Bags for the People: Distribuição de sustentabilidade

 

A idéia do projeto é simples: oferecer gratuitamente sacolas retornáveis feitas a partir de roupas usadas, para acabar de vez com o uso excessivo de sacos plásticos. Pensando nisso, Megan Talley, Glenn Robinson, e Kelly Martin criaram o Bags For The People.

A partir de princípios de sustentabilidade, que incluem responsabilidade com a comunidade e disseminação do respeito ao meio ambiente, o grupo criou um projeto que oferece cursos de costura para a população, produz sacolas retornáveis, e recicla, já que todo o tecido utilizado na confecção das sacolas ecológicas vem de roupas usadas doadas.

Com isso, o Bags For The People possibilita a participação de toda a comunidade, tanto na produção como na adesão de melhores hábitos de consumo.

O grupo, que tem sede em Nova York, pretende criar um diálogo consciente entre as pessoas que utilizam sacolas plásticas e um impacto positivo no meio ambiente.

Com a distribuição livre das sacolas retornáveis, os criadores da iniciativa esperam atingir verdadeiramente as pessoas, proporcionando mudanças reais no dia a dia.

Fonte: EcoDesenvolvimento.org / Planet Green / TreeHugger



Escrito por Julia Lordello às 19h15
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RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

O que é impossível para você?

Você lembra de quantas vezes você já desistiu do que queria por causa de uma dificuldade no caminho?

 

Não é uma sensação boa, é?

 

E as vezes que você continuou mesmo sendo difícil e acabou conseguindo o que queria? Você lembra?

 

Tem um gosto especial de vitória.

 

Lembrar disso nos faz refletir o quanto é importante não desistir das coisas que acreditamos. É difícil, o caminho é cheio de pedras, mas realmente tudo é possível.

 

Quer ver?

 

Duas notícias dessa semana mostraram exatamente isso. Pessoas que viram dificuldades na sua frente e não desistiram. Criaram projetos, transformaram a vida de outras pessoas e mostraram que, sim, é possível.

 

Um grupo de jovens arquitetos e urbanistas que criou o Instituto Elos em 2000, um projeto que tem como objetivo reunir moradores de uma determinada comunidade e jovens empreendedores sociais para viabilizar projetos de interesse coletivo. Com recursos humanos e materiais disponíveis no próprio local, a ONG transforma a realidade dessas comunidades criando praças, creches, hortas, centros culturais, etc.

 

E dois projetos que são referência em inclusão social através da arte: AfroReggae e Nós do Morro. Eles estão transformando a realidade de algumas comunidades cariocas que tem que lidar com os problemas sociais da cidade. 

 

O Grupo Cultural Afro Reggae foi criado em 1993 na comunidade de Vigário Geral para oferecer uma formação cultural e artística aos jovens moradores da comunidade e tem como missão trazer alternativas ao subemprego e ao tráfico de drogas para a juventude local.

O Nós do morro foi fundado em 1986 pelo jornalista e ator Guti Fraga no Morro do Vidigal. Ao lado de um grupo de jovens moradores, Guti deu início a uma proposta inovadora: o Teatro-Comunidade, que originou o grupo de dramaturgos e atores da comunidade. Mais de vinte anos depois, já foram encenadas 75 peças, tendo como protagonistas - no papel de atores, diretores e técnicos - os jovens do Vidigal e de outras comunidades da cidade.

A partir de agora lembre-se: sempre que você ver uma pedra no caminho, dê uma jeito para seguir em frente. Afinal, as pedras sempre estarão por aí, o que muda é a nossa atitude com elas. O que é impossível para você? Pense nisso.

Um abraço e até semana que vem!

Para ouvir essa música clique aqui: http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/cdcapa.php?artista=Raul-Seixas-&album=Novo-Aeon&codcd=003075-2



Escrito por Julia Lordello às 18h48
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S.O.S. papagaio-do-mar

 

Papagaios-do-mar (ou puffins, em inglês) estão voltando a habitar Craigleith, uma pequena ilha escocesa.

Em 1999, existiam cerca de 28 mil casais desses belíssimos animais na ilha, até que houve uma queda brusca na população. O motivo foi a propagação de uma planta chamada tree mallow (Lavatera arborea), da família da malva, obstruindo as tocas e impedindo as aves de fazer ninhos e criar seus filhotes.

A planta foi introduzida na região e crescia de forma moderada, morrendo normalmente com as geadas de inverno.

Especialistas do centro de conservação de aves marinhas da cidade litorânea de North Berwick acreditam que a sobrevida do vegetal na ilha deu-se por conta do abrandamento da estação fria, causado pelo aquecimento global.

Os papagaios-do-mar sofrem ainda em função da falta do seu principal alimento, uma espécie de enguia que faz ninhos na areia da praia – o que, de acordo com especialistas, também se deve à aceleração das mudanças climáticas globais.

Assim, o centro está colocando em prática um grande projeto de conservação, o SOS Puffin, com centenas de voluntários visitando a ilha para cortar as plantas, na tentativa de trazer os papagaios-do-mar de volta.

Segundo Tom Brock, chefe executivo do centro, a iniciativa está dando sinais de que será um sucesso: o número de aves que regressam à região e reocupam suas tocas está crescendo.

Fonte: Blog da Globo Rural / BBC News / SOS Puffin



Escrito por Julia Lordello às 13h13
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Arte para transformar a realidade

 

Espremidas entre os problemas sociais da cidade, algumas comunidades cariocas se reinventam e mostram à sociedade sua capacidade de resistir ao preconceito e criar alternativas para mudar o cenário em volta.

Essas mudanças só foram possíveis graças às ações sociais e culturais orquestradas por instituições criadas nos próprios morros, que acreditam na inclusão social e na sustentabilidade das comunidades.

Um exemplo incontestável é o Grupo Cultural Afro Reggae, que surgiu em janeiro de 1993 na comunidade de Vigário Geral. O projeto foi criado para oferecer uma formação cultural e artística aos jovens moradores da comunidade.

O Afro Reggae inaugurou seu primeiro Núcleo de Cultura Comunitária com a missão de trazer alternativas ao subemprego e ao tráfico de drogas para a juventude local.

Vitor Onofre, coordenador do núcleo de Vigário Geral é um dos exemplos do acerto dessa iniciativa. Ele aderiu ao Afro Reggae logo no início, em 1993.

“Não posso imaginar que rumo minha vida teria tomado se não tivesse ingressado no Grupo. O que existia antes dele era tráfico, violência e drogas. Não tínhamos no que nos espelhar porque os traficantes é que promoviam as festas e comemorações na favela. Com o Afro Reggae isso mudou”, afirma.

O Afro Reggae tornou-se, então, o mais famoso projeto social nascido numa comunidade do Rio. O Grupo não ficou limitado aos muros de Vigário e se instalou em outros morros da cidade - mais precisamente em Parada de Lucas, Cidade de Deus, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho - além de fazer apresentações e realizar oficinas em diversos países.

O carro-chefe da instituição é a música e a Banda Afro Reggae, mas a ONG também mantém diversos subgrupos que atuam em outras áreas, como o circo, o teatro e a dança.

Outro projeto pioneiro é o Nós do Morro, fundado em 1986, no Morro do Vidigal, localizado em São Conrado. A idéia foi do jornalista e ator Guti Fraga, que também morava na comunidade. Ao lado de um grupo de jovens moradores, deu início a uma proposta inovadora: o Teatro-Comunidade, que originou o grupo de dramaturgos e atores da comunidade.

“O diferencial do grupo Nós do Morro é que, até então, os projetos que entravam nas comunidades vinham de fora da favela. Desde 1976, Guti morava no Vidigal”, lembra Luiz Paulo Corrêa e Castro, um dos fundadores do grupo e autor das peças e adaptações.

Mais de vinte anos depois, já foram encenadas 75 peças, tendo como protagonistas - no papel de atores, diretores e técnicos - os jovens do Vidigal e de outras comunidades da cidade.

Com a consolidação do Nós do Morro, o projeto se ampliou e, atualmente, oferece cursos de formação nas áreas de teatro (atores e técnicos) e cinema (roteiristas, diretores e técnicos). Neste ano, o grupo conta com 530 alunos e 60 pessoas que compõem seu corpo técnico.

“O nosso resultado é indireto. Quem passa por aqui tem seus horizontes ampliados, consegue romper as distâncias sociais e participar de outras realidades. Por isso nossa perda para o tráfico é mínima”, analisa Luiz Paulo.

Fonte: Planeta Sustentável



Escrito por Julia Lordello às 14h14
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Academia sustentável

 

“Mais do que culto ao corpo, culto à saúde, à consciência, ao equilíbrio e ao bem-estar”. Esse é o conceito da Ecofit, academia de São Paulo que se auto-intitula a primeira academia ecológica do Brasil.

Entre outras atitudes sustentáveis, estão a captação de água da chuva, que consegue suprir a demanda de água não potável por 8 meses a cada ano, o uso de madeira certificada ou de demolição para toda a construção, do piso aos móveis, e as clarabóias e paredes de vidro do projeto arquitetônico, que fazem com que as luzes da academia só sejam acesas a partir das 18hs. 

A piscina é aquecida com energia solar - os painéis ficam à vista dos alunos - e tratada com ozônio, substância menos tóxica que o cloro.

Recentemente, metade dos chuveiros, já aquecidos a gás, foram trocados por versões com arejador e um timer, que desliga a água após cinco minutos. Uma ampulheta permite acompanhar a passagem do tempo no banho - as crianças adoraram a brincadeira. E a Ecofit também, pois a economia de água ficou em torno de 70%.  

No vestuário, as torneiras também possuem timer e arejador, enquanto as descargas consomem 6 litros de água a cada vez, sendo que as convencionais gastam de 12 a 15 litros.

No fundo da academia, instalada em um terreno de 5.800 metros na rua Cerro Corá, há uma composteira: as cascas de frutas, legumes e verduras da lanchonete são transformadas em adubo para as plantas e jardins, que se espalham por todo o edifício.

O lixo reciclável é separado. Nos contâiners, os alunos podem inclusive descartar lâmpadas, pilhas, baterias e lixo eletrônico, como celular e calculadora - já foram coletados mais de 150 quilos só de pilhas e baterias.

No ano passado, a Ecofit também arrecadou 100 litros de óleo de cozinha usado, que, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente de Osasco, foram enviados a um projeto que transforma óleo de cozinha em biodiesel.

“Atividade física tem tudo a ver com ecologia. Vamos passar aos nossos alunos a importância de atitudes ecológicas para melhorarmos e conservarmos o meio-ambiente em que vivemos. Às vezes, as pessoas acham que uma semente é muito pouco, mas quando ela é germinada pode trazer muito resultados”, afirma Antônio Gandra, um dos sócios da academia.

Fonte: O Guia Verde / UOL Notícias / Revista Mundo Eco



Escrito por Julia Lordello às 13h45
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Construindo sonhos

 

Às vezes, a solução dos problemas está mais perto do que se imagina. Com recursos humanos e materiais disponíveis no próprio local, é possível mudar a realidade de comunidades degradadas como favelas, cortiços e vilas de pescadores.

Essa é a idéia do Instituto Elos, organização não-governamental de Santos (SP), fundada em 2000 por jovens arquitetos e urbanistas.

"Nossa fórmula é simples: um sonho em comum, um curto espaço de tempo para realizar o que se almeja e um mutirão que esteja disposto a colocar a mão na massa", afirma Edgard Gouveia Jr., presidente do Elos.

Traduzindo isso para a prática: o Instituto reúne moradores de uma determinada comunidade e jovens empreendedores sociais para viabilizar projetos de interesse coletivo.

O resultado são praças, creches, campos de futebol, playgrounds, hortas, jardins, centros culturais e até sistemas sustentáveis de purificação de água de esgoto e de coleta seletiva de lixo.

Tudo começa com a escolha da comunidade a ser apoiada. A prioridade do Elos são aquelas que apresentam uma urgência social e ambiental.

Escolhida a comunidade, o primeiro contato entre o Elos e seus moradores envolve uma série de jogos e atividades lúdicas. O objetivo é identificar as necessidades e os talentos locais, além de despertar o senso de empreendedorismo e cooperativismo entre a população atendida.

Em um segundo momento, comunidade e jovens enumeram, discutem e propõem soluções para os problemas. Planejam a construção de espaços que promovam melhorias em termos educacionais, culturais, de saúde, higiene, conforto, segurança e lazer.

Formando um mutirão, trabalham na construção do que foi idealizado. Em todo o processo, a comunidade é o principal - quase único - agente das mudanças sociais. Tudo é construído com recursos do próprio local. Pneus usados, madeiras, bambus, garrafas pet, pedras e até panelas velhas viram matéria-prima na execução de cada obra.

Concluída essa etapa, o instituto oferece suporte e acompanhamento para que, aos poucos, a comunidade tenha autonomia na resolução de problemas locais e na mobilização comunitária.

"O trabalho em mutirão nos trouxe um resultado rápido e vimos o que construímos com nossas próprias mãos. Nos demos conta de que somos capazes de mudar nossa realidade, de transformar sonhos em projetos reais, desde que estejamos unidos", afirma Ronaldo Pereira, de 23 anos, um dos líderes comunitários da Vila Alemôa, em Santos.

O Elos também investe na capacitação de jovens empreendedores com o programa Guerreiro sem Armas. Oferece curso de um mês para a formação de pessoal entre 18 e 35 anos. A idéia é que eles retornem às suas cidades munidos de técnicas eficientes para orientar e promover mutirões nas comunidades em que vivem.

Em dez anos de atuação, o Instituto Elos reúne mais de mil jovens empreendedores já formados. Eles colaboraram nas ações da entidade. Participam, por exemplo, em intervenções sociais em cerca de 20 comunidades do Sul e Sudeste do País e no desenvolvimento de metodologias que são disseminadas mundo afora.

Fonte: Revista Galileu



Escrito por Julia Lordello às 15h10
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Recicle seu celular

 

Você também não sabe o que fazer com seu celular velho, aquelas baterias todas que sobram e até os carregadores? Esses pequenos objetos causam grandes impactos ambientais quando perdem a utilidade.

Para que eles tenham um destino mais nobre do que a lata de lixo ou o fundo da gaveta, o IPE - Instituto de Pesquisas Ecológicas está promovendo uma campanha para coleta e reciclagem dos aparelhos.

A iniciativa quer incentivar as pessoas a levarem os aparelhos celulares – e, também, baterias e carregadores sem utilidade – para postos de coleta e reciclagem que foram colocados em todas as lojas Vivo. 

As pessoas depositam o material num posto de coleta e o dinheiro arrecadado com a venda desses produtos reciclados vai para projetos socioambientais, que visam a conservação da fauna e da flora brasileiras, além da preservação das nascentes dos rios. As iniciativas fazem parte dos projetos “Mico-leão-da-cara-preta”, “Mico-leão-preto” e “Nascentes Verdes Rios Vivos”, todos do IPE. 

Segundo a ONG, apenas com os aparelhos que já foram recolhidos nos postos de coleta, foi possível reciclar centenas de toneladas de metais e plásticos, que retornaram ao mercado para a produção de novos produtos. 

O celular usado pode ser de qualquer modelo ou operadora. É preciso, apenas, verificar se os aparelhos estão desligados e, em seguida, preencher as duas vias do termo de doação.

Fonte: O Guia Verde / Planeta Sustentável



Escrito por Julia Lordello às 12h02
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Voluntárias ajudam mães a ter partos mais calmos no Recife

 

Albertina da Silva, de 65 anos, teve 10 filhos, foi professora primária e não se conformou com a aposentadoria. Tia Bebé, como é chamada, dá expediente em uma maternidade pública do Recife, num ofício ainda pouco conhecido, mas que rende várias definições.

Pegar na mão, dar atenção, encorajar, fazer massagem e orientar as gestantes que esperam a hora de dar à luz são algumas das atribuições destas mulheres que receberam treinamento especial para atuar como doulas.

A palavra doula vem do grego e significa mulher que serve. Elas se dispõem a servir de forma voluntária. As doulas exercem um papel extremamente importante nas maternidades. São profissionais do carinho e do afeto.

Roberta chegou sozinha, chorando, com medo. Alguns minutos depois, com beijinhos, afagos e a massagem da Tia Bebé, ela está tranqüila, fazendo exercícios para respiração.

Ao todo, 63 doulas ajudam as equipes médicas em três maternidades do Recife. Com elas por perto fica mais fácil fazer os exames, escutar o coraçãozinho do bebê, acompanhar melhor as contrações. Um apoio muito bem recebido, principalmente para as grávidas que não têm acompanhantes.

“É uma mãezona”, elogia uma grávida.

“O efeito prático é que a gente tem uma aceleração no desenvolvimento do trabalho de parto e automaticamente uma redução no número de cesáreas”, aponta a coordenadora da Saúde da Mulher do Recife Benita Spinelli.

“A gente passa uma segurança muito grande para elas. Basta pegar na mão”, conta a doula Salete Silva.

Segundo Graça Valeriano, coordenadora desse trabalho em uma das maternidades, elas sempre se afeiçoam as pacientes. “A gente se apega à mãe e ao bebê, o fruto de nossa doação. É um prazer imenso”. A coordenadora disse ainda que muitas mães voltam depois para contar como elas e os filhos estão. “Elas não esquecem”, afirma.

Fonte: Bom dia Brasil / CREMEPE



Escrito por Julia Lordello às 12h23
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Vista-se de azul - Dia Mundial dos Oceanos

 

A organização norte-americana The Ocean Project (www.theoceanproject.org) criou uma interessante campanha em defesa dos mares do nosso planeta.

Nesta segunda-feira, 8 de Junho, data em que comemoramos mais um Dia Mundial dos Oceanos, a entidade pede para que as pessoas vistam-se de azul e transmitam informações sobre os oceanos aos colegas de trabalho, vizinhos, amigos, familiares e afins.

"Sugerimos não apenas que usem roupas na cor azul, mas que deixem os colegas entenderem o porquê: cada um deve contar dois fatos sobre os oceanos que eles provavelmente desconhecem", afirmam os organizadores no site da entidade.

Batizada de "Wear Blue and Tell Two", a iniciativa tem por objetivo divulgar mais informações sobre a atual situação dos mares e aumentar o comprometimento das pessoas em relação à sua conservação.

Os oceanos cobrem 70% da superfície da Terra, representam 99% do espaço disponível à vida, produzem 70% de oxigênio, abrigam uma biodiversidade imensa, são fontes de inúmeros recursos, regulam o clima do planeta, entre outros serviços que prestam ao Homem. De quantas razões precisamos mais, até tomarmos consciência de que é preciso proteger este gigantesco ecossistema?

Fonte: The Ocean Project / Oceanário de Lisboa / Blog Auxina



Escrito por Julia Lordello às 14h24
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RESUMO DA ÚLTIMA SEMANA

Super-Seres Humanos

 

Você conhece um super-herói?

 

Claro que sim, mesmo que não saiba disso.

 

Ao contrário do Super-Homem e da Mulher Maravilha, os super-heróis que conhecemos não têm super poderes, são seres humanos comuns que escolheram de alguma forma fazer o bem.

 

Saber disso nos faz ter consciência que todos nós temos potencial para ser super-heróis. Não precisa enfrentar uma batalha ou vencer inimigos para isso, basta abrir a porta do prédio para o seu vizinho, não jogar lixo na rua ou simplesmente ser gentil.

 

O heroísmo não tem necessariamente a ver com força ou características extraordinárias, e sim com pequenas atitudes que somadas a outras pequenas atitudes transformam a sua vida, a vida do outro e o mundo em um lugar melhor.

 

Aqui no 365 Dias que Acalmaram o Mundo já tivemos alguns exemplos desses super-heróis, ou melhor, super-seres humanos.

 

Lucio Mauro Filho, Johayne Hildefonso, Cico Caseira, Renato Farias, Denis Russo Burgierman, Dira Paes, Lucinha Araújo, Adriana Falcão, Fernando Escrich e agora Paulo Zulu.

Esse texto também é uma pequena homenagem a eles.

Resolvi escrever sobre isso porque nessa semana tivemos notícias com exemplos de alguns super-heróis.

A inglesa Catherine Conway que ao reparar na quantidade de lixo que geramos ao retirar tudo das embalagens para guardar a comida do mercado teve a idéia de criar uma loja que vendesse tudo a granel. Abriu então a Unpackaged, que além de tudo também se preocupa com a qualidade do que vende: só comida orgânica.

O artista plástico Rubens Matuck, que já plantou com amigos mais de 2 mil árvores no bairro onde mora.

E Luciana Chinaglia, fundadora da ONG Banco de Alimentos, projeto que consiste em fazer a coleta urbana de alimentos que, apesar de estarem em perfeitas condições, seriam descartados como sobra. Operacionalmente, a ONG busca onde sobra e entrega onde falta. Os alimentos fornecidos pelas empresas doadoras são distribuídos entre instituições beneficentes cadastradas. Nestes vinte anos de atividade, o projeto já salvou do lixo mais de 2 milhões de quilos de comida.

De pequenas a grandes atitudes. De grandes a pequenos super-heróis. Nós podemos mudar o mundo. Acredite.

Um abraço e até semana que vem!

Ps: Nessa semana cheia de super-heróis, tivemos mais um aqui no 365 Dias que Acalmaram o Mundo para dar uma sugestão para um mundo melhor: Paulo Zulu. Vale a pena ler, refletir e partir para a ação!

Para ouvir essa música clique aqui: http://b.radio.musica.uol.com.br/radio/index.php?ad=on&ref=Musica&busca=super-her%F3is¶m1=homebusca&q=super-her%F3is&check=musica&x=23&y=6



Escrito por Julia Lordello às 15h12
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Paulo Zulu



Categoria: SUGESTÕES
Escrito por Julia Lordello às 15h10
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Timberland abre loja ecoeficiente em Nova York

 

Tendo como forte da marca a confecção de sapatos masculinos e o ativismo de proteção ambiental, a Timberland traz mais uma novidade: uma loja feita sob medida dos conceitos ecoeficientes.

O novo estabelecimento da marca em Nova York tem seu consumo de carbono compensado, madeiras reutilizadas e iluminação feita com lâmpadas de baixo consumo energético.

Ainda dentro de padrões mais verdes, o chão do novo endereço é composto de resíduos de construção. As mesas e cadeiras são da antiga loja e foram reformadas utilizando tintas que não agridem a natureza.

A nova coleção de calçados da marca é feita com sola de borracha reciclada e revestimento de couro orgânico, que é livre de produtos químicos em seu curtimento. Dentro da promoção da loja, clientes que levarem sapatos antigos da marca para serem doados a instituições carentes ganharão desconto nas compras.

A Timberland também é responsável por um movimento chamado EarthKeeperes (Protetores da Terra, em português) que apóia mudanças nos hábitos diários das pessoas como forma de conscientizar cada um sobre o respeito e a preservação ao meio ambiente.

A iniciativa conta com um blog onde os protetores da natureza têm acesso a postagens, comentários, ações e boas idéias relacionadas às práticas responsáveis.

A empresa acredita que a paixão pelo mundo deve ser o motor para abraçar a responsabilidade de preservar os recursos naturais.

Incentivando a plantação de árvores, construção de painéis solares, o desenvolvimento de produtos sustentáveis e ação popular no planeta, a marca espera expressar a reverência à natureza e ao compromisso de um futuro sustentável.

Fonte: EcoDesenvolvimento / The New York Times



Escrito por Julia Lordello às 13h44
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Não ao desperdício

 

Um terço de toda a comida que você compra vai direto para o lixo, conforme dados do Instituto Akatu. Veja bem: uma família que joga fora 350 gramas de comida por dia soma 10 quilos de desperdício em um mês, o suficiente para render uma bela refeição para 30 pessoas.

Para acabar com esse desperdício e tornar a nossa rotina mais inteligente, econômica e ecologicamente correta, o Instituto Akatu e a ONG Banco de Alimentos criaram projetos que estão de fato transformando essa realidade.

O Instituto Akatu lançou no começo desse ano a campanha “1/3 de tudo que você compra vai direto para o lixo”. A campanha, veiculada na mídia através de peças publicitárias, alerta o consumidor para a problemática do desperdício de alimentos e dá dicas de como consumir os alimentos de forma consciente para evitar desperdícios.

As dicas vão desde prestar atenção no prazo de validade dos produtos até aproveitar talos, folhas e cascas de alimentos que muitas vezes vão para o lixo.

A idéia é mostrar que todo consumo tem impacto, seja ele positivo ou negativo, que cada gesto de consumo tem poder transformador e que é possível mudar este quadro por meio de pequenos gestos diários.

A ONG Banco de Alimentos, fundada em janeiro de 1989, pela economista Luciana Chinaglia, em São Paulo, também trabalha para transformar essa situação. O projeto da ONG consiste em fazer a coleta urbana de alimentos que, apesar de estarem em perfeitas condições, seriam descartados como sobra.

Operacionalmente, a ONG Banco de Alimentos busca onde sobra e entrega onde falta. Os alimentos fornecidos pelas empresas doadoras são distribuídos entre instituições beneficentes cadastradas.

“Nestes anos de atividade, já salvamos do lixo mais de 2 milhões de quilos de comida” afirma Luciana.

Mas se a idéia é combater a fome, é preciso, também, combater o desperdício. A ONG oferece cursos para aproveitar melhor os alimentos. As capacitações técnica gratuitas são voltadas aos funcionários das instituições cadastradas.

Os cursos também ensinam técnicas de manipulação e armazenamento de alimentos, higiene e nutrição, para que a comida que iria para o lixo chegue em perfeitas condições à mesa das instituições.  

Hoje, a ONG Banco de Alimentos recolhe 35 toneladas de alimentos por mês, beneficiando, nesse mesmo período, 22 mil pessoas, em 51 instituições sociais. São 692.250 refeições.

Fonte: Revista Bons Fluidos / Planeta Sustentável / Portal Terra



Escrito por Julia Lordello às 15h43
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Seu planeta precisa de você

 

Hoje é comemorado em todo o mundo o Dia do Meio Ambiente. Estabelecido durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, em 1972, o dia tem o objetivo de sensibilizar as pessoas quanto a preservação ambiental.

O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente faz um chamado: "Seu planeta precisa de você - unidos para combater as mudanças climáticas". Neste ano, a proposta das Nações Unidas é que cada indivíduo desenvolva atitudes que possam ser aproveitadas pelas comunidades com o objetivo de recuperar o ambiente.

Na opinião de Haroldo Mattos de Lemos, presidente do Instituto Brasil Pnuma, o comitê brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o tema deste ano representa um bom motivo para as pessoas refletirem sobre suas ações. "Se cada um se conscientizar sobre suas atitudes ambientais, a diferença vai ser muito grande", afirma ele.

Aos 17 anos, Ana Claudia Cassanti é um exemplo de estudante preocupada com o ambiente. Ao lado de sua irmã gêmea e de outro colega do colégio Dante Alighieri, em São Paulo, ela tomou a dianteira na ideia de plantar mil mudas de árvores no Itaim Paulista, no ano passado.

Junto com as árvores plantadas foram fincadas placas com frases do tipo: “Hoje não plantamos apenas árvores, plantamos a esperança de um mundo mais sustentável”, “Para o futuro do brasil devemos ajudar a preservar o planeta verde”.

Agora, Ana Claudia quer repetir a experiência e plantar mais 2 mil mudas em São Miguel, também na zona leste. O evento, que deve reunir mais de cem estudantes, está marcado para hoje.

O projeto de Ana lhe rendeu uma vaga no programa Embaixadores do Clima, do Conselho Britânico. Em fevereiro, ela viajou para a Escócia, onde se encontrou com outros estudantes. "Pude ver o que cada um está fazendo para combater o aquecimento global", diz.

Aproveite este Dia Mundial do Meio Ambiente para refletir sobre pequenas atitudes que você pode tomar no dia a dia para preservar o meio ambiente. Desde diminuir o tempo do banho e não abrir a porta da geladeira à toa até plantar árvores. O Planeta agradece.

Fonte: Estadão / UOL Notícias



Escrito por Julia Lordello às 14h46
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HP lança campanha estimulando o desligamento de computadores após o uso

 

Cem mil computadores ligados liberam a mesma quantidade de emissões de carbono que 105 carros. A maioria das pessoas, no entanto, ainda vê de forma muito distante o impacto na natureza causado por máquinas que ficam ligadas indefinidamente sem necessidade.

Para mudar esse panorama, a HP lançou nesta semana a campanha mundial Power To Change.

Como parte da campanha, a empresa disponibiliza gratuitamente um aplicativo que monitora e informa ao usuário o nível de economia no consumo de energia acumulado associado ao desligamento de desktops ou notebooks. O aplicativo pode ser baixado no site https://h30470.www3.hp.com/pt/ , onde é possível acompanhar também um ranking dos países que mais contribuem com a causa.

Segundo a HP, se 100.000 usuários desligarem os computadores ao final de cada dia a economia de energia poderá ser de mais de 2.680 quilowatt hora (kWh), e a redução nas emissões de carbono poderá atingir mais de 1.600 quilos por dia.

Fonte: O Globo



Escrito por Julia Lordello às 16h54
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Rubens, o semeador

 

O amor do artista plástico Rubens Matuck pela natureza é tão grande que se estendeu de suas obras para a vida. No bairro onde mora, a Vila Madalena (SP), ele é pai de várias espécies nativas.

Desde 1973, Matuck transcende sua arte das telas e do papel para a terra. Com um pequeno grupo de amigos, ele já plantou mais de 2 mil árvores nos arredores de sua casa.

“Sou apaixonado pela natureza. Faço questão de ir atrás de cada semente, de cultivá-la na minha casa, transplantar no lugar onde moro e acompanhar o crescimento de cada uma delas. É um simples gesto de cuidar do entorno”, diz Rubens.

Com a mesma paixão com a qual desliza o pincel na tela, ele acompanha o desenvolvimento de cada uma das espécies com aguçada curiosidade pelos brotos que surgem - sempre atento ao verde das praças e parques da Vila.

“É um trabalho de Gandhi, de formiguinha, e gosto de sentir que estou fazendo minha parte”, diz.

Encantada com o trabalho de Rubens, a escritora Ruth Rocha escreveu um livro para homenagear o amigo. Ela já o conhecia como artista. Mas, numa visita à seu estúdio na cidade de São Paulo, ela descobriu um "outro" Rubens, o estudioso da natureza e plantador de árvores.

Encantou-se com sua coleção de frutos, sementes e outros objetos recolhidos em viagens pelo Brasil e, principalmente, com as mudas criadas no berçário - um viveiro que ele mantém na pequena varanda de seu estúdio -, generosamente distribuídas a quem quiser plantá-las.

Desse encontro e do desejo de divulgar o exemplo maravilhoso que significa esse trabalho, Ruth tirou inspiração para escrever o livro Rubens, o semeador, um incentivo para que outros "Rubens" surjam por aí, tornando nossas cidades mais bonitas e mais humanas.

Fonte: Planeta Sustentável / Revista Arquitetura e Construção / Editora Moderna



Escrito por Julia Lordello às 15h17
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Sem saco para embalagem

 

Ao voltar das compras do mercado, repare na quantidade de lixo que você gera ao retirar tudo das embalagens para guardar a comida no armário. É muita caixa, pacote, saco plástico, tudo vazio, jogado fora.

Foi pensando nisso que a inglesa Catherine Conway teve uma idéia genial: criar uma loja que vendesse tudo a granel. Nada de pacotes.

Abriu então a Unpackaged, em Londres (http://beunpackaged.com ).

O lugar parece um armazém de bairro, daqueles do início do século passado. Os clientes levam suas embalagens de casa e colocam os alimentos ali dentro. Quem se esquecer – ou não tiver um contêiner adequado – pode levar a embalagem emprestada da loja, com o compromisso de devolvê-la depois.

“Sempre pensei que deveria existir uma maneira melhor de vender alimentos. Sem o desperdício de embalagens. Foi aí que tive a idéia de criar a loja. Ela é uma prova de que é possível vivermos em um mundo mais sustentável”, diz Catherine, que também se preocupa com a qualidade do que vende: só comida orgânica, fresquinha, que faz um bem danado. Para você e para o mundo.

Fonte: Revista Vida Simples / Pequenas Empresas e Grandes Negócios / Hemispheres Inflight Magazine



Escrito por Julia Lordello às 15h36
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Bicicleta 100% verde

 

Andar de bicicleta é uma forma importante de reduzir a poluição do ar e melhorar a saúde. Muitas famílias já a adotaram no dia a dia para contribuir com o meio ambiente. E, agora, é possível fazer um bem ainda maior à natureza: reciclar os pneus da bike.

Acaba de ser lançado um projeto socioambiental promovido pelo Instituto Via Viva, em parceria com a empresa Caloi. O objetivo é transformar pneus antigos em pequenos chips de borracha que poderão ser utilizados na composição de diversos produtos com novas funções, como o concreto DI.

Com isso, a bicicleta se torna um veículo de transporte 100% reciclável no Brasil.

O projeto de reaproveitamento das peças foi desenvolvido pensando também na inclusão de pessoas deficientes no mercado de trabalho.

Funciona assim: os pneus são depositados pelos consumidores nos coletores instalados em lojas especializadas da Caloi, e cada um recebe um selo verde para sua bike. O material é encaminhado para os Ecopontos Via Viva, onde pessoas com deficiência física, mental ou em situação de risco social, capacitadas pela instituição AVAPE, fazem a triagem de resíduos. A matéria resultante é enviada para centros de reciclagem e transformada em chips de borracha que são posteriormente utilizados em diversos produtos.

 Fonte: Revista Crescer / Caloi

 



Escrito por Julia Lordello às 13h32
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