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Escrito por Julia Lordello às 23h39
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Aumenta reciclagem de PET no Brasil

A procura por garrafas pet para reciclagem disparou no Brasil. E esse material se tornou tão valioso que está em falta para a indústria.

O processo de reciclagem da garrafa PET é simples: o trabalho começa nas mãos de catadores e cooperativas. Depois, as garrafas são separadas, tragadas pela esteira, lavadas e finalmente trituradas. E por fim, o plástico pet moído se transforma em placas de trânsito, capas de caderno, cobertores, roupas e muitos outros produtos.

O número de fábricas de reciclagem no Brasil saltou de 175 para 425. Só que sem matéria-prima as fábricas produzem 30% menos do que poderiam. Elas precisam de uma quantidade maior desse lixo. Mesmo assim o Brasil é um dos países que mais reciclam garrafas pet no mundo. Agora só falta surgirem mais iniciativas de coleta de material reciclado em mais cidades brasileiras.

“É um material útil e incrivelmente bonito. As pessoas estão começando a entender como esse lixo pode se transformar em tantas coisas úteis e como é importante reciclar ao invés de poluir o meio ambiente e desperdiçar um material que tem grande valor”, afirma o diretor de uma cooperativa de reciclagem.

Para ver o vídeo dessa matéria clique aqui: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/05/procura-por-garrafas-pet-para-reciclagem-dispara-no-brasil.html

Fonte: Jornal Nacional / Planeta Sustentável / Veja / Superinteressante



Escrito por Julia Lordello às 23h38
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Retrospectiva

Alguém para te ouvir

Se você tem algo para falar, eles estão lá para escutar. Como um velho amigo: a qualquer hora, sem cobrar nada, com toda a disposição.

É o Centro de Valorização da Vida (CVV), uma organização criada há 49 anos para prevenir o suicídio e dar apoio a quem precisa.

Qualquer pessoa pode entrar em contato com a ONG, sem precisar se identificar, através do telefone (141), e-mail, chat online (www.cvv.org.br) ou pessoalmente. São 41 postos, cada um com cerca de 50 voluntários, em todos os estados do país. O serviço é 24h e gratuito. Os voluntários têm um simples trabalho: ouvir o outro.

“É um trabalho de atendimento àqueles que estão passando por alguma dificuldade, por um momento de tristeza ou até mesmo por um fato feliz em suas vidas, e não têm com quem compartilhar. Tem pessoas que ligam para contar que passaram em um concurso, outras pela descoberta de uma doença e outras que não falam nada, não há diálogo verbal, mas sim emocional. A pessoa não consegue falar e o voluntário fica ali, quanto tempo for preciso, até que o interlocutor ganhe coragem para conversar ou simplesmente desligue”, conta Antonio, voluntário há 10 anos nas madrugadas das quartas-feiras em São Paulo.

Os voluntários recebem cursos de formação, que servem tanto para capacitar novos voluntários quanto para reciclar os que já trabalham na organização. Em 2009, foram 1,1 milhão de telefonemas.

“O projeto nos ensina a importância de saber ouvir, com respeito e sem julgamento. Na maioria das vezes, a pessoa que liga para o 141 só quer ser ouvida e nós temos uma satisfação grande em escutar”, afirma outro voluntário.

Fonte: Revista Sorria / Superinteressante / IG / Bom Dia DF



Escrito por Julia Lordello às 23h08
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Escrito por Julia Lordello às 23h22
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Escrito por Julia Lordello às 23h52
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Escrito por Julia Lordello às 23h15
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Escrito por Julia Lordello às 23h14
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Um cão feliz

Roosevelt, um cão da raça Border Collie, nunca teve uma vida fácil. Nasceu com problemas congênitos nas patas dianteiras e teve que aprender a andar com as patinhas de trás. Algumas pessoas achavam inclusive que o melhor era sacrificá-lo para ele não sofrer. Mas ele nunca foi um cão triste. Muito pelo contrário.

Uma ONG em Portland, nos Estados Unidos, decidiu cuidar do cãozinho e passou a dar toda a assistência necessária. Depois de poucos anos, uma moradora da cidade, Stephanie Fox, se encantou por ele e decidiu adotá-lo.

Assim, além de sobreviver, ele ganhou uma família. E aos poucos, mesmo com toda a dificuldade, tudo começou a melhorar. Stephanie decidiu economizar uma grande quantia para comprar uma cadeira de rodas para Roosevelt poder correr por aí.

“Ele já era tão feliz andando só com as patas de trás que eu pensava que com a cadeira de rodas ele teria uma vida maravilhosa, um dia-a-dia normal como qualquer cachorro”, conta.

E foi exatamente isso que aconteceu. Com a cadeira de rodas, ele realmente esquece que tem qualquer deficiência e sai por aí correndo. Hoje, ele tem uma vida tranquila e muito feliz.

“Roosevelt é realmente um cão muito feliz”, afirma Stephanie.

Fonte: UOL Notícias / Revista Época / Daily Mail / Extra



Escrito por Julia Lordello às 23h39
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Retrospectiva

Grupo do milênio

Uma reunião de amigos está transformando a vida de idosos no Parque da Água Branca, em Perdizes, zona oeste de São Paulo.

Os encontros, que acontecem diariamente no parque, funcionam como sessões de terapia ao ar livre: todos ali contam suas histórias, comentam as notícias do dia ou, se preferirem, apenas escutam os demais tomando um cafezinho ou beliscando rosquinhas – tudo levado por eles.

A maioria mora no entorno do parque e alguns chegam acompanhados de cuidadoras ou enfermeiras, dando pistas de que levam uma vida bem remediada.

A data de surgimento do grupo não é muito precisa. Os fundadores não estão mais vivos e a memória da turma, ainda que afiada, não consegue ir tão longe. A líder da turma é a elegante Dona Flora, de 83 anos, que passou a freqüentar os encontros há dez anos e estima que as primeiras reuniões se deram por volta de 1995.

No início, o grupo era formado por cinco homens. Eles se encontravam num dos bancos de concreto do parque para papear e passar o tempo. A reunião informal começou a chamar a atenção de outros idosos que freqüentavam o parque para caminhar. Curiosos, passaram a encerrar os exercícios ali. O banco ficou pequeno para tanta gente e deu lugar a uma mesa.

Foi nesse momento que Dona Flora e o marido, Vicente de Carvalho, de 91 anos, entraram para a turma. Empolgada com o novo círculo de amizades, ela passou a convidar outros conhecidos para se juntarem à turma e hoje já são cerca de 20 idosos. Eles foram apelidados de Grupo do Milênio – suas idades somadas chegariam a mil anos.

A idade não impede que as reuniões sejam animadas. Duas vezes por semana, o caçula do grupo, Luiz, de 67 anos, leva um violão e um caderninho com letras e acordes de clássicos da música brasileira. A qualidade do repertório já atrai até turistas.

“Uma vez, um casal disse ter vindo de Santana só para nos ver cantar”, diz Luiz Renato, todo orgulhoso.

Fonte: Época SP / O Estado de S. Paulo / Desenvolvimento Local / IG



Escrito por Julia Lordello às 23h54
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Escrito por Julia Lordello às 23h54
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A cidade campeã da limpeza

A cidade de Boras, na Suécia, tem 105.000 habitantes, 1.500 indústrias e nem 1 grama de lixo.

O município reaproveita 99% de tudo o que joga fora. Seus resíduos têm três destinos: 42% são incinerados e convertidos em energia elétrica, 30% são tratados biologicamente e transformados em biocombustível e 27% são reciclados.

E tem mais: a reciclagem é feita inteiramente pela população, que se encarrega de separar e levar o material até os postos de coleta espalhados por toda a cidade.

Caminhões recolhem o lixo orgânico (em sacos pretos, destinados à obtenção de biogás em usina inteiramente automatizada) e o resto (em sacos brancos, incinerados em fornos não poluentes). Menos de 1% do lixo é enterrado.

O modelo começou de forma bem simples, em 1988, com apenas 300 famílias. Hoje, a ideia deu tão certo que a universidade local presta assessoria de reaproveitamento de lixo a cidades no mundo inteiro. A proposta é espalhar o modelo sustentável pelo mundo.

“Tudo começou de forma bem simples, o que mostra que qualquer cidade pode fazer o mesmo. Aqui a experiência deu tão certo que estamos importando lixo da Noruega para poder gerar mais energia limpa”, afirma um dos criadores da iniciativa.

Fonte: Revista Veja / Planeta Sustentável / Natureza Viva / Globo.com



Escrito por Julia Lordello às 23h43
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