O 365 Dias que Acalmaram o Mundo publicou durante quatro anos notícias boas de jornais e revistas de todo o mundo.

Todos os dias uma notícia boa era pesquisada e reescrita para mostrar pequenas e grandes iniciativas. Foram centenas de notícias boas que mostraram que é possível mudar o mundo, fazer coisas boas pelos outros. E isso é o que milhares de pessoas já estão fazendo.

No último ano, o blog deixou de ser atualizado por questão de tempo. Era um trabalho voluntário criado e atualizado por apenas uma profissional, que passou a ter um cronograma curto para conseguir escrever e atualizar todos os dias. Mas o projeto continua vivo e em algum momento irá voltar. Enquanto isso não acontece, sintam-se a vontade para pesquisar as centenas de notícias boas que já foram publicadas (a maioria é de projetos que ainda existem).

Obrigada a todos os leitores e pessoas que adotaram esse projeto que é tão valioso para todos nós. Continuamos o contato aqui pelo blog e pelo e-mail blog365diasqueacalmaramomundo@gmail.com.



Escrito por Julia Lordello às 23h08
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Ônibus escolar movido a pedaladas

Os holandeses são tão fanáticos por bicicletas que quase metade dos trajetos diários do país é feita pedalando. O número de bicicletas é maior que a população local, com mais de 16 milhões de habitantes.

Nada mais lógico então do que lançar um ônibus escolar a pedaladas. E foi exatamente isso que a empresa De Café Racer fez.

Eles criaram uma bicicleta que aproveita a energia sem limites das crianças de 4 a 12 anos. Com oito lugares para os pequenos pedalarem, um para o adulto responsável e dois para caronas (para os menores), a bicicleta amarela conta ainda com um motor para subidas mais íngremes. Também tem um toldo de lona para dias de chuva.

A ideia é simples: ter um meio de transporte mais sustentável para as crianças irem para a escola e aproveitar para abordar assuntos importantes como sustentabilidade, saúde e trabalho em equipe.

“As crianças se divertem pedalando e ainda aprendem na prática valores para a vida toda, como a importância de trabalhar em equipe e como a sustentabilidade pode estar presente na nossa vida de forma simples e prazerosa”, afirmam os criadores do projeto.

Fonte: Revista Vida Simples / Planeta Sustentável / Inhabitat / Greenstyle



Escrito por Julia Lordello às 23h23
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Retrospectiva

Embalagens sustentáveis

Quem fica com consciência pesada ao pegar uma sacolinha de plástico no supermercado já sabe: embalagens são um dos grandes vilões da sustentabilidade.

Se feitas de plástico, demoram mais de 400 anos para se degradar no ambiente. Outro material, o isopor, demora apenas oito anos, porém sua reciclagem é cara e dispendiosa.

Em vez de tentar reduzir o tamanho das embalagens para diminuir seu impacto na natureza, algumas empresas estão partindo para uma abordagem diferente: usar materiais feitos a partir de matérias-primas biológicas, que possam ser decompostas na natureza, ou criar embalagens que tenham uma nova função depois de utilizadas.

Um exemplo são as iniciativas em todo o mundo que estão investindo nos bioplásticos. Feitos em geral de sobras da agricultura, como fécula de mandioca, batata, milho ou cana-de-açúcar, esses biopolímeros têm características similares aos plásticos comuns, mas se decompõem na natureza e até podem ajudar a tornar o ambiente mais fértil, pois, como são feitos de material orgânico, servem como adubo para as plantas.

Em Londres, um grupo de designers também decidiu investir em embalagens sustentáveis e criou o Stanley Honey, um pote de mel que depois de usado pode se transformar em um vaso para plantar flores.

“As abelhas estão enfrentando dificuldades de sobreviverem em função das mudanças climáticas e dos pesticidas. Com essa embalagem, queremos ajudar a diminuir o lixo e ainda fazer as pessoas pensarem sobre isso. Mais flores, mais abelhas, mais abelhas, mais mel. Cuidar do meio ambiente é fundamental para a nossa saúde, alimentação, para tudo na vida”, afirmam os designers.

Fonte: Revista Vida Simples / It’sGreenDesign / Planeta Sustentável / Que tal isso? / Embalagem Sustentável



Escrito por Julia Lordello às 23h33
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Aumenta reciclagem de PET no Brasil

A procura por garrafas pet para reciclagem disparou no Brasil. E esse material se tornou tão valioso que está em falta para a indústria.

O processo de reciclagem da garrafa PET é simples: o trabalho começa nas mãos de catadores e cooperativas. Depois, as garrafas são separadas, tragadas pela esteira, lavadas e finalmente trituradas. E por fim, o plástico pet moído se transforma em placas de trânsito, capas de caderno, cobertores, roupas e muitos outros produtos.

O número de fábricas de reciclagem no Brasil saltou de 175 para 425. Só que sem matéria-prima as fábricas produzem 30% menos do que poderiam. Elas precisam de uma quantidade maior desse lixo. Mesmo assim o Brasil é um dos países que mais reciclam garrafas pet no mundo. Agora só falta surgirem mais iniciativas de coleta de material reciclado em mais cidades brasileiras.

“É um material útil e incrivelmente bonito. As pessoas estão começando a entender como esse lixo pode se transformar em tantas coisas úteis e como é importante reciclar ao invés de poluir o meio ambiente e desperdiçar um material que tem grande valor”, afirma o diretor de uma cooperativa de reciclagem.

Para ver o vídeo dessa matéria clique aqui: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/05/procura-por-garrafas-pet-para-reciclagem-dispara-no-brasil.html

Fonte: Jornal Nacional / Planeta Sustentável / Veja / Superinteressante



Escrito por Julia Lordello às 23h38
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Retrospectiva

Alguém para te ouvir

Se você tem algo para falar, eles estão lá para escutar. Como um velho amigo: a qualquer hora, sem cobrar nada, com toda a disposição.

É o Centro de Valorização da Vida (CVV), uma organização criada há 49 anos para prevenir o suicídio e dar apoio a quem precisa.

Qualquer pessoa pode entrar em contato com a ONG, sem precisar se identificar, através do telefone (141), e-mail, chat online (www.cvv.org.br) ou pessoalmente. São 41 postos, cada um com cerca de 50 voluntários, em todos os estados do país. O serviço é 24h e gratuito. Os voluntários têm um simples trabalho: ouvir o outro.

“É um trabalho de atendimento àqueles que estão passando por alguma dificuldade, por um momento de tristeza ou até mesmo por um fato feliz em suas vidas, e não têm com quem compartilhar. Tem pessoas que ligam para contar que passaram em um concurso, outras pela descoberta de uma doença e outras que não falam nada, não há diálogo verbal, mas sim emocional. A pessoa não consegue falar e o voluntário fica ali, quanto tempo for preciso, até que o interlocutor ganhe coragem para conversar ou simplesmente desligue”, conta Antonio, voluntário há 10 anos nas madrugadas das quartas-feiras em São Paulo.

Os voluntários recebem cursos de formação, que servem tanto para capacitar novos voluntários quanto para reciclar os que já trabalham na organização. Em 2009, foram 1,1 milhão de telefonemas.

“O projeto nos ensina a importância de saber ouvir, com respeito e sem julgamento. Na maioria das vezes, a pessoa que liga para o 141 só quer ser ouvida e nós temos uma satisfação grande em escutar”, afirma outro voluntário.

Fonte: Revista Sorria / Superinteressante / IG / Bom Dia DF



Escrito por Julia Lordello às 23h08
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Um cão feliz

Roosevelt, um cão da raça Border Collie, nunca teve uma vida fácil. Nasceu com problemas congênitos nas patas dianteiras e teve que aprender a andar com as patinhas de trás. Algumas pessoas achavam inclusive que o melhor era sacrificá-lo para ele não sofrer. Mas ele nunca foi um cão triste. Muito pelo contrário.

Uma ONG em Portland, nos Estados Unidos, decidiu cuidar do cãozinho e passou a dar toda a assistência necessária. Depois de poucos anos, uma moradora da cidade, Stephanie Fox, se encantou por ele e decidiu adotá-lo.

Assim, além de sobreviver, ele ganhou uma família. E aos poucos, mesmo com toda a dificuldade, tudo começou a melhorar. Stephanie decidiu economizar uma grande quantia para comprar uma cadeira de rodas para Roosevelt poder correr por aí.

“Ele já era tão feliz andando só com as patas de trás que eu pensava que com a cadeira de rodas ele teria uma vida maravilhosa, um dia-a-dia normal como qualquer cachorro”, conta.

E foi exatamente isso que aconteceu. Com a cadeira de rodas, ele realmente esquece que tem qualquer deficiência e sai por aí correndo. Hoje, ele tem uma vida tranquila e muito feliz.

“Roosevelt é realmente um cão muito feliz”, afirma Stephanie.

Fonte: UOL Notícias / Revista Época / Daily Mail / Extra



Escrito por Julia Lordello às 23h39
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Retrospectiva

Grupo do milênio

Uma reunião de amigos está transformando a vida de idosos no Parque da Água Branca, em Perdizes, zona oeste de São Paulo.

Os encontros, que acontecem diariamente no parque, funcionam como sessões de terapia ao ar livre: todos ali contam suas histórias, comentam as notícias do dia ou, se preferirem, apenas escutam os demais tomando um cafezinho ou beliscando rosquinhas – tudo levado por eles.

A maioria mora no entorno do parque e alguns chegam acompanhados de cuidadoras ou enfermeiras, dando pistas de que levam uma vida bem remediada.

A data de surgimento do grupo não é muito precisa. Os fundadores não estão mais vivos e a memória da turma, ainda que afiada, não consegue ir tão longe. A líder da turma é a elegante Dona Flora, de 83 anos, que passou a freqüentar os encontros há dez anos e estima que as primeiras reuniões se deram por volta de 1995.

No início, o grupo era formado por cinco homens. Eles se encontravam num dos bancos de concreto do parque para papear e passar o tempo. A reunião informal começou a chamar a atenção de outros idosos que freqüentavam o parque para caminhar. Curiosos, passaram a encerrar os exercícios ali. O banco ficou pequeno para tanta gente e deu lugar a uma mesa.

Foi nesse momento que Dona Flora e o marido, Vicente de Carvalho, de 91 anos, entraram para a turma. Empolgada com o novo círculo de amizades, ela passou a convidar outros conhecidos para se juntarem à turma e hoje já são cerca de 20 idosos. Eles foram apelidados de Grupo do Milênio – suas idades somadas chegariam a mil anos.

A idade não impede que as reuniões sejam animadas. Duas vezes por semana, o caçula do grupo, Luiz, de 67 anos, leva um violão e um caderninho com letras e acordes de clássicos da música brasileira. A qualidade do repertório já atrai até turistas.

“Uma vez, um casal disse ter vindo de Santana só para nos ver cantar”, diz Luiz Renato, todo orgulhoso.

Fonte: Época SP / O Estado de S. Paulo / Desenvolvimento Local / IG



Escrito por Julia Lordello às 23h54
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A cidade campeã da limpeza

A cidade de Boras, na Suécia, tem 105.000 habitantes, 1.500 indústrias e nem 1 grama de lixo.

O município reaproveita 99% de tudo o que joga fora. Seus resíduos têm três destinos: 42% são incinerados e convertidos em energia elétrica, 30% são tratados biologicamente e transformados em biocombustível e 27% são reciclados.

E tem mais: a reciclagem é feita inteiramente pela população, que se encarrega de separar e levar o material até os postos de coleta espalhados por toda a cidade.

Caminhões recolhem o lixo orgânico (em sacos pretos, destinados à obtenção de biogás em usina inteiramente automatizada) e o resto (em sacos brancos, incinerados em fornos não poluentes). Menos de 1% do lixo é enterrado.

O modelo começou de forma bem simples, em 1988, com apenas 300 famílias. Hoje, a ideia deu tão certo que a universidade local presta assessoria de reaproveitamento de lixo a cidades no mundo inteiro. A proposta é espalhar o modelo sustentável pelo mundo.

“Tudo começou de forma bem simples, o que mostra que qualquer cidade pode fazer o mesmo. Aqui a experiência deu tão certo que estamos importando lixo da Noruega para poder gerar mais energia limpa”, afirma um dos criadores da iniciativa.

Fonte: Revista Veja / Planeta Sustentável / Natureza Viva / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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Menos é mais

Está certo que sua vida não cabe em uma mochila, mas será que você precisa encher um contêiner caso decida mudar de cidade?

Pensando nisso o americano Graham Hill, fundador do site de sustentabilidade TreeHugger, decidiu ser menos espaçoso e mais sustentável.

Começou por se mudar para um apartamento de 39 m2 e depois a cortar tudo o que parecia excesso, deixando só o necessário para caber ali. Digitalizou fotos e arquivos (reduzindo gavetas a um pequeno HD), desfez-se de pilhas de coisas.

Ele conseguiu projetar um lounge para oito pessoas, uma área de jantar de 12 lugares, quarto de hóspedes e até local para guardar seus equipamentos de kitesurf. Tudo com a ajuda de designers e arquitetos que colaboraram com o projeto.

Graham acredita que menos coisas nos trazem mais tempo, mais tranquilidade e mais dinheiro.

Depois de mudar a sua vida, decidiu incentivar outras pessoas a fazer o mesmo e criou o projeto Life Edited. A ideia é conscientizar as pessoas da importância de nos desfazermos das coisas que não usamos.

"Não sugiro que todo mundo mude para um espaço com menos de 40 m2, mas quero que as pessoas pensem sobre a necessidade de ocupar tanto espaço em volta de si mesmo. Editar sua vida pode ser libertador à medida que você foca no que é estritamente necessário para sua felicidade. Para que ter um fogão de seis bocas quando nós raramente usamos três? Precisamos pensar antes de consumir e tornar a vida mais simples e sustentável”, afirma.

Fonte: Revista Vida Simples / Planeta Sustentável / EcoDesenvolvimento / TreeHugger



Escrito por Julia Lordello às 23h48
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Retrospectiva

Artista cria retratos de cachorros usando revistas antigas picotadas

A carreira do artista Samuel Price, de São Francisco, nos Estados Unidos, começou quando ele era jovem demais para conseguir pagar as tintas e telas necessárias para pintura. Em busca de matéria-prima, começou a picotar revistas e jornais descartados.

Os pequenos pedaços de papel, sem valor para muitas pessoas, transformaram-se em um valioso instrumento de expressão para o artista.

Ele usa pedaços de revistas e jornais antigos para fazer colagens que reproduzem as faces de cachorros.

Com muita dedicação e criatividade, o que era lixo se transforma em obras de arte que traduzem sua paixão pelo meio ambiente e pelos animais.

“Sempre me preocupei com o meio ambiente e sempre acreditei no uso de materiais acessíveis como parte do processo instintivo de criar arte”, afirma Samuel.

Fonte: Revista Casa e Jardim / Galileu / Criativa / Inhabitat / Photo Journal



Escrito por Julia Lordello às 10h09
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Floresta comestível no meio da cidade oferece alimentos gratuitos para população

Já pensou em morar na cidade e ter o privilégio de colher, a três quarteirões de casa, alimentos saudáveis, livres de agrotóxicos, de graça?

Os moradores do bairro de Beacon Hill, em Seattle, nos EUA, estão realizando esse sonho. Juntos, eles estão criando uma floresta urbana comestível. É a Beacon Food Forest.

A paisagista e arquiteta Margarett Harrison apresentou o projeto para o governo local, conseguiu uma autorização e os moradores construíram a floresta para o bairro.

Lá, todos os alimentos podem ser colhidos gratuitamente por qualquer pessoa. Os moradores encontram goiabas, maças, tomates, ervas e outros alimentos. Uma das únicas regras é o respeito e o cuidado que todos precisam ter com o local.

O projeto ainda está no começo e os voluntários esperam criar outras hortas pela cidade.

“Existem muitos lugares desperdiçados na cidade que poderiam se transformar em hortas e florestas para deixar a cidade mais bonita e ainda ajudar a população”, afirma um dos criadores do projeto.

Fonte: Planeta Sustentável / Superinteressante / TreeHugger / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h25
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Sem sapatos!

Já imaginou ter que ir ao trabalho ou simplesmente andar nas ruas sem sapatos? É quase impossível. Mesmo assim milhões de pessoas e principalmente crianças ao redor do mundo vivem sem um par de sapatos.

Sem proteção para os pés, as pessoas estão expostas a riscos de corte, de contaminação e até mesmo privadas de andar longas distâncias – o jeito mais barato de se deslocar - para conseguir ir ao trabalho, à escola ou ao médico.

Para despertar a atenção da sociedade para essa situação, a empresa Toms Shoes criou a campanha One Day Without Shoes.

O movimento acontece hoje em diferentes países e convida todos a experimentar tirar, durante todo o dia ou o tempo que puder, o calçado dos pés.

No ano passado, empresas e escolas aderiram ao projeto e centenas de pessoas andaram descalças para homenagear o dia.

“Se cada um sair de casa descalço, nem que seja para ir a padaria por alguns minutos, todos poderão experimentar o que milhões de crianças suportam todos os dias. Vão ver o quanto é difícil e perigoso andar por aí sem sapatos. Muitas vezes nós só enxergamos os problemas do mundo quando passamos por eles. Com esse projeto queremos que as pessoas se preocupem com o outro e sejam mais conscientes”, afirma Blake Mycoskie.

Para quem não conhece, a Toms Shoes é uma empresa maravilhosa criada por Mycoskie que a cada par de sapatos vendidos, outro par é doado para uma criança que precise ao redor do mundo. Até hoje foram doados mais de 400 mil pares a crianças nos Estados Unidos, Argentina, Etiópia e África do Sul.

Fonte: Planeta Sustentável / The Huffington Post / Vogue / SIC Notícias



Escrito por Julia Lordello às 19h45
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Motoboy cria campanha para doação de livros

Há um ano, o motoboy de uma pizzaria em Madrid se deu conta que sua viagem de volta à empresa, após a entrega das pizzas, era inutilizada. Ele voltava das casas dos clientes de mochila vazia.

Foi aí que ele teve uma ideia simples: aproveitar o deslocamento para uma boa causa.

A pizzaria apoiou a ideia e assim nasceu o projeto Livros para a Colômbia, que incentiva os clientes da pizzaria a doarem livros.

O projeto funciona da seguinte forma: cada cliente que pede uma pizza é convidado a doar um livro usado e em bom estado. Os entregadores trazem os livros na viagem de volta à empresa. Depois, os livros arrecadados são entregues a escolas e bibliotecas da Colômbia. Eles vão parar do outro lado do Atlântico também de carona, dessa vez com os aviões da Iberia, que decidiu fazer uma parceria com o projeto.

A iniciativa deu certo e os livros já foram lidos por 100 mil crianças e jovens na Colômbia.

“É uma dessas ideias simples que estão por aí ajudando a mudar o mundo”, afirmam os voluntários que trabalham no projeto.

Fonte: Planeta Sustentável / Superinteressante / Informa BTL / Pequenas Empresas e Grandes Negócios



Escrito por Julia Lordello às 18h00
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Artista colore hospital com 28 mil flores

Uma artista norte-americana encontrou uma forma delicada e surpreendente de registrar a importância de um hospital de Boston para a população da cidade.

Tudo começou quando foi decidido que o Massachusetts Mental Health Center (um centro de tratamento para doentes mentais) teria de ser demolido para ganhar instalações mais modernas.

Temeu-se que a memória dos quase 100 anos de serviços prestados à comunidade pudesse ser apagada do dia para a noite, junto com a demolição. A história do local não poderia passar em branco.

Foi aí que a artista Anna Schuleit teve a ideia de fazer uma homenagem para ninguém esquecer o quanto esse hospital transformou a vida de centenas de pessoas e foi um lugar especial para toda a comunidade.

Anna ocupou todos os espaços do centro de tratamento com 28 mil vasos de flores. Corredores, quartos, escadarias e escritórios foram preenchidos com um mar de rosas, gerânios, margaridas e tantas outras flores.

A instalação artística pôde ser visitada pela população em uma exposição que durou quatro dias e ficou na memória da cidade. Os visitantes que viveram alguma história com a instituição ainda puderam escrever o que viveram no livro de visitas.

“São histórias lindas. As pessoas ficaram emocionadas em dividir suas histórias e lembrar de momentos muito profundos que passaram aqui”, afirma.

Fonte: Casa Vogue / Revista TPM / Colossal / Entre 4 Paredes



Escrito por Julia Lordello às 18h25
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Peixes para todos

Toda sexta-feira santa Afonso Brade Teixeira faz a mesma coisa: distribui gratuitamente toneladas de peixes para a população carente de Belo Horizonte.

O trabalho voluntário é feito há 21 anos e o comerciante afirma que sua intenção é continuar a tradição por muitos anos.

“Desde criança ajudava meu avô, que tinha uma pequena fazenda, a distribuir de graça o leite que era produzido na sexta-feira santa. Vim para Belo Horizonte em 1968 e durante mais de 30 anos trabalhei com o comércio de peixes. Como muita gente me pedia peixe de graça na Semana Santa, um dia decidi fazer a distribuição gratuita, como gesto de caridade. Depois deixei de trabalhar com peixe, mas a doação continuou. Vou repetir a caridade enquanto tiver saúde e força”, conta Afonso, de 59 anos.

Todo ano centenas de pessoas fazem uma fila para receber os peixes. Afonso acompanha cada passo da distribuição de peixes. Quando os portões são abertos, pontualmente às 8 da manhã, cada pessoa recebe uma sacola com 18 sardinhas.

“Na semana santa as pessoas comem peixe, mas nós não temos condições de comprar para fazer um almoço para a família. Só conseguimos todo ano por causa dessa doação tão bonita”, afirma uma das senhoras na fila.

Fonte: Folha Online / Jornal de Hoje / O Povo / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 20h39
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Retrospectiva

Dê uma pausa

Na lista abarrotada de tarefas do seu dia, quanto tempo você dedica a não fazer nada?

Em um mundo cada vez mais acelerado, parar nem que seja por dois minutos é algo praticamente impensável.

Pensando nisso, o britânico Alex Tew criou o site Do Nothing for 2 Minutes (www.donothingfor2minutes.com).

A idéia é simples: o site desafia o internauta a passar dois minutos na frente da tela do computador sem clicar em nada, apenas admirando a foto de um pôr do sol enquanto ouve o barulho de ondas.

Basta mexer o mouse antes de o cronômetro zerar para surgir um recado que o lembra de ter falhado na missão.

Uma forma divertida de questionarmos nossa incapacidade de fazermos uma pausa em nossa própria rotina.

“Precisamos de um tempo para simplesmente não fazer nada. Esse projeto é para fazer as pessoas pensarem nisso”, afirma Alex.

Fonte: Revista Vida Simples / Gazeta do Povo / CNN / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 18h45
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Consumo sustentável de peixes

Na sexta-feira santa já é tradição: muitas pessoas trocam a carne vermelha por peixes e frutos do mar. Mas é preciso ter cuidado na hora de escolher qual espécie consumir, já que muitas delas estão correndo risco de extinção.

Pensando nisso, pesquisadores da Unimonte, em Santos, criaram o Guia de Consumo Sustentável de Pescados (http://www.unimonte.br/sustentabilidade/guia-de-consumo-responsavel-de-pescados-16).

A ideia é indicar de forma simples para o consumidor quais são os peixes que podem estar na nossa mesa.

De acordo com o Guia, por exemplo, atum, abadejo, cação e lagosta são algumas das espécies que devem ser evitadas. Devido ao excesso de pesca, elas já estão bem próximas de desaparecer dos nossos mares.

“Muitas pessoas consomem peixes ameaçados de extinção por não terem conhecimento. Ter um consumo sustentável de peixes não muda muito o nosso dia-a-dia. Sempre existe uma opção similar. Para os fãs do atum, por exemplo, há espécies de gosto semelhante que podem ser consumidas à vontade como a sororoca e a abrotia”, afirmam os criadores do projeto.

Os pesquisadores afirmam também que uma das atitudes mais importantes é diversificar ao invés de comprar sempre a mesma espécie no mercado, ainda que ela não esteja na lista das que correm risco de extinção.

“Foi exatamente o consumo excessivo no passado que colocou algumas espécies em estado de alerta. As sardinhas, por exemplo, ainda não estão em extinção. Mas, se consumirmos esse peixe de forma exagerada, em um ou dois anos a situação já mudará. O bom é diversificar e ter consciência na hora da compra", afirmam.

Fonte: Planeta Sustentável / Instituto de Pesca / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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Gestante presa em congestionamento consegue chegar a hospital com ajuda de uma rádio

Uma manifestação reuniu milhares de pessoas em São Paulo e provocou reflexos no trânsito em vários pontos da cidade. No meio do congestionamento, uma grávida em trabalho de parto tentava chegar ao hospital.

Erika só não deu à luz no carro porque pediu ajuda à Rádio SulAmérica Trânsito, que indicou um caminho alternativo até a maternidade.

“Ela entrou em trabalho de parto em casa e em minutos já estávamos no carro para ir para a maternidade. O trajeto seria de vinte minutos tranquilamente, mas estava tudo parado. Ficamos com medo de ter o bebê no carro”, conta Leonardo Aluizio, marido de Erika.

Foi aí que ela teve a ideia de ligar para a rádio, especializada no trânsito da cidade, e pedir informações sobre o trânsito. Ela queria descobrir um caminho alternativo para chegar ao hospital. Imediatamente os funcionários da rádio tentaram acalmá-la e se dedicaram a encontrar uma solução.

“Eles foram verdadeiros heróis. Tiveram muita sensibilidade e preocupação. Indicaram um novo caminho rapidamente, conseguimos chegar e tudo deu certo”, afirma Leonardo.

Fonte: Jornal da Band / Rádio SulAmérica / Maxpress



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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Colombiano cria biblioteca itinerante montada em cima de seus burros

Em um ritual repetido quase todos os finais de semana em La Gloria, região da Colômbia fatigada pela guerra, Luis Soriano reuni seus dois burros, Alfa e Beto, na frente de sua casa. Depois, amarra nas costas dos animais bolsas cheias de livros com a palavra Biblioburro pintada em letras azuis.

É assim que a incrível biblioteca itinerante do Luis percorre pequenas vilas e leva educação a regiões empobrecidas do país.

O Biblioburro é uma pequena instituição: um homem e dois burros. Ele criou a biblioteca a partir da simples crença de que o ato de levar livros a pessoas que não os têm pode de alguma forma melhorar as regiões mais pobres e o país.

“Comecei com 70 livros há alguns anos. Hoje, tenho uma coleção com mais de 4.800. Muitas pessoas descobrem a leitura e se encantam com a possibilidade de conhecer o mundo sem sair de casa”, conta.

O projeto faz sucesso por onde passa. Em paradas ao longo do caminho, as crianças esperam Luís para ouvi-lo ler trechos de livros. Os adultos também ficam encantados com tantos livros para escolher.

“Aprendi que se eu despertar o interesse de apenas uma pessoa em ler um romance ou simplesmente uma reportagem sobre o preço do arroz, isso já será um grande passo. Quem lê se transforma e acaba transformando o mundo”, afirma Luis.

Fonte: Globo.com / PublishNews / Blog do Galeno  / CNN



Escrito por Julia Lordello às 23h30
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Máquina incentiva troca de objetos

Esqueça as máquinas de venda em que você tem que colocar dinheiro para poder pegar um produto.

Na Swap-O-Matic, desenvolvida pela designer americana Lina Fenequito, o que conta é a troca. Em vez de vender, a máquina permite que você encontre coisas que deseja e as troque por objetos seus, que você não usa ou não quer mais, sem nenhum custo.

É uma forma de escambo moderno: basta se cadastrar no visor touchscreen para poder fazer suas trocas. O cadastro lhe dá três créditos iniciais. Quantos mais objetos você doa, mais créditos acumula para trocar depois.

A ideia de Lina é fomentar a troca e o consumo consciente: fazer com que as pessoas repensem seus hábitos de compra através do reuso e da troca.

“Temos muitas coisas em casa que são úteis e simplesmente não usamos. O que não é útil para você pode ser fundamental para o outro. Quero dar nova vida aos objetos e mostrar que muitas vezes não precisamos comprar um produto, é só trocar, pegar emprestado com um amigo, reaproveitar”, afirma Lina.

A máquina piloto está localizada em Nova York, mas a pretensão da designer é que a Swap-O-Matic ganhe muitas cidades.

Fonte: Revista Vida Simples / Planeta Sustentável / Insteading / HouseLogic



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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Uma nova escola

Quando Fátima Aparecida Teixeira assumiu a direção de uma escola na zona leste de São Paulo, o rio Aricanduva, que dá nome ao bairro, era o depósito de lixo oficial da vizinhança. De restos de comida até móveis usados, tudo era jogado lá.

A Escola Municipal de Educação Infantil Professora Olandya Peres Ribeiro também era constantemente depredada, com pichações e arrombamentos.

O cenário hoje é outro. Fátima transformou a escola com a ajuda de professores e voluntários. Além de ensinar logo cedo para as crianças a importância da sustentabilidade, a escola se tornou uma referência para os moradores que querem cuidar do bairro – e do planeta.

Hoje, a água da chuva é utilizada para lavar áreas comuns e regar a horta, plantada e mantida pelos próprios alunos.  As crianças levam de casa todo o material reciclável – papel, plástico, óleo de cozinha usado, que é mandado para organizações parceiras.

E tem mais: as crianças têm aula de educação ambiental, de trânsito e cidadania.

“Um morador uma vez chegou aqui com uma geladeira nas costas porque o filho dele disse que não podia jogar no rio. Com isso, conseguimos fazer o descarte correto. Todos passaram a ter cuidado e respeito com o meio ambiente”, conta a diretora.

Fonte: Isto É / TV Gazeta / Folha Online / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h22
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Apagando as luzes pelo planeta

Que tal ficar no escuro por 60 minutos para mostrar que você se preocupa com o planeta e faz sua parte contra o aquecimento global?

É essa a ideia da campanha Hora do Planeta, que é promovida há cinco anos pela ONG ambiental WWF.

O projeto acontece nesse sábado e a ONG convida pessoas de todos os cantos do planeta a ficar no escuro das 20h30 às 21h30 para mostrar que estamos dispostos a mudar nossos hábitos de consumo para termos um futuro mais sustentável.

No ano passado, 1 bilhão de pessoas participou da ação e agora a ONG espera a adesão de cerca de 1,8 bilhão de cidadãos, de mais de 5250 cidades de 135 países.

O jornalista ambiental Rogério Silva vai participar da hora do planeta pela terceira vez.  Todo ano ele faz um jantar romântico à luz de velas com a esposa.

“É uma forma de mostrar que podemos mudar nossos hábitos, gastar menos energia, de uma maneira simples e boa. Muitos acham que essa atitude é pequena, nada vale, mas acredito que se cada um fizer a sua parte podemos mudar o mundo mesmo. E nesse dia conseguimos nos unir, mesmo tão distantes e em lugares tão diferentes, e mostrar que isso é possível”, afirma.

Fonte: Gazeta do Povo / UOL Notícias / Planeta Sustentável / Portal Terra / WWF



Escrito por Julia Lordello às 19h55
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Retrospectiva

Filhotes nascidos em zoos no mundo inteiro

Filhotes de animais nascidos em cativeiro ao redor do mundo são as estrelas de um blog e de um livro de um projeto muito especial.

É o Zooborns, um projeto que traz imagens e histórias de animais nascidos em cativeiros, alguns deles ameaçados de extinção.

Além de adoráveis, os bebês representam uma nova esperança para suas espécies na natureza.

A idéia do blog e do livro é inspirar a todos a cuidar dos animais e conscientizar sobre como os programas de procriação de animais em cativeiro em instituições sérias ajuda nos esforços de preservação de espécies.

“Procuramos espalhar pelo mundo grandes histórias de conservação. Todas as imagens e histórias vêm de organizações e zoológicos credenciados e respeitados em todo o mundo. O Zooborns é muito mais do que um local para colocarmos um sorriso no rosto dos nossos leitores. O que buscamos fazer é criar empatia por espécies ameaçadas pelos humanos. Queremos inspirar as pessoas a proteger esses animais incríveis”, afirmam os criadores do projeto, Chris Eastland, um fotógrafo de Nova York, e Andrew Bleiman, um apaixonado por conservação animal de Chicago.

Fonte: Último Segundo / IG / BBC Brasil / The Telegraph / Zooborns



Escrito por Julia Lordello às 23h49
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Projeto quer valorizar catadores de recicláveis

O grafiteiro Mundano criou um projeto para valorizar os catadores de recicláveis. É o Pimp My Carroça.

A ideia é simples: o grafiteiro levará arte para as carroças dos catadores e fará uma reforma colocando itens de segurança como retrovisores, buzinas e faixas refletivas.

E tem mais: os catadores ainda ganharão alimentação, consulta com um clínico geral e um oftalmologista e irão conversar com um especialista em dependência química.

O projeto já começou e está dando certo. Dezenas de carroças já foram reformadas e depois de todas as reformas as carroças farão um desfile na Avenida Paulista, para lembrar as pessoas da importância desses profissionais.

“Eles reciclam o nosso lixo e devem ser valorizados. Queremos levar segurança para eles trabalharem e fazer uma intervenção artística nas carroças para tirar os catadores da invisibilidade e dar mais prestígio ao importante papel que eles têm na sociedade”, afirma Mundano.

Fonte: Globo.com / Planeta Sustentável / Superinteressante / EcoDesenvolvimento



Escrito por Julia Lordello às 23h30
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Restaurantes londrinos se mobilizam para diminuir consumo dos canudinhos de plástico

Eles são descartados aos milhares todos os dias. Só na rede do McDonald´s no Reino Unido são consumidos 35 mil canudinhos a cada 24 horas. Imagine a soma de todos os restaurantes e bares.

Juntos, os canudos têm um grande impacto nos aterros sanitários, lixões e mares, já que demoram muitos anos para se decompor e acabam sendo engolidos pelos animais marinhos.

Pensando nisso, restaurantes londrinos se uniram e criaram a campanha Straw Wars (Guerra dos Canudos).

A idéia é simples: incentivar os restaurantes a parar de oferecer canudinhos e diminuir assim o consumo exagerado desses descartáveis de vida útil muito curta.

“É uma ação simples que pode fazer uma grande diferença. Ao invés de oferecer canudinhos, só damos o canudo para o cliente que pedir. Com essa atitude, o número de canudos usados diminuiu demais, o que é ótimo para o meio ambiente”, afirma um dos criadores do projeto.

Fonte: Planeta Sustentável / Superinteressante / The Guardian / EcoDesenvolvimento



Escrito por Julia Lordello às 17h27
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Chefs especiais

Para alguns, podia ser só um ovo. Mas para Pricila Ghiuro aquele ovo representava um desafio e tanto. Ela deveria quebrá-lo, misturá-lo a leite e óleo e amassá-lo junto à farinha e ao queijo ralado. Com uma delicadeza singular, ela cumpriu todas as tarefas.

Foi assim que ela e outros vinte adolescentes com síndrome de Down começaram a descobrir um novo mundo: a gastronomia.

Todos foram formados pelo projeto Chefs Especiais, em São Paulo, que oferece cursos de culinárias para jovens com síndrome de Down.

Criado há seis anos, o projeto foi desenvolvido por Simone e Márcio Berti. O casal decidiu doar parte de seu tempo e conhecimento para uma causa social.

“Temos uma fábrica de panelas e muitos parceiros ligados a restaurantes e empresas de alimentos, por isso decidimos nos dedicar nesse campo. E grandes chefs aderiram ao projeto”, conta Simone.

A iniciativa tem ajudado a transformar a vida de muitos jovens. Lá, eles conversam, não se sentem excluídos, tem a sensação de fazer parte de um grupo e aprendem valores fundamentais como a solidariedade.

“Para uma cozinha funcionar, as pessoas precisam se ajudar. E os alunos acabam levando esse aprendizado para a vida. Além disso, o fato de você juntar ingredientes que isoladamente não são gostosos para transformá-los em algo bom é muito significativo”, afirma.

Pricila é um exemplo de como o projeto deu certo. Depois das aulas, se apaixonou ainda mais pela culinária e hoje é uma chef formada pela Universidade Católica de Santos, com diploma do curso de inglês e um estágio de trabalho concluído. Seu próximo objetivo é montar o próprio restaurante.

“Adoro o que eu faço”, afirma Pricila.

Fonte: Revista Época / A Tribuna / Veja / GNT



Escrito por Julia Lordello às 23h13
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