ser simples e divertido cuidar do meio ambiente.

Fonte: Para onde vai o seu lixo? / Conexão Professor / Diário OnLine



Escrito por Julia Lordello às 18h27
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10 de Novembro

Cinema na praça

 

Houve um tempo em que cinema era arte popular, como o circo, para todos. Hoje predominam as grandes salas de projeção concentradas nas grandes cidades, com ar-condicionado e ingresso caros.

Decido a transformar essa realidade, o ator e produtor Mauro Maya criou o projeto Cinearte Sarau, que há quatro anos leva as telonas para praças e outros espaços públicos do Brasil.

O projeto já fez os olhos de muito menino (e de gente grande) brilhar.

Em uma tela inflável, são projetados filmes nacionais. Tudo de graça. A seleção leva em conta o gosto da comunidade. Em Cabaceiras, município no estado da Paraíba, foi exibido Cinema, Aspirinas e Urubus (2005). A trama foi filmada na cidade, conhecida como a Hollywood nordestina por já ter sido cenário para muitas produções.

Além dos filmes, há apresentações de teatro, circo, folia de reis e congado, sempre com grupos locais, uma forma de valorizar nosso patrimônio.

“Somente com a consciência de que a memória cultural de um país é um dos eixos para a construção de uma sociedade mais íntegra e harmoniosa, é que a preservação de nossa história estará garantida”, afirma Mauro.

O Cinearte Sarau já passou por 260 municípios do Rio Grande do Sul ao Ceará, com uma média de 700 pessoas a cada sessão.

Em Madre de Deus de Minas, 2500 das 5 mil pessoas que moram na cidade foram para a praça ver os filmes. E essa cena quase sempre se repete. Em cada cidade por onde o projeto passa, as pessoas lotam as típicas pracinhas no centro das comunidades.

Assim, o projeto consegue cumprir mais uma de suas missões: a de revitalizar espaços de importância histórica e cultural em cidades brasileiras – a começar, é claro, pela praça pública.

Em 2009, o projeto está se dedicando a levar cultura para cidades de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Fonte: Revista Vida Simples / ViageMais / SRZD / Cinearte Sarau



Escrito por Julia Lordello às 15h30
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Ajudar não dói

Unir o ensino prático a um projeto social é comum em cursos universitários da área de saúde.

Em busca de um modelo para a sua pós-graduação em acupuntura, o Grupo Educacional CBES queria oferecer mais que atendimento gratuito a pessoas carentes. Foi aí que surgiu a idéia de criar uma dinâmica de ajuda dupla: o tratamento custa ao paciente dois quilos de alimento, que são doados a instituições de caridade.

“Dessa maneira, cada pessoa agraciada pode ajudar uma terceira”, diz William Ma, diretor-mantenedor do grupo.

Fundado em 1999, o Grupo CBES se dedica a disseminar a técnica da acupuntura no Brasil. Os cursos de especialização são ministrados em São Paulo, Belém, Curitiba e Porto Alegre e dirigidos a profissionais formados em medicina e outras carreiras da área de saúde, como fisioterapia, odontologia e até mesmo veterinária.

O atendimento clínico faz parte da grade horária do curso, que tem duração de dois anos. A partir do sétimo mês, os alunos podem participar do projeto, realizando tratamentos de acupuntura sob a supervisão de um professor.

Em São Paulo, o ambulatório de acupuntura solidária fica no bairro da Saúde, na Zona Sul da cidade, e atende cerca de 1.500 pessoas por mês.

Como o objetivo principal é ampliar o acesso à acupuntura e proporcionar vivência aos alunos, o ambulatório não restringe seu atendimento apenas a quem não pode pagar por tratamentos em clínicas particulares. Qualquer pessoa, independentemente da renda, pode se cadastrar.

Uma das beneficiadas é a passadeira Helena Follador, de 54 anos. Por mais de uma década, ela sofreu de dores de cabeça diárias. “Chegava a tomar cinco comprimidos de analgésico por dia para conseguir trabalhar”, afirma Helena.

As dores tinham fundo emocional e começaram depois de períodos de forte estresse. Observando que a passadeira tomava muitos remédios, uma de suas clientes lhe indicou o ambulatório. Logo nas primeiras sessões, Helena sentiu os resultados e parou de tomar comprimidos. Agora, vai começar um novo tratamento para a dormência que sente nos braços.

“Para mim, é uma realização profissional proporcionar um atendimento de qualidade e gratuito”, afirma Patrícia Araújo, fisioterapeuta e coordenadora do ambulatório.

Fonte: Época SP / Viva Saúde / Boletim CBES



Escrito por Julia Lordello às 23h44
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RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Joga fora no lixo!

Você cuida do seu lixo? Recicla? Joga o lixo na rua ou guarda para jogar nas lixeiras?

Todos os dias, sem se dar conta, cada um de nós produz aproximadamente 1,5kg de lixo. São embalagens, restos de comida, papéis. E tudo isso acaba gerando um grande impacto no meio ambiente.

Por isso é tão importante cuidarmos do nosso lixo, darmos um destino correto para ele e termos consciência que através das nossas ações podemos de fato transformar o planeta, para melhor ou pior.

E nem dá tanto trabalho cuidar do lixo. Algumas pequenas atitudes podem fazer toda a diferença para a sua cidade e, consequentemente, para o mundo ficarem mais limpos e sustentáveis.

Quer ver?

Separe o lixo na sua casa. Parece difícil, mas não é. Reciclar é um daqueles hábitos que, depois que adquirimos, fica pra sempre.

 

Sempre ande com um saquinho na bolsa. Assim, se não encontrar lixeira na rua, você pode guardar o lixo para descartar depois.

Leve uma caneca ou uma garrafinha de água para o trabalho. Com isso, você consegue evitar o enorme desperdício de copinhos de plásticos.

 

Mobilize seus vizinhos para implantar um sistema de coleta seletiva no seu prédio. Já existem ONGs que ajudam moradores a fazer isso.

Cuide das ruas da sua cidade como você cuida da sua casa. Você deixa o cocô do cachorro no meio da sala ou recolhe? Acredito que a maioria das pessoas recolha. Faça o mesmo nas calçadas. Isso também serve para o lixo que as pessoas deixam em volta das árvores nas ruas. Você coloca o lixo da sua casa em volta das suas plantinhas? Acredito que não. Então por que fazer isso no seu bairro?

Algumas notícias dessa semana foram sobre soluções para dar um melhor destino para o nosso lixo.

 

A marca britânica The Great Elephant Poo Poo Paper, que fabrica papéis reciclados usando a fibra encontrada no poo (cocô) dos elefantes.

O grande número de pessoas que estão aderindo à composteiras para reaproveitar o lixo orgânico que iria direto para a lixeira comum. A compostagem basicamente transforma esses restos em um adubo rico e nutritivo. Depois, é só usar o adubo na horta de casa, no jardim ou até nas árvores do bairro.

 

E o Edifício Prince of Krongberg, no bairro de Moema, em São Paulo, que implantou um sistema de descarte de resíduos extremamente organizado.  Hoje, o condomínio é modelo em reciclagem de lixo.

Reduza, reutilize e recicle. O planeta agradece!

Um abraço. E até semana que vem!



Escrito por Julia Lordello às 21h01
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Condomínio é exemplo no descarte de resíduos

Reciclar o lixo, transformar o condomínio em um lugar mais limpo e agradável e ainda conscientizar os moradores da importância de se preservar o meio ambiente.

Foi com esse objetivo que o Edifício Prince of Krongberg, no bairro de Moema, em São Paulo, implantou seu sistema de descarte de resíduos. Hoje, o condomínio é modelo em reciclagem de lixo.

O sistema de coleta é extremamente organizado. Quando os funcionários Marcos Soares e Elivandro da Silva batem à porta dos 45 apartamentos do edifício, os moradores já sabem: são duas horas da tarde e está na hora do recolhimento do lixo.

Em um saco preto, vão os resíduos não-recicláveis, que são levados pela prefeitura a um aterro sanitário. O saco verde, reaproveitável, reúne o material sólido – limpo e seco – que será transportado pelos dois funcionários até a Central de Resíduos, que fica na garagem, no subsolo do prédio.

Para aumentar a comodidade dos condôminos, quem tem lixo para ser coletado já deixa na porta da área de serviço, do lado de fora, um sinalizador que contém as palavras “Coleta de Resíduos”, ao estilo “Não Perturbe” dos hotéis. É apenas nesses apartamentos que Marcos e Elivandro tocam a campainha.

Ainda foi criado um material informativo sobre a reciclagem que os moradores prendem na geladeira. Assim, ninguém se esquece da separação adequada.

Os moradores também podem levar por conta própria o lixo separado até a garagem, onde é possível fazer o descarte corretamente. Tem até espaço para pilhas usadas, óleo de cozinha, objetos e móveis.

Aliás, de vez em quando, a Central de Resíduos faz as vezes de ponto de troca. Uma almofada descartada por um morador pode servir a outro, assim como armários, luminárias e o que mais aparecer por ali.

Não há qualquer odor na garagem do condomínio, graças à orientação passada aos moradores de lavarem tudo o que vai para o lixo.

Todo o sistema de reciclagem do prédio foi criado pela empresa Recicleiros, que trabalha com desenvolvimento social e ambiental. A idéia da empresa é mostrar para as pessoas como pode ser simples reciclar e como essa atitude sustentável é fundamental para o futuro do planeta.

Fonte: Planeta Sustentável / Revista Ecoturismo / Recicleiros



Escrito por Julia Lordello às 20h55
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Compostagem: lixo nutritivo

 

Separar o lixo é fácil e quase não dá trabalho. Com um pouquinho de boa vontade, plástico, vidro e outras embalagens podem ser encaminhados a cooperativas que se encarregam de sua reciclagem. Mas e as cascas de alimentos, os saquinhos de chá e o lixo orgânico em geral?

Em algumas casas, esses resíduos vão parar na lixeira comum. Mas já existe um grande número de pessoas que está mudando essa realidade ao aderir à composteiras.

A compostagem basicamente transforma restos orgânicos em um adubo rico e nutritivo. Depois, é só usar o adubo na horta de casa, no jardim ou até nas árvores do bairro.

A primeira coisa que a empresária Claudia Visoni, 43 anos, projetou em sua nova casa foi a horta do jardim, com direito a um canteiro de compostagem.

“Me angustia ver que tudo o que comemos vêm empacotado e conservado. Sem falar na quantidade de lixo que vamos deixando pelo caminho”, conta Claudia.

A idéia deu tão certo que além de reaproveitar o lixo orgânico e trazer uma alimentação mais saudável para a família, a atitude sustentável virou também uma ação educativa. “Minha filha Julieta agora quer fazer a horta dela, e outro dia um amigo do meu filho até arriscou mexer na terra no lugar de brincar de videogame”, conta.

O engenheiro Rubens Born também acredita que a compostagem é uma ótima maneira de se ter um contato maior com a natureza e ainda diminuir a quantidade de lixo.

Rubens se lembra de sua avó separando o lixo e fazendo a compostagem no quintal. Nessa época, ele aprendeu a respeitar o meio ambiente, ao qual dedicou seus últimos 30 anos. Hoje, mora num sítio perto de São Paulo e coordena a Vitae Civilis, ONG dedicada ao desenvolvimento sustentável

E não são apenas as pessoas que tem quintais em casa que podem ter uma composteira. Já existem empresas e projetos que levam esse hábito sustentável para dentro de apartamentos.

Um exemplo é o projeto Minhocasa, criado por um grupo de ambientalistas de Brasília. Além de oferecer palestras e cursos em escolas e comunidades, a ONG comercializa um kit de minhocultura para compostagem de restos de comida e poda de jardim que pode ser usado em ambientes pequenos.

É simples: os resíduos depositados nas caixas alimentam as minhocas, que levam cerca de 50 dias para transformar o material em húmus. Tudo sem deixar mau cheiro ou exigir contato direto com os bichinhos.

Fonte: Casa e Jardim / Revista Bons Fluidos / Casa Claudia / Planeta Sustentável



Escrito por Julia Lordello às 14h10
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Papéis que poupam árvores

 

Quem acompanha as invenções para diminuir o uso de recursos naturais volta e meia abre um sorriso diante de uma idéia brilhante – mesmo que, a princípio, pareça estranha. E é esse o caso da marca britânica The Great Elephant Poo Poo Paper.

Seguindo o exemplo de um projeto pioneiro do Centro de Conservação de Elefantes da Tailândia, a marca fabrica papéis reciclados usando a fibra encontrada no poo (cocô) dos elefantes.

O projeto parece inusitado, mas na verdade é muito lógico: os elefantes digerem apenas 60% dos 130 a 270 quilos de comida que abocanham diariamente. Logo, eliminam todo dia cerca de 100 quilos de fezes riquíssimas em fibras vegetais, fonte de celulose, devido a sua dieta vegetariana.

O material é coletado em centros de pesquisa de elefantes, lavado, esterilizado e misturado a outras fibras, como as da bananeira e do abacaxi. Depois, é seco e cortado em folhas que viram itens de papelaria. E os fabricantes garantem: os produtos possuem cheiro normal, como qualquer outro.

Uma parte do lucro obtida com as vendas dos papéis é revertida ao estudo e preservação dos paquidermes.

A idéia, que ainda impede o corte de árvores e conscientiza as pessoas quanto a importância de se preservar o meio ambiente, vem se alastrando. Já existe papel feito de fezes de ovelhas e renas do País de Gales, e de ursos pandas da Tailândia.

Fonte: Revista Vida Simples / Empresa Verde



Escrito por Julia Lordello às 21h08
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Sem sobras

 

Você já parou para pensar na quantidade de alimentos que é desperdiçada quando cozinhamos? Isso porque não aproveitamos os alimentos de maneira integral. Cascas, sementes, talos e até algumas folhas vão parar direto no lixo quando deveriam ir para a panela.

Para conscientizar as pessoas da importância de diminuir o desperdício de alimentos e ensiná-las como pode ser fácil e gostoso comer aproveitando tudo dos ingredientes, a ONG Banco de Alimentos criou o projeto "Vila Integral: Uma experiência Gastronômica Sustentável".

A ação, que começou no dia 16 de outubro e vai até 16 de novembro, consiste em incorporar ao cardápio de restaurantes e bares instalados no bairro paulistano da Vila Madalena pratos e petiscos preparados com partes não convencionais de alimentos. A idéia é fazer as pessoas entenderam que é possível criar receitas deliciosas sem nenhum desperdício.

“É uma ação prática sobre a melhor forma de consumir alimentos e também uma maneira de discutir e propor um modelo de consumo consciente. Com esse projeto, esperamos disseminar a importância do aproveitamento integral dos alimentos de forma leve e prazerosa”, afirma Luciana Chinaglia, fundadora da Banco de Alimentos.

Com muita criatividade e consciência, os profissionais que atuam nos bares e restaurantes que integram a ação solidária criaram pratos que vão desde escondidinho de mandioca com talos gratinados até bolinho de bacalhau com casca de batata. Tudo delicioso e sustentável.

Esses pratos estão sendo oferecidos com preços econômicos e metade do valor será encaminhado à ONG Banco de Alimentos.

A Banco de Alimentos tem como trabalho principal coletar alimentos que seriam desperdiçados e distribuí-los para mais de 50 instituições beneficentes. Graças ao trabalho da ONG, 22 mil pessoas recebem refeições todos os dias em São Paulo.

Fonte: Jornal Nacional / Portal Fator Brasil / Alimentação Natural é Saúde! / R7



Escrito por Julia Lordello às 13h03
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Embaixadores do meio ambiente

 

A educação é a chave para a sustentabilidade. É com esse pensamento que, em 2006, o Instituto Ocean Futures Society, de Jean-Michel Cousteau, filho do lendário oceanógrafo francês Jacques Cousteau, em parceria com a companhia Dow, criou o programa Embaixadores do Meio Ambiente.

O projeto consiste em engajar jovens em todo o mundo e ensiná-los a viver de forma sustentável no planeta, gerando conhecimento e recursos para que se tornem autênticos Embaixadores do Meio Ambiente em suas comunidades.

Para Jean-Michel, é fundamental inspirar, educar e conscientizar as pessoas em geral e principalmente os jovens sobre a preservação ambiental, já que são eles que nos representarão no futuro.

“Eu realmente acredito que a educação é crucial neste processo, porque podemos ensinar os jovens, que serão os futuros tomadores de decisões. Em poucos anos, eles serão líderes – seja à frente das indústrias, seja em seus lares. Com certeza, eles tomarão melhores decisões se nós dermos a eles as informações corretas”.

Aqui no Brasil as primeiras turmas de crianças, provenientes de escolas municipais do Guarujá (SP), têm participado do projeto em workshops com duração de um dia, nos quais aprendem sobre o manejo sustentável dos recursos naturais, com foco em princípios de ecologia e biodiversidade.

A idéia é ensinar às crianças brasileiras as relações existentes entre o ambiente terrestre e o marinho, como um estudo que servirá de base para que elas compreendam as relações entre os seres humanos e o meio ambiente.

“Os jovens vão aprender sobre si mesmos, verão que os problemas não podem ser resolvidos por uma única pessoa, e sim por um time. Vão aprender a trabalhar em equipe e a solucionar problemas assim”, afirma Jean-Michel.

Fonte: Orbitas / Planeta Sustentável / Revista V



Escrito por Julia Lordello às 15h13
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3 de Novembro

Efeito verde

 

O que você faria se o seu médico lhe receitasse, em vez de remédio, um contato maior com a natureza? Parece estranho, mas não é.

Cada vez mais estudos mostram o quanto faz bem a saúde cuidar de um jardim, ter uma horta ou simplesmente freqüentar lugares que tenham árvores e ar puro.

Na opinião de Luiz Eugênio Mello, professor de fisiologia da Universidade Federal de São Paulo, os benefícios obtidos com a exposição à natureza são resultados da diminuição do stress, um efeito provocado pelo contato com o verde.

Afinal, é difícil manter-se nervoso num belíssimo jardim, num parque tranqüilo ou até mesmo dentro de uma casa arejada, com vista para uma árvore ou uma paisagem natural.

Para o jornalista e ambientalista André Trigueiro, é essencial trazer mais verde para as grandes cidades. “Você coloca uma plantinha dentro de casa e ela muda os rumos da sua vida”, diz.

André acredita que além de ter plantas pela casa, uma forma de esvedear a paisagem e trazer mais qualidade de vida para as pessoas e para a cidade é espalhar telhados verdes pelos prédios e casas. Esses telhados vivos absorvem as chuvas, deixam o ar mais puro e a temperatura mais amena.

A banqueteira Ciça Benfatti é outra apaixonada pela natureza. Assim como tem gente que carrega na carteira fotos dos filhos ou de seus cachorros, ela é tão fascinada pelo efeito verde que leva na carteira fotos de suas plantas.

Essa paixão vem de longe. No apartamento dos pais, uma simpática goiabeira de 80 cm de altura encantava a família. Muito cedo, ela pôde acompanhar, do broto à fruta, todo o ciclo da natureza. Hoje, tem seu próprio jardim na varanda de cada. “Minha varanda é o orgulho que eu divido com quem passa na rua”, afirma Ciça.

O efeito verde não se restringe a moradias. O valor do contato com a natureza já está na pauta de muitas empresas. Que o diga a bióloga e paisagista Assucena Tupiassu, que já foi convocada para criar um projeto com o objetivo de sensibilizar executivos do setor gráfico para a causa ecológica.

Assucena fez os executivos trocarem o paletó por um avental para criarem por conta própria um terrário. Fazê-los colocar a mão na terra foi o caminho que a bióloga encontrou para reconectar os alunos à natureza e reduzir o nível de estresse causado pela rotina de trabalho. Deu certo. Os funcionários ficaram menos estressados e o dia-a-dia da empresa melhorou.

Além de tudo isso, o efeito verde é ótimo para nos lembrar da importância de se preservar o meio ambiente. Afinal, é essencial cuidar da natureza para que ela cuide um pouco da gente também. É uma troca que com certeza vale a pena.

Fonte: Revista Bons Fluidos / Isto É



Escrito por Julia Lordello às 15h57
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2 de Novembro

Contando histórias para reconstruir sonhos

 

Alegria faz bem ao coração. Pensando nisso, o Instituto de Cardiologia de Laranjeiras começou a apostar em uma nova forma de ajudar no tratamento das crianças internadas: contar histórias.

Foi assim que o Instituto Rio de Histórias passou a freqüentar o hospital. Com o projeto, contadores de histórias pulam de quarto em quarto para ler livros e transformar a difícil rotina dos hospitais num mundo de imaginação.

A idéia é tornar o ambiente mais agradável e usar a fantasia para tirá-las da doença, nem que seja por um minuto. Com isso, esses pequenos pacientes acabam tendo uma evolução melhor e uma cura mais rápida.

“Esse é um projeto fabuloso da instituição porque ele tem impacto na melhora da criança, na redução do tempo de internação hospitalar”, diz Marco Antônio de Matos, diretor do hospital.

São 9hs e os voluntários vestidos com um avental branco cheio de penduricalhos chegam ao hospital. Este é um dos momentos mais esperados por Pedro, de 8 anos.

“Ele já cria uma expectativa imensa. Quando o contador de histórias chega, é aquela alegria, ele fica todo feliz, quer ver todos os livros”, conta Bianca Siqueira, mãe de Pedro.

E a voluntária, não perde tempo. Assim que chega, o livro entra em ação. O menino, internado há 20 dias enquanto espera para operar o coração, interage com a história. E, de repente, o sorriso, que andava meio sumido, aparece.

“Nós não procuramos saber o que a criança tem, porque nós viemos trazer alegria. Tirar o hospital da cabeça deles”, diz a contadora Cecília Gopfert.

Enquanto isso, no outro quarto é Ludmila, de 4 anos, que se diverte.

“Às vezes você uma criança quietinha, encolhidinha, e a gente vai mostrando os livros e eles vão se encantando. Dá uma alegria tão grande”, afirma a contadora Regina Porto.

Os médicos perceberam que no dia em que as crianças recebem essa visita especial, elas respondem melhor ao tratamento.

“Aumenta muito a criatividade, a imaginação dessas crianças, e elas passam a lidar com todas essas situações do hospital, que são difíceis, de uma forma muito mais tranqüila”, afirma a terapeuta Maria Regina Horta.

O Instituto Rio de Histórias tem 150 voluntários que trabalham em 15 hospitais espalhando alegria, educação e cultura para as crianças hospitalizadas. A ONG representa a Associação Viva e Deixe Viver no Rio de Janeiro.

Fonte: RJTV 1ª edição / Portal do Voluntário / Viva Leitura / Associação Viva e Deixe Viver



Escrito por Julia Lordello às 15h50
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1º de Novembro

RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

1,2 feijão com arroz... 3,4 internet no prato!

 

Você sabe quantas horas por dia passa na frente do computador?

Nas empresas, casas, cyber cafés, o número de pessoas que ficam horas diante do computador aumenta a cada dia.

Assim como comer, se vestir, tomar banho, o computador - e mais precisamente a internet - acabou virando um item indispensável na nossa vida.

Pagamos contas, fechamos contratos, visitamos museus. Tudo sem sair de casa.

Há dez anos, você poderia imaginar que em um mesmo dia teria a possibilidade de visitar o Museu do Louvre, andar nas ruas de Nova York e assistir ao vivo o campeonato de surf na África do Sul?

Hoje isso é possível. E muitas outras coisas passaram a ser possíveis graças a internet. Principalmente o acesso às informações. E está aí algo valioso para mudar o mundo.

Com a internet, sabemos com uma rapidez impressionante o que está acontecendo do outro lado do mundo. Com isso, podemos nos unir e lutar pelo que acreditamos com uma facilidade muito maior.

Resolvi escrever sobre isso porque duas notícias dessa semana foram sobre projetos que usam a internet para levar informações sustentáveis para pessoas de diferentes partes do mundo.

O projeto No Impact Man, do escritor Colin Beavan. Morador de Nova York, Colin passou um ano tentando diminuir a zero seus efeitos na natureza. Nesse período, aboliu o carro, comeu alimentos produzidos por fazendas próximas, tirou da tomada quase todos os eletrodomésticos, plantou árvores. No final do projeto, escreveu um livro, fez um documentário e criou uma ONG, tudo para levar para as pessoas sua experiência. No site da ONG, é possível encontrar várias dicas de como ter atitudes mais sustentáveis.

E o Instituto Akatu, do engenheiro Helio Mattar. Preocupado com o futuro do planeta, Helio se uniu a alguns amigos para fundar uma ONG que promove o consumo consciente e incentiva o consumidor a valorizar empresas com programas de responsabilidade socioambiental. No site do Akatu, os internautas têm acesso a diversas dicas de como ser um consumidor consciente e trazer mais sustentabilidade para o dia-a-dia.

Quem tem informação e conhecimento, tem muito mais possibilidade de fazer melhores escolhas e ser um ser humano melhor. Leia, pesquise, questione. Use a internet a seu favor. 

Um abraço e até semana que vem!

Para ouvir essa música clique aqui: http://www.gilbertogil.com.br/sec_musica.php?filtro=p



Escrito por Julia Lordello às 15h43
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1º de Novembro

O renascimento da Lagoa

 

A Lagoa Rodrigo de Freitas está comemorando 20 anos de trabalhos de revitalização do ecossistema. Depois dos peixes e aves que voltaram a povoar um dos mais belos cartões postais do Rio de Janeiro, cem caranguejos de espécies nativas da região foram soltos nos manguezais.

Isso aconteceu no último sábado (31). A iniciativa foi para comemorar os resultados de um projeto de reflorestamento que começou há muito tempo.

Em 20 anos, 4.500 mudas foram plantadas em volta da Lagoa. Elas eram pequenininhas, e agora algumas alcançam cinco metros de altura e servem de abrigo para muitas aves.

Durante todo esse tempo, foram feitas também obras de saneamento e ações de educação ambiental. O resultado disso é a Lagoa mais limpa, saudável e com mais vida. A quantidade de peixes retirada aumentou de 1 para 50 toneladas por mês.

“Estamos vendo espécies de aves, crustáceos e peixes que não freqüentavam a lagoa há 10 ou 20 anos. Esse projeto demonstra que fazendo um trabalho sério e com continuidade, você consegue resgatar a qualidade ambiental e a qualidade de vida das pessoas”, comenta o biólogo Mário Moscatelli, que desde 1989 realiza um trabalho voluntário de recuperação da vegetação original da Lagoa.

Muitas crianças e adultos participaram da comemoração, ajudando a soltar os caranguejos e trazer ainda mais vida para a Lagoa. Este gesto simbolizou a recuperação de todo um ecossistema.

"Foi importante para ajudar os caranguejos, para eles poderem viver no ambiente deles,” diz Luka Mariani, de 9 anos.

Fonte: RJTV 2ª Edição / Blog Verde / Folha Online / Planeta Sustentável



Escrito por Julia Lordello às 09h02
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